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Tuplec-tuplim

Publicado por Saulo Soares
Data da publicação: 19/11/2021

Contava os dias na plástica e octogonal caixinha de remédios. Sexta, sábado, domingo e… “Reserva”. Havia um espaço a mais: oito casinhas, sete dias. Pensar que a caixinha com isto lhe dissesse: “Reserve um tempo para si, rapaz!”, seria tão óbvio quanto desnecessário. Havia lido em algum lugar que a palavra “semana” etimologicamente significa “sete manhãs”. Primeira manhã, segunda manhã… Ah...

O ferro do machado

Publicado por Saulo Soares
Data da publicação: 22/06/2021

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O Filho, sempre grato!

Publicado por Saulo Soares
Data da publicação: 18/04/2018

Meu pai nasceu muito pobre. Foi adotado por um casal que, além dele, cuidou de mais 16 crianças carentes. Ele contava histórias da bondade dos meus avós para com todos, inclusive com os animais. Meu avô, Lao Monteiro de Carvalho, aposentava seus animais em gratidão aos serviços prestados. Belo exemplo! Transcrevo, emocionado, a carta de meu pai aos seus, por ocasião da Páscoa de 1955, publicada no O NORTE FLUMINENSE, ...

O cristo cego

Publicado por Saulo Soares
Data da publicação: 19/03/2018

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Dois ciganinhos

Publicado por Saulo Soares
Data da publicação: 19/12/2017

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Pensia que ela uma balata na minha atlás!

Publicado por Saulo Soares
Data da publicação: 14/06/2017

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“Vê se se enxerga!”

Publicado por Saulo Soares
Data da publicação: 04/05/2017

Dito assim, de supetão, pode parecer agressivo. Pode. Logo imaginamos a mão levantada, a testa franzida e alguns azedos perdigotos a cruzar o céu da cena. Mas – e quase sempre há um “mas” – nem sempre é assim… Pode ser um belo e sábio conselho. De fato, tantos místicos bateram de forma contumaz nesta surrada tecla filosófica: “Conhece-te a ti mesmo!”. Um “vê se se enxerg...