Ocorrência Publicado por Antonio Ângelo 18 de junho de 2013 O poeta foi morto depois que saiu do bar. Na esquina, atropelado por um carro. Ficou lá, estatelado no chão. Do crânio partido minava o sangue e em meio ao sangue as palavras como que pousavam no asfalto. Agora completamente inúteis. Comentários Deixe um comentário cancelar respostaNome E-mail Seu comentárioEstou de acordo com a Política de Privacidade Pesquisar Destaques Leia Também Apaixonar-se Publicado por Carlos Bitencourt Almeida 1 de novembro de 2025 XXIX – O Zé Ninguém e a Flor da Noite Publicado por Bill Braga 28 de março de 2023 Sustenido para Toninho Publicado por Wesley Pioest 21 de março de 2023 Vaidade, humildade e impecabilidade Publicado por Editor 20 de março de 2023 Guimarães Rosa – frases – parte VII Publicado por Editor 16 de março de 2023 Mudança de vida Publicado por Antonio Carlos Santini 23 de fevereiro de 2023 Cena urbana Publicado por Antonio Ângelo 11 de fevereiro de 2026 Tempo Publicado por Antonio Ângelo 12 de janeiro de 2026 Espelhos do tempo Publicado por Antonio Ângelo 26 de novembro de 2025 Agnósticos Publicado por Antonio Ângelo 28 de setembro de 2025 Deserção Publicado por Antonio Ângelo 11 de agosto de 2025 A rede Publicado por Antonio Ângelo 1 de junho de 2025 Artigos Relacionados Cena urbana . Sob estas marquises O que cabe? É a vida pequena De homens e cachorros Sob o tempo Frio Quente Chuvoso É o que resta De teto Sob os nossos… Tempo .Autor desconhecido (desenho na Urbe) . Sem nos dar conta Do que efetivamente é o tempo O aprisionamos ao relógio E – sem discutir Como uma infindável manada Nos apegamos… Espelhos do tempo Janeiro te espreita quando pela estrada sais. Fevereiro – de relance – em alegorias te vejo esfuziante passar. Março te faz segura, sólida, por sóis ungida. Em abril… Fundação Metro Clique Aqui!
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