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Caim e a Coronavac

Publicado por Antonio Carlos Santini en Salud Pública
data: 01/02/2021

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Antonio Carlos Santini - Licenciado em letras – Português e Francês. Professor de Artes e Ciências Humanas. Evangelizador, compositor, autor de vários livros de catequese e poesia/ Licenciado en letras - Portugués y Francés. Profesor de artes e ciencias humanas. Es evangelizador católico, compositor de músicas religiosas, autor de varios libros de catequesis y poesía. Residente em Belo Horizonte MG
Comentário
  1. Tarcibeli

    Sinceramente, não dá tá continuar.
    As interrogações “Sou livre para recusar a vacina? Sou livre para contaminar meu próximo?” seriam hilárias, não fossem trágicas. Já foi divulgado que tal vacina NÃO impede que a pessoa”vacinada continue transmitindo a doença. Fala sério!As pessoas vacinadas contra sarampo e similares, além de serem IMUNIZADAS NÃO contaminavam outras pessoas. Seria realmente maravilhoso que houvesse uma vacina que realmente IMUNIZASSE as pessoas de modo que a mesma não se contaminadas (principalmente quando se trata de reinfecção com desculpas de “novas cepas”), mas prioritariamente, NÃO continuasse TRANSMITINDO o vírus. Sem falar na questão de que NINGUÉM quer assumir responsabilidades por “eventuais” transtornos que a mesma possa causar. Logo, dizer que sou moralmente obrigada a vacinar por um bem maior, não me inspira segurança alguma,e, em se tratando de Constituição Federal, TODOS tem direito a segurança em seus diversos segmentos, logo, não creio ser individualismo ou seja lá o nome que vocês dêem, o fato de me preocupar com minha segurança e de minha família. Sejamos sensatos!

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