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O rio que quase apagou

Published by Wesley Pioest in Poetry
data: 18/06/2020

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Wesley Pioest - Nasceu em Rubim, estudou em Belo Horizonte, passou por Itacarambi, Muriaé e passa atualmente por Gonzaga. Sempre em Minas. Seu vale é o Jequitinhonha, de onde veio e para onde há de voltar dentro em breve, por bem ou por mal. Publicou a Revista “Liberdade”, os livros “Impressões da Aurora”, “Jequitinhonha – Antologia Poética I e II”, “A Fala Irregular” e “Cabrália”. Parceiro inconstante de Rubinho do Vale, Vagner Santos e Romeu Santos em letras para canções.
Comentário
  1. Antonio Angelo

    Isto aí, Wesley,
    Olhando o mapa, posso ver o Bar do Fabão, a Pizzaria Dona Zena, o Bar Caminho de Casa, a Rua José Ramos que passa sobre o Rio Rubim do Sul, que vai dar no Rubim de Pedras e, por fim, no célebre Jequitinhonha…
    Pois é, este rio existe mesmo – o Google não nos deixa mentir – e fluindo nas memórias do poeta é que ele se reinventa, maior que os rios de qualquer outro lugar.

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