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Comentários dos Leitores

Publicado por Editor em Espaço do Leitor
data: 10/06/2010

Daniela Oliva – Caxias do Sul/RS sobre “Carlos Castaneda – Frases de Don Juan Matus – Sobre os Caminhos”

esta escolha com o coração….sempre me lembro desta frase de D.Juan…isto tem decidido meus caminhos….acho que….com isso, me tornei uma criatura invulgar…

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Carlos Fóscolo – Pompéu – MG sobre o artigo “Edmundo, goleador e cavalheiro!”

Estava lendo meus e-mails esta noite quando o meu skipe tocou. Era o meu amigo Rubinho (Rubens Lacerda)alertando-me para um artigo que ele acabara de ver, no blog do Experidião, sobre o meu amigo Edmundo e dizendo-se impressionado com a perfeita descrição dos cenários e da riqueza de datalhes. Imediatamente veio-me à mente:”Só pode ser do Tião”. E qual não foi minha satisfação ao abrir o blog e ver que eu estava certo. Era mais uma peróla literária do meu amigo Sebastião Verly”.

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Carlinhos Cabra sobre o artigo “O cangaço e os cães”

Até na hora da morte dos cangaceiros os cães estiveram na defesa do grupo, então as volantes mataram os cães Ligeiro e Guarani para degolar os cangaceiros e pegar seus objetos.

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Experidião Porto de Pompéu- MG “experidiao.blogspot.com”

sobre o artigo “Edmundo, goleador e cavalheiro!”

É de impressionar a precisão da descrição do Perfil do Edmundo, tive a sorte de conviver algum tempo com meu querido primo que tinha um perfil muito parecido com o do nosso tio em comum, o Nazareno Porto, sereno e cavalheiro. Me lembro certa vez eu, ainda estudante e muito brigão arrumei uma grande confusão contra três grandalhões em que foi necessária a atuação do primo Edmundo que interveio imediatamente disposto a salvar o primo Experidião de uma grande surra. Em meio ao bate boca disse o Edmundo calmamente : “Acho que não seria conveniente para vocês baterem no Experidião pois vocês também poderiam se machucar”. Mesmo em uma briga manteve a serenidade surpreendendo até nossos oponentes que atenderam ao alerta. Acho que ninguém vai ganhar a BMW 0 Km do Sebastião Verly.

Publiquei o Artigo em meu blog, “experidiao.blogspot.com” ,

espero que o editor do Metro não fique bravo.

Forte abraço a todos.

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Albertina Utsch – Belo Horizonte sobre o artigo “Reflexões sobre a Violência”

Excelente artigo!!!

Abordou o tema de uma maneira dinâmica, fugindo dos lugares comuns.Fez referência às diversas facetas da violência através do tempo e da história.

Freud também era adepto dessa teoria: a violência como algo inerente à espécie humana.

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Carlos Foscolo de Pompéu-MG sobre o artigo “O cozido da comadre”

Desculpe-me pelo engano de meu comentário anterior. Eu quis dizer “Secretária da Educação” e acabei trocando por “Secretária da Saúde”. É fato que o “uso do cachimbo faz a boca torta”, não é? É resultado de minhas três décadas de militância na área saúde, tendo incluvise ocupado a Secretaria de Pompéu, no “século passado” (literalmente)!

Do mesmo leitor Carlos Fóscolo sobre o mesmo artigo “O cozido da comadre”

Como sempre seus artigos primam pela descrição viva dos fatos, e riqueza de detalhes. Aliás, acabei de ler um agora, sobre enxoval, que recebi por e-mail. Fabuloso. De onde você tira tanta coisa? Como é que pode alguém descrever com tantos detalhes as peças de um enxoval, sabendo até mesmo a proporção de fronhas em relação a lençóis? E isso espanta mais ainda se levarmos em consideração que seus irmãos — seis — são todos varões! Mas, acho que estou “comendo mosca” com relação a alguns dos artigos. Como estou recebendo alguns por e-mail, tenho visitado menos este site. E, só agoro vejo que há, aqui, alguns inéditos para mim. Seus artigos, prezado amigo, não ficam a dever coisa alguma aos dos nossos imortais da Academia. Na primeira oportunidade que eu tiver, quero sugerir à Secretária da Saúde de Pompéu — a sua prima Maria Haidée — que passe a recomendar a leitura de suas crônicas nas escolas, principalmente aquelas que dizem respeito à nossa Pompéu. Elas são peças preciosas para a reconstituição de nossa história recente e de nossos costumes e tradições.

