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Comentários dos Leitores – 2ª quinzena abril 2013

Publicado por Editor em Espaço do Leitor
data: 06/05/2013

Nota dos Editores

Publicamos a foto do Dr. Pedro Paulo Roque Monteleone, falecido aos 71 anos em São Paulo capital, vítima de infarto, no último dia 29/04/2013. O Dr Paulo foi homenageado por vários leitores em comentários ao artigo “Para Elisa” de Denise Paiva, que transcrevemos abaixo.

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jose r c piqueira “Para Elisa”

Pois é Denise, o querido Dr. Pedro Paulo Roque Monteleone (o Pepê) faleceu hoje. Quantas crianças (!), além da sua Elisa e de minhas três filhas devem a ele o parto calmo, tranquilo e seguro.

Caro Pepê, que Deus o receba e o coloque no lugar que você merece.

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Denise Paiva em Para Elisa

Com esta notícia minha alma foi invadida por uma tremenda tristeza… ele foi muito especial no acompanhamento da minha gravidez, no parto e pós parto….

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Neusa em “Para Elisa”

O Professor Pedro Paulo R. Monteleone, ou Pepê, como era conhecido contribuiu para a formação de muitos ginecologistas e obstetras da Escola Paulista de Medicina.

Muito amigo dos estudantes que depois de formados, reconhecendo sua competência, engrossavam a lista de clientes via mães, esposas ou elas próprias ex-alunas.

Pepê foi meu médico por muitos anos, tive com ele minhas três filhas e minha filha, meus netos.

Sei que fará falta para muitos de nós, com seu bom humor, paciência e alegria, aliados a sua grande competência.

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Sônia Wetzel em “Para Elisa”

Pepê

Engraçado falar como se você tivesse vivo. Talvez seja o nosso desejo. Que os amigos, que pessoas queridas não morram. Acabei de saber de sua morte, e quero te dizer como as minhas filhas que você ajudou a vir ao mundo, estão grandes, adultas, bonitas, mães prestimosas. Obrigada Pepê por tudo.

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Cris de Paula em “Para Elisa”

Pepê querido!!! salvou minha vida e da minha filha mais velha Marianna hoje com 31 anos e cuidou tb da Stephanie de 14!! tantos anos de carinho..broncas (ele tb era bravo rsrs), palavrões e cuidados..que Deus cuide agora de você!!

obrigada por tudo!!

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Luiz Pessoa em “O Circo da minha infância”

Essa é uma das partes boas da internet, como é bom saber que pessoas que nos fizeram rir mto na infancia e que jamais imaginariamos poder ter noticias uma dia, acabam de alguma maneira cruzando novamente nosso caminho.

Maria Elvira,Parabens a todos vcs pelo maravilhoso trabalho e especialmente, muitissimo obrigado pro nos proporcionar momentos tao bons. A todos vcs, especialmente Pricila de quem, embora crianca, eu era fan e tbem Piabinha, meu gde abraco.

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Hidel Oliveira em “O Circo da minha infância”

Queria ver fotos do palhaço Piabinha.

Muito agradecido.

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Hidel em “O Circo da minha infância” em resposta a Maria Elvira Elias.

Maria Elvira,

Lendo sua cronica,me voltou a lembrança deste circo.Naci em 1950 e lembro do palhaço Piabinha.

ME FALE ALGUMA COISA SOBRE ESTE FANTÁSTICO PALHAÇO. EU FICARIA MUITO AGRADECIDO.

Um grande abraço. Hidel

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Lucio em “Na Era do Rádio” resposta a luzia felipe.

Era exatamente assim. Minha mãe, que também está junto ao Senhor, também fazia com que nós parássemos tudo que estivéssemos fazendo para ouvir a oração e depois bebermos a água colocada no copo. Que saudade desse tempo! Que saudade de minha mãe!

