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Comentários dos leitores – 2ª quinzena Fevereiro 2017

Publicado por Editor em Espaço do Leitor
data: 02/03/2017

comentário leitores segunda fevereiro

Nepomuceno em “Sansão”

Quando o homem está bêbado ele aflora seu sentimento de vítima do mundo, quando ele está sóbrio perde a autopiedade e recupera a autoestima, para mim esta é a lição mostrada.

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Nepomuceno em “Os irmãos de Jesus”

Uma pergunta para o autor que é teólogo católico, no momento da anunciação do anjo Gabriel a Maria de sua escolha para ser mãe do enviado de Deus, ela e José eram ainda noivos? Isso para mim explica uma situação que é mal entendida por falta de esclarecimentos.

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Antonio Carlos Santini, autor, em resposta a Nepomuceno

Só se pode afirmar o que consta dos Evangelhos.
O Evangelho de Lucas registra que “o anjo Gabriel foi enviado por Deus [...] a uma virgem, PROMETIDA A UM HOMEM [no texto grego original, ‘emnesteuménen andri’] de nome José, da casa de Davi”. (Cf. Lucas 1,26-27.)
O Evangelho de Mateus, ao fim da genealogia de Jesus, anota que “sua mãe, Maria, estava PROMETIDA A JOSÉ [no texto grego, ‘mnesteutheísis toi Ioséph’]. Antes que viessem a morar juntos, ocorreu que ela se achou grávida pela ação do Espírito Santo”. (Cf. Mateus 1,18.)
Lembrar que, na Palestina da época, o noivado era um compromisso tão sério que, em caso de óbito do noivo, a noiva passava a vestir-se como viúva e convivia com as demais viúvas. Uma noiva adúltera, se acusada pelo noivo, sofria a pena de lapidação (cf. João 8,1-11).

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Erivelton em “Visita agendada”

É por isso que a maioria das empresas contrata pessoas de boa aparência e com autoestima elevada sem preocupar muito com escolaridade, são os chamados “fatores complementares” que acabam virando principais para se obter um emprego nesses tempos difíceis.

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Sebastião Verly em “Sansão”

Parabéns ao Milton pela brilhante memória.

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marcos apolinário santana em “Visita agendada”

O heterocromicosmo (?) dos olhos acalentam o desalento na visão deferida em faturas resultantes daquela inesperada surpresa. C’est la vie.

MAS (Olinda PE)

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anacleto rossi em “Roberto Dimatthus, Artesão”

o grande luthier roberto dimathus realmente é um profissional de alta grandeza, competencia e honestidade com que faz seus instrumentos musicais, é um homem iluminado pelo espirito santo, tenho tres violas caipiras e um violão construidos por ele, são instrumentos de alta qualidade, sonoridade e beleza, recomendo seu profissionalismo e não paro por aí, futuramente ele vai ter mais trabalho para seu amigo anacleto rossi ….

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Levindo em “A menina da Savassi”

BH sempre teve MENINAS assim como esta.
Guardo com muito carinho as lembranças
que ainda hoje tenho, das belas aí existentes;
nos anos 60 e 70,quando aí viví!

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SAVIO OLIVEIRA em “Saudades da BH de outrora”

Obrigado e parabéns pela reportagem e a todos que contribuiram com seus comentários oportunos e tão ricos. Sou de 71, então lembro me com muito carinho e emoção da BH do final dos 70 mas principalmente no 80′s onde vivi intensamente no centro (chamávamos ainda de “ir à cidade”),nos vários cinemas, Royal, Jaques, Brasil, Palladium, A caiação e etc. Nos tantos e tantos “fliperamas”, e maravilhosas lanchonetes sendo a melhor sem dúvida a “Acaiaca Lanches”, nós pés do maravilhoso Edifício Acaiaca. A “Doce Doce” e a lalka? A Outrora tão gostosa moderna Galeria do Ouvidor…foi muito bom!!!!!

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Eduardo Storry Santos em “Ai que saudades dos blocos caricatos!”

Pena n terem publicados alguma foto das Domésticas de Lourdes

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Sebastião Verly em “Grito de carnaval”

Você alcançou o mais admirável poder poético. Isto mesmo admiro sua arte…

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RONALDO LEMBI MASCARENHAS em “Saudades da BH de outrora”

Maraviloha as lembranças de belo horizonte, onde vivi de 1970 a 1995.
Alguem se lembra da COLONIA ITALIANA, clube dançante anos 70, onde sempre aconteciam horas dançantes aos sábados à noite?

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Pablo Augusto em “Ai que saudades dos blocos caricatos!”

Fiz uma bela viagem ao tempo, lendo os comentários dessa bela matéria! Queria muito viver esse tempo. Mas infelizmente nasci na época errada. Gosto muito de carnaval e espero que um dia o carnaval de BH volta aos anos de ouros! Esse pessoal da “antiga” bem que poderia volta a ativa com esses blocos caricatos que fazem parte dá história de BH.

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