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	<title>Comentários sobre: O Fim dos Economistas? – parte 1</title>
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	<description>Fundação Educacional e Cultural Metropolitana</description>
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		<title>Por: Carlos Foscolo / POMPÉU-MG</title>
		<link>http://www.metro.org.br/milton/o-fim-dos-economistas-%e2%80%93-parte-1#comment-1033</link>
		<dc:creator>Carlos Foscolo / POMPÉU-MG</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 02:42:03 +0000</pubDate>
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		<description>Ter lido a parte II primeiro, levou-me a ler, agora, a Parte I. É uma antiga mania  -- começar a ler os artigos  pelo fim --  de iniciar a leitura de revistas pela última página e assim por diante.  Durante a leitura lembrei-me de algumas observações de Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central (e hoje no circuito de consultoria de alto nível), numa entrevista dele que vi na semana passada , quando cita a educação de economistas nos USA, onde isso leva praticamente 10 anos. Primeiro, fazem-se quatro anos de bachalerado em ciências eonômicas, após o quê, ninguém ainda é considerado &quot;economista&quot;.  Depois mais 5 ou 6 de pós-graduação ou doutorado.
Só então o profissional se intitula &quot;economista&quot;, mas sua formação de bacharelado pode ter sido em engenharia, sociologia, direito, etc.
Minha intenção era a de apenas fazer um pequeno comentário sobre o artigo para dizer como o apreciei, para, então, depois fazer algum comentário, pois esses artigos do Milton não comportam comentários superficiais. São verdadeiras aulas.
Volto depois</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ter lido a parte II primeiro, levou-me a ler, agora, a Parte I. É uma antiga mania  &#8212; começar a ler os artigos  pelo fim &#8212;  de iniciar a leitura de revistas pela última página e assim por diante.  Durante a leitura lembrei-me de algumas observações de Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central (e hoje no circuito de consultoria de alto nível), numa entrevista dele que vi na semana passada , quando cita a educação de economistas nos USA, onde isso leva praticamente 10 anos. Primeiro, fazem-se quatro anos de bachalerado em ciências eonômicas, após o quê, ninguém ainda é considerado &#8220;economista&#8221;.  Depois mais 5 ou 6 de pós-graduação ou doutorado.<br />
Só então o profissional se intitula &#8220;economista&#8221;, mas sua formação de bacharelado pode ter sido em engenharia, sociologia, direito, etc.<br />
Minha intenção era a de apenas fazer um pequeno comentário sobre o artigo para dizer como o apreciei, para, então, depois fazer algum comentário, pois esses artigos do Milton não comportam comentários superficiais. São verdadeiras aulas.<br />
Volto depois</p>
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