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Comentário dos leitores – 2ª quinzena Março 2017

Publicado por Editor em Outros Artigos
data: 05/04/2017

bode poderoso

Marcia Helena em “A dama do Cravo”

Sublime!

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Raquel em “A dama do Cravo”

Encantada!

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Celina em “A dama do Cravo”

Parabéns Cíntia, belas palavras!

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Ronaro em “Enchente das goiabas ou de São José”

Obrigado. Eu queria entender o porque da expressão “enchente das goiabas”. Passei por mais de 10 sites, que só citavam o nome e não sabiam de onde vinha. Você foi o primeiro a realmente falar do assunto.

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Elton em “Bernardo Riedel, o Professor Pardal brasileiro”

Ola! Nao entendo nada de telescopios,mas quero comprar um para olhar a lua os planetas e as estrelas. Gostaria de saber o preco esta a partir de quanto? :)

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Marcelo Procopio em “Saudades da BH de outrora”

quanto ao cine Metrópole, houve protesto sim da classe artística e cultural e amigos.
Eu mesmo fiz matéria no Estado de Minas sobre as manifestações.

O Bradesco então prometei construir um cinema naquele prédio horrível.

Não construi. E ficou assim.

Anos mais tarde a antiga Telemig estatal fez seu prédio no alto da avenida Afonso Pena e lá fez um teatro no térreo.
O telefônica fez uma parceria com o Bradesco que fez parte do acabamento do teatro, doou as poltronas e alguma coisa mais.

Depois chamou a imprensa e disse que tinha cumprido sua promessa.
— Mentira.
Se não fosse o banco outra empresa ou a própria Telemig terminaria a obra do teatro.

Os jornais. as tvs e rádios mineiros noticiaram essa balela na ótica do Bradesco.

E ficou assim,

apenas um jornal, o independente O Cometa Itabirano fez uma matéria contando essa história. E denunciando a farsa do Banco com cumplicidade da Telemig

abraços

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Denise Paiva em “FHC e Itamar Franco, a versão e os fatos”

Parabéns a Metro pela inciativa de publicar este texto inédito. Lembro agora de uma frase de Itamar ao termino do seu governo em 1994. “servi a República com a modéstia de meu viver e com minha honra”.

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Maria Andréa Loyola em “FHC e Itamar Franco, a versão e os fatos”

Muito oportuno Metro!
Nunca poderia imaginar que FHC,
conhecido por seu equilibrio e elegância,
pusesse ser tão deselegante, para dizer o mínimo,
com o homem que o apoiou na elaboração do Plano Real
e que, como Presidente da República, viabilizou sua implantação.

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ROBERTO DILLY em “FHC e Itamar Franco, a versão e os fatos”

O covarde e ingrato FHC sempre foi um “aproveitador”. Estava “morto politicamente”, quando o Presidente Itamar Franco aceitou uma sugestão do então Senador Roberto Freire, e foi assim que o FHC ganhou a “oportunidade” de se “refazer”. E oportunismo é com ele mesmo. Nesses tempos de apuração de corrupção, seria interessante uma análise séria sobre a constituição dos “Institutos presidenciais”. O Instituto Lula tornou-se realidade com a doação de milhões por parte de empresas, da mesma forma que o “milionário Instituto FHC” nasceu nadando em “milhões doados pela iniciativa privada”. Em Juiz de Fora existe o “Instituto Itamar Franco”, que foi criado com apenas a doação de recurso apurado com a venda de um dos dois imoveis que pertenciam ao Presidente Itamar Franco. FHC tem que fazer o “mea-culpa” e tornar-se grato ao Presidente que lhe deu a chance de se reerguer, mas para isto é necessário dignidade humana, algo ainda não demonstrado na auto megalomania deste ex-presidente que se julga acima do bem e do mal.

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Ruth Maria Hargreaves Cardoso da Silva em “Minha continência, general Lucena (1930-2017)”

Parabens Denise Paiva,
belo texto, justissima homenagem.

Aplausos e reverencia ao nosso General Zenildo Lucena.
Impar em seu comprometimento com a democracia

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Milton Tavares Campos em “FHC e Itamar Franco, a versão e os fatos”

Pedro Simon, ex lider do Governo Itamar no Senado Federal dá entrevista em “O Globo” também rebatendo a versão de FHC, ao final da matéria a repercussão do artigo de Alexandre Dupeyrat publicado em primeira mão pelo Metro.
Pedro Simon rebate críticas de FH a Itamar
Para ex-senador, tucano demonstra ‘rancor e animosidade’ contra o seu antecessor na Presidência

POR SÉRGIO ROXO 30/03/2017 4:30

Simon com Itamar: “Uma das coisas que diferenciou FH do Itamar foi o toma lá dá cá. Itamar não fez isso” – Marcos Michelin/Estado de Minas/19-10-2001

SÃO PAULO — Líder do governo Itamar Franco (1992-1994), o ex-senador Pedro Simon rebateu as acusações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao ex-presidente mineiro no terceiro volume de seus “Diários da Presidência”, lançado na semana passada. Para Simon, o tucano mostrou “rancor e animosidade” inexplicáveis contra o seu antecessor.

— O Fernando Henrique disse que foi babá do Itamar, não é verdade. Eu nunca vi nada disso — afirma Simon, de 87 anos, que deixou o Senado em 2015. No livro, o tucano diz que foi a “ama-seca” de Itamar na Presidência da República.

O ex-senador nega também que o então presidente tenha colocado obstáculos à implantação do Plano Real, como FH dá a entender no livro. O tucano era ministro da Fazenda, na época.