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claudio ferreira em “Na Era do Rádio”

gostei de saber que tem muita gente que ainda lembra dos tempos aureos do radio tambem ouvia a oracao da ave maria com um copo de agua que bebiamos apos o termino da oracao onde estiver, Julio Louzada, saiba que vc sera lembrado pra sempre

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Debora Cortes em “Saudades da BH de outrora”

Eu tenho 40 anos e desde 1995 não resido em BH, mas reconheço muito dos nomes citados. Lembro da música do anúncio (rádio? TV?) da Perfumaria Lourdes, uma melodia muito triste com uma voz feminina. Alguém sabe que música era esta?

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Sania Campos em “A encruzilhada final”

“apagar a história pessoal, perder a importância própria, assumir a responsabilidade pelos atos e usar a morte como conselheira,” idéia síntese chave!

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Suliane Fernandes em “II – Santa da Pedra, Romaria e Devoção Popular”

É muito gratificante, ver que, cada vez mais, esse lugar maravilhoso está sendo reconhecido, pois, minha querida e amada avó Clarinda Malveira quando doou o lugar para se fazer a Capela já pressentia o que viria a seguir…

Muita fé e milagres!!!

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Leila Durães em “ II – Santa da Pedra, Romaria e Devoção Popular”

Todos os anos vou à Santa da Pedra.

É incrível a emoção q sinto todos os anos de visitar, tudo é realmente muito bom.

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Felipe/Sagrada Família/BH em “Moradores tentam interdição de Depósito de Gás”

Realmente há vários meses temos este problema, além de incômodo por ruídos durante a noite e madrugada, existe da nossa parte, grande preocupação ao saber que na nossa rua existe um estabelecimento que trabalha com uma grande quantidade de produto inflamável e tem um descuido enorme com a segurança do estabelecimento. Espero que a fiscalização continue pressionando e as atividades deste estabelecimento não sejam reestabelecidas.

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Rene em “Moradores tentam interdição de Depósito de Gás” em resposta a Felipe/Sagrada Família/BH.

como denuncia

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Cleonice Flávio em “Cidade Administrativa: servidores apreensivos”

Gente!!! na verdade eu tinha uma outra imagem dessa obra que custou aos cofres públicos mais de um bi…

QUE VERGONHA!!!

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carla em “Abuso Sexual: Infância e Adolescência”

eu sofri abuso sexual dos 5 anos até ficar adulta, hoje com 33 faço terapia e tenho uma vida quase normal mas ainda tenho pesadelos com os abusos, se um filho ou uma filha começar a ficar com notas baixas falta de apetite e agresiva procure ajuda enquanto é cedo e denuncia, não deixa acontecer com eles o que aconteceu comigo

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clemilda em “Homens Perigosos”

Oi, tenho 26 anos e sou casada há 8 anos meu marido é extremamente ciumento a ponto de não me deixar ir na casa de meus pais, eu só vou lá de 6 em 6 meses e olhe lá, eu tambem ja sofri agressões fisicas no começo era tantas brigas ele dizia que eu traía ele e isso nao passava nem por minha cabeça, então eu morava com minha sogra, aí ele me levava pro nosso quarto me batia que eu faltava era perder a voz, amanheçia com as costas toda roxa, ele me dizia que enquanto eu não confessase para ele eu iria viver apanhando, sendo que eu nao tinha nada para confessar, entao tomei 20 comprimido carptopril remedio para controlar pressao passei muito mal fui parar no hospital, então falei para a mae dele que eu iria me separar, ela falou que eu estava louca porque um homem que só sai comigo e põe tudo dentro de casa, quero sair dessa vida mas tenho medo da solidão, quero um conselho, me ajude obrigado

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Fabiana em “Homens Perigosos”

Esse texto é de utilidade pública, que deveria ser mais divulgado. Acho que as mulheres caem nessa “armadilha de amor” por acreditar em histórias de amor, não digo que não possamos ter um relacionamento saudável, mas o desejo imenso de viver um romance nos faz criá-lo onde não há espaço para isso, ou seja, com pessoas erradas. Infelizmente, em nossa sociedade machista, os homens estão muito mal acostumados e tratam as mulheres como objetos, propriedades que estão ali para servi-los quando e como quiserem. Já as mulheres, com a visão latino romântica acreditam que é sua função fazer o homem mimado feliz e quanto mais ela faz para agradá-lo, mais ele se sente no poder de reclamar e exigir. É uma bola de neve e acredito que essa cultura é ruim para ambos os lados, tanto para o agressor como para o agredido (no caso, a mulher).

