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Comentários dos Leitores – 2ª quinzena – Outubro 2012

Publicado por Editor em Espaço do Leitor
data: 30/10/2012

Iuri em “João Paulo II e as universidades católicas”

Senhor Antonio Carlos, tive a oportunidade de ser aluno da PUC MG, e aproveito para dizer que os dirigentes não têm nenhum interesse em doutrinar os alunos para o catolicismo, mas simplesmente pegar o nosso dinheiro, que para eles não tem cor. O senhor sabia que o orçamento anual da Arquidiocese de Belo Horizonte supera 1 bilhão de reais, e que a PUC representa mais da metade disso?

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Antonio Carlos Santini, autor, em resposta a Iuri

Sei disso, prezado Iuri. Moravam comigo dois jovens vocacionados que faziam filosofia na PUCMG. Muitas vezes, chegavam para o almoço e iam chorar no barracão dos fundos onde moravam, feridos pelo bombardeio ateísta que haviam sofrido, naquela manhã, por mestres daquela Instituição. João Paulo II sabia disso melhor que nós dois. E sofreu mais que nós dois… Um abraço.

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José Brasil “Limpeza Urbana em Belo Horizonte – parte 6”

Sugiro à Milena que veja a reportagem no MG TV, da Rede Globo, de hoje, 25/10/2012, à tarde, onde mostra o que é a coleta seletiva em Belo Horizonte. Além dos conteineres depredados, em torno deles encontra lixo e toda sorte de sujeira: os galpões, a reportagem mostra, não tem as minimas condições. Um horror.

Vale uma visita a cada deles para ver o descaso do Poder Público para com os catadores de lixo.

Na reportagem fala-se da construção de mais três galpões. Mas, numa conversa bem rapida soubemos que os trabalhadores dos galpões que foram treinados logo deixaram a profissão.

Vale a pena conhecer bem o que está sendo feito em nossa Cidade para refletir: quem está levando vantagem com isso?

José Brasil

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Lu em “III – Andrequicé: Cultura e Fé, Romaria e Folia”

esta festa é dez!

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Cristiane em “O Circo da minha infância”

Apesar de ter vivido somente um pedacinho das épocas de viagens dos circos, consegui voltar um pouco no tempo lendo este artigo. Chorei e ri ao mesmo tempo, meu pai trabalhou durante muitos anos em circo e em parques, ele amava demais e passou o que ele sentia pra gente, quantas e quantas vezes ouvi esta música, quanta alegria sentia com um passeio tão simples ao circo. Lembranças que nunca sairão da minha memória, que me faz chorar ao perceber como o tempo passou, que antes éramos felizes com muito menos na vida.

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Verly, autor, em resposta a Cristiane em “O Circo da minha infância”

Que bom que você consegue rir e chorar. Nos tempos atuais, a alienação tomou conta de tudo e a maioria esmagadora só ri ou chora quando a Rede Globo manda.

Beijos para que reviva sempre as belas lembranças de tempos em que a humanidade era feita de gente e não de mídia.

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GILMARA, em Wilson Dias no “Quintas da Viola”

Preciso de algumas letras de músicas típicas de MG para um trabalho. Pena que não consegui achá-las para imprimir. Seria interessante se colocassem as letras à disposição.

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Sebastião Verly em Tal pai…

Sábado dia 27 de outubro de 2012, às 11:00 horas será lançado na Livraria Quixote, um livro de Poesias com P.

Sugiro dar uma passadinha por lá e ler uma meia dúzia delas. Há conteúdo profundo e amplo, filosofia e saber.

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Lucas Ferrari em “VI – A tentadora loucura e suas deliciosas sensações de poder”

Bill, acho super interessante essa comparação que você faz entre a loucura e o efeito das drogas. Fico pensando se a droga nada mais é que uma dose cavalar, porém controlada (quando se sabe que o efeito passa), de loucura. Uma loucura com hora pra terminar. Até que ponto a droga é um risco ou uma experiência transcendental se ela faz o mesmo percurso da montanha russa, sempre voltando pra estação de partida? E o pânico que é quando rola uma bad, quando a previsão de retorno não é tão clara assim – uma montanha russa com os trilhos quebrados no meio do looping…

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Bill, autor, em resposta a Lucas Ferrari

teria fim a loucura meu caro? hora pra terminar? ou seria a sanidade um conceito pré concebido?

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Mauro em “Roberto Dimatthus, Artesão”

Nádia, parabéns pelo seu trabalho. Sou de Linhares, Espírito Santo.

Tenho um cavaquinho confeccionado pelo Roberto, é divino!

Tive o privilégio de tê-lo tocando sua viola em meu aniversário de 50 anos onde foi acompanhado no violão pelo seu filho Roberto Junior, foi maravilhoso.

Recomendo o trabalho do artesâo e do músico (violeiro cantador).

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Antonio Carlos Gomes em “Carlos Castaneda – frases de Don Juan Matus – Porta para o Infinito (Relatos de Poder) – parte III”

Estar vivo é um mistério! Morrer é um mistério! Que bom! Caminhar ávido de conhecimento! Viver atento, sentir cada momento, se é que existe tempo! Depende da experiência… Olhar com amor, com afeto, como é bom estar atento, desperto.

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Bea em resposta a Antonio Carlos Gomes.

Oi Antonio Carlos, eu gostei muito de seu comentário. É verdade!

Um abraço

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Ugo Gianini em “O formidável hábito da leitura”

El gran poeta argentino Jorge Luis Borges decia: “Siempre imaginé que el Paraíso sería algún tipo de biblioteca”

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Danilo Vilela Prado, autor, em resposta a Ugo Gianini

Ótimo comentário, Ugo.

A propósito, os argentinos leem muito mais que os brasileiros. Quem passeia pelas ruas de Buenos Aires fica impressionado com a quantidade de livrarias e o grande número de frequentadores desses espaços culturais.

Abraço,

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Sebastião Verly, autor em “Hamurabi e a Logística Reversa”

Prezado Editor,

Atendi aquele pedido que v. me fez para responder à Milena. Depois percebi alqumas pessoas que tentavam falar que em BH tem coleta seletiva. Não sei se rio ou se choro. Nem no prédio da propria SLU, Tenente Garro 118, os responsáveis pela CS conseguem fazer a tal coleta seletiva que hoje em dia não passa de um besteirol de quem não evoluiu. O assunto hoje seria a Logistica Reversa. Mas esta dá trabalho e exige raciocinar.

Vá a um galpão de triagem (me proibiram de ir) e veja que porcariada a parte rica da população que é privilegiada pelos caminhões que recolhem a imundicie que manda junto com alguns recicláveis, inclusive isopor e garrafas que é o que mais aparece e não serve para nada. Quem está bem são os pregadores dessa bobagem antiquada. Os pobres triadores estão na mesma.

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De Vanessa Dayrell em “Solidão a Dois”

Carlos, percebo que hoje as pessoas da classe média mais alta nas grandes cidades, não têm dúvida de querer morar sozinhas, segundo dizem é uma opção mais antiga nas cidades maiores, e que vai chegando nas menores. Qual a causa disso, estamos diante de um novo tipo de familia, a familia nogamica?

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Iuri em Pais e Filhos”

Estou querendo ler o que os psicólogos falam da Geração Y. Quais são suas características, seus problemas, seu futuro?

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