— Da onde ele tirou isso? Onde tem uma palavra do Itamar contra o Plano Real? O Fernando Henrique é um brilhante sociólogo e nunca foi economista. Teve o mérito de coordenar os economistas. Daí dizer que o Itamar não conhecia o plano, que não leu, é querer desmerecer. Foi o Itamar que determinou que as coisas acontecessem — diz o ex-senador.

“CASO DE ANÁLISE”

No livro, o tucano dispara críticas contra o Itamar, que, no período abordado (1999-2000), era governador de Minas, depois que ele anunciou moratória da dívida do estado. O episódio agravou a crise econômica da época.

Outro ponto do livro de Fernando Henrique contestado por Simon trata da revelação de que os chefes militares da época o consultaram em 1994 sobre a possibilidade de permanência no Ministério da Fazenda, em caso de uma substituição de Itamar, pelo Congresso, provavelmente por Jarbas Passarinho. A consulta a FH teria sido feita pelo general Romildo Canhim (1933-2006), então ministro da Secretaria de Administração Federal, logo após Itamar ser fotografado no carnaval daquele ano ao lado modelo Lilian Ramos, sem calcinha.

— Nunca ouvi falar nisso. Fui líder do governo o tempo todo. Em que momento aconteceu isso? — questiona Simon.

De acordo com o ex-líder do governo no Senado, Fernando Henrique mudou de postura com relação a Itamar ao longo do tempo.

— No início, quando queria ser ministro, o Fernando Henrique ficava rodeando o Itamar o tempo todo. A ponto de o Itamar dizer: ‘é impressionante como o Fernando Henrique gosta da gente’.

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Depois de ser eleito presidente, o tucano passou, na visão de Simon, a tratar Itamar de outra forma.

— Quando o Fernando Henrique se consolidou, passou a ver a ver o Itamar como estorvo. Acho que é um caso de análise. É uma coisa muita estranha essa animosidade, esse rancor.

O ex-senador ainda afirma que Itamar foi o primeiro a bancar a candidatura presidencial de FH em 1994, antes da adesão do PSDB. O gaúcho conta que apoiou inicialmente o tucano, mas se afastou após ele fechar apoio do PFL à sua candidatura.

Simon também provoca e diz que Itamar foi mais rigoroso que o seu sucessor na negociação de cargos com o Congresso.

— Uma das coisas que diferenciou o Fernando Henrique do Itamar foi o toma lá dá cá. Itamar não fez isso.

O ex-senador pelo Maranhão Luiz Fernando Freire, filho do também ex-senador Vitorino Freire, foi outro que saiu em defesa de Itamar Franco. Freire disse que como senador teve a “honra e o privilégio” de conviver e de se tornar amigo de Itamar, a quem aprendeu a admirar por sua “incorruptível conduta na vida política e pessoal”.

— Dizer que Itamar Franco era temperamental não é ofensa, mas apenas uma de suas características. O que ofende mesmo, tanto à memória nacional como a do próprio autor dos diários, é o pavoneamento permanente, o processo sistemático de falar mal de seus mais próximos amigos e colaboradores no governo ou fora dele, o ridículo e habitual autoelogio, a desmedida e despropositada vaidade, e pior do que tudo, a marca da ingratidão dirigida a quem o inventou como ministro e presidente da República, e a quem absurdamente acusa de sequer ter lido o Plano Real — disse Freire.

O ex-senador afirmou que Fernando Henrique sabe que nenhum presidente da República — “mesmo os mais cheios de si como o próprio FHC” — deixaria de ler um projeto tão ambicioso como a troca da moeda do seu país.

EX-MINISTRO APONTA INTERESSE POLÍTICO

Já o ex-ministro da Justiça no governo Itamar Alexandre Dupeyrat destacou que uma das facetas da política é tratar-se de uma atividade onde a traição faz parte das regras do jogo e condenou a postura de FH no livro:

— Ao que parece, o autor se coloca num pedestal, acima de tudo e de todos, criticando, de forma veemente, a “podridão” e a “corrupção” do sistema político brasileiro e, em especial, “a insistência do PMDB na busca de cargos”. FH, ao que tudo indica, parece pretender surfar na onda anticorrupção que tomou conta do país após as revelações da Lava-Jato.

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Segundo Dupeyrat, o paradoxo é que o governo de FH não passou imune à corrupção, mas preferiu debitar ao excessos do Ministério Público os ilícitos no curso da sua gestão, “como o episódio envolvendo a diretoria do Banco Central”.

Dupeyrat questiona porque FH enfatiza, justo neste momento, a personalidade de Itamar, a ponto de dizer que foi “a ama-seca dele” e, nesta condição, impediu crises, inclusive com os militares”

— Não é preciso muita perspicácia para entender o objetivo. Ele quer se apresentar como a pessoa que o país necessita num momento de grave crise política, social e econômica.

link>
http://oglobo.globo.com/brasil/pedro-simon-rebate-criticas-de-fh-itamar-21134215#ixzz4cozZXRnD

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Ivan em “Saudades da BH de outrora”

Talvez eu não seja da mesma idade do autor dessa crônica, mas me lembro de algumas coisas que me marcaram em BH. Não posso esquecer das lojas Ranieri, onde meu pai comprou minha primeira camisa do Cruzeiro. Como posso me esquecer das Casas Rolla, ponto obrigatório para a compra do meu uniforme de escola; e da Mesbla, um verdadeiro luxo, uma loja de departamentos bem ao estilo inglês. É muita lembrança que começou a se dissipar com a implosão do mercado da lagoinha, anunciando uma modernidade já decadente, que não soube preservar nossa cultura e memória

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