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Um olhar sobre Pompéu – parte I

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 06/04/2018

Formação da alma pompeana Pompéu é uma cidade da Região Centro-Oeste de Minas Gerais, possui uma área de 2.550 quilômetros quadrados, como gostava de comparar meu primo Tunico do Xisto, um décimo da área total do Estado de Israel antes da Guerra dos Seis Dias em junho de 1967. Sua população no ano de 2010 era de 29.105 habitantes. Quem nasce ou reside na cidade de Pompéu é chamado de pompeano. Desde sua origem Pom...

Um conto japonês

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 28/03/2018

Numa pequena aldeia do Japão antigo vivia um casal que muito se amava e estavam sempre felizes. Todos os dias o marido saía muito cedo para trabalho caminhando pela rua onde poucas pessoas encontrava. Tudo corria às mil maravilhas até que num certo dia, quando andava pensativo e olhando para o chão, encontrou um pequeno espelho de bolso. Imediatamente abaixou-se e o apanhou. Qual não foi seu espanto quando ali viu a foto...

Medicina Popular e curandeirismo – parte III

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 07/03/2018

A casadinha, uma latada de folhas que se tornou rara nos tempos atuais, fervida para banhar os olhos é eficaz na cura da conjuntivite. A alfazema, integra a lista das principais plantas medicinais, já era usada na Antiguidade, quando era utilizada nos banhos gregos e romanos, já que suas flores possuem um aroma muito agradável e calmante. Serve para combate à falta de apetite a até o combate à insônia, para quem sofre ...

Medicina Popular e Curandeirismo – parte II

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 27/02/2018

Praticamente todo brasileiro já se tratou com algum medicamento caseiro, já tomou o chá de alguma erva ou folhas e frutos, já visitou um curandeiro, benzedeira ou rezadeira. Tenho um amigo, o Zé Augusto, cuja mãe é benzedeira e diz que não tem poder para ensinar ninguém os seus poderes. Outra que ensaia e procura aprender a benzeção é a psicóloga Clarissa, que ficou muito conhecida em Pompéu quando atendeu pela p...

Medicina popular e curandeirismo – parte I

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 23/02/2018

Na Medicina Popular, diferente da Medicina considerada Científica, o indivíduo que vai ser tratado é analisado sob dois aspectos básicos: a saúde de seu corpo e a de seu espírito. Pois, muitas vezes, acredita-se, a pessoa não está com uma doença do corpo e sim uma doença espiritual, como o “mau-olhado”, doença onde a pessoa fica abatida, sem ânimo, provocada pela inveja de outra pessoa. Muitas vezes as ...

Bar do Portuga – III

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 07/02/2018

Com passos curtos, chegou, pediu a pinga e sentou-se a espera de audiência. Daí a minutos chega um cidadão pede uma cerveja estupidamente gelada e é convidado a compartilhar, dividir a mesa e ouvir seus causos. Começou a explicar algumas palavras pertinentes ao que ia contar e que caíram em desuso. Lembrou dos seus tempos de mais jovem e da prostituição. Engrenou conversa: – As prostitutas da capital vinham do in...

No Bar do Portuga II

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 31/01/2018

Fernando, o cidadão da cerveja de ontem, já esperava para ouvir sobre a velha Lagoinha, conforme sugeriu da vez anterior. Pediu a bôua, sentou-se e se pôs a falar. Não dá para falar, viu. Ninguém vai acreditar. A Lagoinha era o que há hoje e muitas vezes mais pela Praça Vaz de Melo e adjacências. A Vaz de Melo era única. O grande compositor Rômulo Paes fez aquela música: “Não há entre nós um paralelo, eu aqui...

Bar do Portuga na Lagoinha

Publicado por Sebastião Verly
Data da publicação: 19/01/2018

Lembranças ajudam a viver. Sem nada para fazer em casa ia até o Bar do Portuga, ali na esquina, pedia uma pinga e ficava à espera de que aparecesse alguém com disposição para ouvi-lo. Sempre aparecia outro com tempo também ocioso. Muita coisa era inventada pela sua cabeça septuagenária. Outra parte poderia ser confirmada por registros de diferentes áreas. Sentava e, havendo ouvidos, lá vinha a história. Era em 1936...