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William Shakespeare – Frases – XIII

Publicado por Editor em Filosofia, William Shakespeare
data: 22/12/2014

Amor – IV

pessoas

O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sigo todas as regras da sociedade e às vezes ajo por impulso. Erro, admito. Aprendo, ensino. Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade. Conservar algo que faça eu recordar de ti seria o mesmo que admitir que eu pudesse esquecer-te.

Ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa.

O amor é cego, por isso os namorados nunca vêem as tolices que praticam.

Antes do matrimônio tende os olhos abertos, depois do matrimônio, feche-os um pouco.

O amor é como a criança: deseja tudo o que vê.

O curso do amor verdadeiro nunca fluiu suavemente.

Tarde demais o conheci, por fim; cedo demais, sem conhecê-lo, amei-o.

Ame tudo, confie em alguns, não faça mal a ninguém.

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém…

Lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração.

Enquanto houver um louco, um poeta e um amante haverá sonho, amor e fantasia. E enquanto houver sonho, amor e fantasia, haverá esperança.

Duvides que as estrelas sejam fogo, duvides que o sol se mova, duvides que a verdade seja mentira, mas não duvides jamais de que te amo.

Pobre é o amor que pode ser descrito.

Consiste a monstruosidade do amor…

em ser infinita a vontade, e limitados

os desejos, e ato escravo do limite…

Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos.

E outros risos. E outras coisas. E outras pessoas. E outros amores.

Sem saber amar não adianta amar profundamente.

É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor.

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