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(Português) O Sistema “S” e as políticas sociais

Published by Denise Paiva in Social Policies
data: 17/05/2019

 

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Denise Paiva - Pós-graduada em Serviço Social – Assessorias: Ministério da Saúde e Ação Social de Moçambique (1978-1980) - P.M.Juiz de Fora em três mandatos – Gabinete da P.M.São Paulo na Gestão Luísa Erundina (1990-1992) - de 1992 a 2005 junto à Presidência da República e Ministério da Justiça em Brasília – Atualmente é Pesquisadora e Consultora. Residente no Rio de Janeiro - RJ.
3 Comentários
  1. À Denise Paiva,

    Seu artigo provocou reflexões que gostaria de deixar consignadas.

    Possivelmente, ainda não aprofundei minhas análises históricas sobre o Sistema S, porém quero participar de suas pertinentes colocações.

    Ainda me espanta saber que recursos públicos para educação, caminham para o Sistema S sem adequada vigilância da sociedade, justo em nosso país que tanto carece de educação para os jovens para ser competitivo em nível internacional.

    As vezes que recorri ao dito Sistema S, fui surpreendida com os elevados custos das “formações” oferecidas, que aparentemente são para servir ao empresariado.

    Tive uma experiência doméstica que muito me estarreceu, a jovem que criamos em nossa casa, passou em um processo seletivo, para uma capacitação, no mínimo sem sentido!!

    Para favorecer talvez programas e profissionais que de nada serviram ao seu desenvolvimento.

    Hoje mesmo passei na Av Airton Senna, e mais uma vez contemplei os palácios construídos em um dos mais caros metros quadrados do Rio de Janeiro, supostamente TEMPLOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE.

    O resultado temos visto…faltam profissionais para fazer face ao crescimento de alguns setores, no momento em que há Programas de Crescimento, ACELERADOS ou NÃO.

    Cabe mesmo, como diz em seu artigo: Precisamos ser radicais! Radicais não no sentido vulgar e pejorativo, mas no sentido etimológico de “ir à raiz do problema”, de analisar de forma vasta e profunda as organizações sociais.

    Conte comigo, caso seja necessário radicalizar, pois o país precisa de muito, mais e melhor EDUCAÇÃO em nosso país!!

  2. Denise Paiva

    Prezada Lucimar,

    Um dos melhores bônus por ter participado da discussão do Plano Diretor do Rio Janeiro foi ter conhecido uma pessoa como você tão visivelmente comprometida com o interesse público e a causa social.
    Acredito, mesmo que não sejamos muitos, que se conseguirmos criar uma massa critica homogênea e um “dialeto”, claro, corajoso e robusto sobre as politicas sociais, podemos de fato construir um PAD (Programa de Aceleração do Desenvolvimento).
    Abs, Denise

  3. Prezada Denise…por certo sua colocação foi muito feliz: CRESCIMENTO ECONÔMICO não é sinônimo de DESENVOLVIMENTO menos ainda SUSTENTÁVEL.
    O problema está nos modelos de crescimento que privilegiam o “crescer” do bolo para depois repartir…o MODELO precisa ser alterado…o MODELO MENTAL E INTELECTUAL de gerar PROGRAMAS, PLANOS, PROPOSTA e PROJETOS.
    Medir o que se ganha financeiramente é fácil para os financistas de plantão…e os ganhos sociais, e a educação, e a saúde…mede-se, ao final, pelos baixos IDHs e outros indicadores PÓS…e póstumos!!!
    Continuo a seu dispor para um livre pensar das políticas públicas, especialmente as sócio ambientais.
    Abraços e parabéns pela disposição generosa de contribuir!
    LUCIMAR

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