Wesley Pioest, encantador de palavras em sua lavra poética, continua tecendo, cosendo com a agulha do tempo uma bela poesia, digna de espantos e exclamações.
Wesley Pioest, que nome poético, cala fundo, quem tem coragem de reconhecer o seu medo? Quem com seu medo não viaja todos os dias? Como escreveu Leminski, aquele nosso herói cá ido: não me tirem essa dor, ela é tudo o que eu tenho.
Cláudio Bento/BH
23/07/2010
Wesley Pioest, encantador de palavras em sua lavra poética, continua tecendo, cosendo com a agulha do tempo uma bela poesia, digna de espantos e exclamações.
Ramon Moreira - BH
24/07/2010
Wesley Pioest, que nome poético, cala fundo, quem tem coragem de reconhecer o seu medo? Quem com seu medo não viaja todos os dias? Como escreveu Leminski, aquele nosso herói cá ido: não me tirem essa dor, ela é tudo o que eu tenho.