de José Xavier Soares sobre o artigo “Comentário de Carlos Fóscolo de Pompéu-MG sobre a “Carta aberta ao companheiro Paulinho Vanucchi” “

Os dois lados, em seu tempo tiveram suas razões. Não se deve remexer cinzas do passado pois podem surgir situações presentes de proporções incalculáveis. Seria melhor que ministros que hoje estão tendo a chance de ter em mãos o destino da Pátria cuidassem mais e melhor de resolver problemas presentes, do hoje que ficar apiaçando o que já foi. Uma atitude para se chamar à razão os que devem, se fosse esta a definição final teria que sentar nos bancos da Lei torturadores e terroristas de ontem pois nossa Constituição, a Carta Magna prevê que terrorismo não prescreve…. e então cabeças que no hoje se julgam ös Poderosos¨poderiam deixar de o ser sendo obrigados a responder também por seus crimes de ontem. Lembrar que na Russia EXPURGOS foram a tônica do PARTIDÃO em diversas ocasiões da história… Vamos ser inteligentes e deixar o passado como tal? Vá trabalhar Sr. Vanutti, nossa Pátria precisa de todos, mesmos aqueles que um dia olharam-na de um modo que não era a aspiração de seus filhos, em sua totalidade. Seja um bom Ministro, entre os tantos deste governo combata a patifaria que glasa os diversos segmentos do País, escreva seu nome nos anais da história da Pátria com galhardia e não como o homem que queria dar luz a mumias do passado. Senhor, não atira pedras aquele que tem telhado de vidro….(disse Sun Tzu …. principios de filosofia do Mundo, Escola da Vida…) . Um abraço .

Harley – BH sobre a “Carta aberta ao companheiro Paulinho Vanucchi” “

Milton,

emocionante o texto. Parabéns. A palavra é uma arma poderosa. Tomara q possamos seguir usando-a para evitar q pessoas como essas q vc menciona tenham êxito em encobrir com a fumaça do esquecimento o nosso passado. “o que foi feito é preciso conhecer, para melhor prosseguir”, como disse o poeta. viva o brasil. viva o povo brasileiro. Harley.

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Vania Martins Rodriguez sobre o poema “O Visitante”

Líria

Me identifiquei muito com sua poesia.

Amo o inverno e me sinto mais feminina quando esta estação se aproxima.

Valeu pela suavidade das palavras.

Até a próxima.

Vânia

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Líria Porto – belo horizonte sobre o poema “Flashes”

para agradecer – obrigada por publicarem meus versos!

grande abraço.

Líria Porto

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Tatiane Barbosa, Betim-MG, sobre a coluna “Cinema, Uma Paixão – Coco Antes de Chanel”

Me esqueci de um ponto muito marcante da personagem, que é sua grande dificuldade de mostrar simpatia. Em momento algum do filme consegui ter empatia com ela.

Da mesma leitora Tatiane Barbosa, Betim-MG, sobre o mesmo artigo “Cinema, Uma Paixão – Coco Antes de Chanel”

Assisti ao filme no final de semana passado e achei interessante. Coco vive numa confusa vida de ambição, determinação e submissão esquisita. O mais marcante é seu estilo de ser, livre de qualquer paradigma ditado pela moda ou pela sociedade, história que depois se torna um paradoxo em torno de seu nome.

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Juliana Melo sobre a coluna “Cinema, Uma Paixão – Coco Antes de Chanel”

Adorei a dica !!!!O filme é sensacional!!! Para quem não viu, vale a pena!

Juliana

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