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(Português) A torre

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 25/04/2022

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(Português) Um cão nas nuvens

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 23/03/2022

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(Português) Escandinávia

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 22/02/2022

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(Português) À velocidade da luz

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 26/01/2022

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Santa Ceia

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 16/12/2021

Foi no alpendre da casa de Dona Tatai Sobre o parapeito entre a copa e o quintal Que escorreguei e quebrei um dente.  ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Quando os Rodrigues Gomes se reuniam em algazarra Para a alegria da farofa e do frango domingueiro. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Foi na casa de Dona Tatai que entendi a Santa Ceia Antes mesmo de vê-la estampada nos estuques Do convento de Santa Ma...

Um pouco de sal

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 29/11/2021

Vim da salmoura. Os alçapões se abriram Para dar à luz o menino Naquela pequena cidade. As paisagens em que vivi Ficaram dentro de mim Para sempre amalgamadas. As almas em derredor Permanecem, brilham Astros em si decaídos Na mais crucial peregrinação. Do sal da terra. Cada dia é um encontro Comigo e com o acaso E por isso respiro. As pessoas, como estradas Seguem seu destino E quanto mais longe vão Mais acenam. Os amo...

Em seus olhos, escrevo

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 25/10/2021

Em seus olhos, meu amor, escrevo Cartas para um dia poder ler Após a travessia deste mundo Quando de novo nos encontrarmos Depois que nos esquecermos Depois de termos lembrado  ⠀⠀ Em seus olhos, meu amor, escrevo Palavras para lhe reconhecer Em algum lugar do outro mundo Que em futuro incerto habitaremos Como no passado combinamos Como no presente prometemos   Compartilhar este Artigo

Calendário

Publicado por Wesley Pioest
Data da publicação: 29/09/2021

Vagarosamente, anos passaram, passaram, Polvilhando areia de ampulheta em meus ombros. Vento leva areia como levasse pedaços de mim Por aí afora, pela jornada, pelo caminho, Pelas cidades onde enterrei a vasta cabeleira. Parcos vestígios ainda restarão, dispersos, Debaixo de alguma marquise onde parei um dia Para fugir da chuva – ou naquela praça fugidia Que a memória ora alcança, ora deixa escapulir. Provavelmente, u...