Penso que deveria haver uma conscientização desde a escola, para que as crianças aprendem uma nova visão de relacionamento, já que nas casas as histórias se repetem e pior que a maioria nem percebe que é vítima de abuso ou é o abusador. Infelizmente, o índice de criminalidade de violência contra a mulher é altíssimo e não vejo outra saída que não seja a educação. Parabéns pelo texto, muito útil a sua contribuição.

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Carlos Bittencourt Almeida, autor, em resposta a Fabiana em “Homens Perigosos”

Fabiana

Obrigado pelo teu comentário. A grande dificuldade neste tema é que há excesso de maus exemplos, tanto entre os homens ditatoriais e violentos, quanto entre as mulheres frequentemente submissas e medrosas. O mêdo da solidão é aquilo que move as más escolhas. Quem não consegue se privar de um relacionamento pouco saudável, vai afundando cada vez mais. No desenvolvimento da capacidade de extrair alegria da vida, fora da relação amorosa, é que está a esperança. Para escolher corretamente é preciso saber esperar, ter paciência, guardar a carência sem desesperar.

Só podemos dar aquilo que vivemos, aquilo que somos. Seja na escola, seja no lar, as crianças e os jovens aprendem o que veêm e percebem acontecendo. Não é o que dizemos que tem força para inspirar um caminho, mas aquilo que somos capazes de irradiar pelo exemplo. Aquele homem que sabe valorizar e respeitar uma mulher é que poderá estimular meninos e homens jovens para o verdadeiro amor. Aquela mulher corajosa, que sabe escolher, que sabe esperar, que é firme para exigir respeito e amor verdadeiros, é que poderá inspirar meninas e mulheres jovens. Não adianta ensinar teorias sobre este assunto, dentro do currículo escolar. O tema será torcido até chegar àquilo que aquele que ensina é, no seu cotidiano.

Eu sou daqueles que acredita que um grande amor pode existir entre um homem e uma mulher, um amor verdadeiro que dura anos e sobrevive às dificuldades do cotidiano. Sonhar e desejar um grande amor não é o problema. O problema é ser cego, não querer ver a realidade, mentir para si mesmo colocando a esperança numa relação impossível, que dá evidências frequentes no sentido destrutivo. Se tivermos paciência, persistência, inteligência e coragem o grande amor pode ser vivido, não na sua perfeição impossível, mas como fonte de grandes alegrias reais , que sobrevivem à passagem do tempo.

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Edméia Faria em “A arte de morrer”

Acabo de encontrar a quem deixar meus pequenos tesouros. Vou já fazer o testamento.

Abraços,

Edméia Faria

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Eustaquio Oliveira em “Roberto Dimatthus, Artesão”

Olà Roberto Dimathus, tudo bem?

Sou admirador da nossa bela música caipira e um simples iniciante no aprendizado da viola. Gostaria de conhecer seu trabalho. Por favor, se puder, envie seu endereço e se vc aceitar eu poderia ir até aí, pois moro em Venda Nova e trabalho em Neves…passo em Justinópolis todo dia!

Um abraço!

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Editores em resposta a Eustaquio Oliveira.

Prezado Eustáquio, no final da entrevista você pode ver o telefone do Roberto.

Um abraço dos Editores.

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Cinthia Melo em “Quisera ser….”

Linda, delicada e suave. Adorei!!!!

Bjs

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