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Comentário dos leitores – 1ª quinzena Março 2014

Publicado por Editor em Espaço do Leitor
data: 19/03/2014

Verly em “Blocos carnavalescos ocupam BH”

Seis escolas de samba, nove blocos caricatos, 140 blocos de rua, 70 atrações, 13 palcos e um milhão de foliões. BH ainda vai superar o Rio, Salvador e Recife…

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Evillyn em “Solo impermeável, população vulnerável”

Achei tedioso encurtam ou resuma essa publicação acho que tem que ser usado coisas (Exemplos) mais comunicativos pra que pessoas mais jovens e não muito interessadas se encantem com o texto não se entediem como eu, obrigado pela ajuda mais no final a conclusão foi pequena demais perto do tamanho do texto de vocês :)

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Cristiano em “Ai que saudades dos blocos caricatos!”

Desfilei durante anos no Bloco Colored’s da Floresta (cuja sede na verdade ficava em Sta. Teresa). No dia do desfile dos blocos caricatos a média de público batia acima de 100 mil. O grande mal foi quando resolveram alterar o formato dos blocos criando limites de integrantes, exigindo até porta-bandeira e samba de enredo. Os blocos não tinham estrutura para tal, pois eram agremiações familiares. Pimenta da Veiga, então prefeito, praticamente acabou com o carnaval de rua em 1989 não dando às entidades o subsídio, já que o regulamento na época proibia qualquer tipo de publicidade, mesmo subliminar.

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Marcelo em “Saudades da BH de outrora”

Selaria Mexicana, ponto de encontro de fazendeiros de todo estado que vinham a capital para tratar de negócios e visitar familiares e filhos que estudavam. Primeiro proprietário Rivalino e posteriormente seu sobrinho Henrique Rodrigues Pereira que a todos recebia com jeito amigo, ficavam todos os clientes e amigos por horas a bater papo no balcão, Henrique rejeitou ser Deputado para não desagradar amigos do outro lado da política. Tempos bons…

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Juliana em “Homens Perigosos”

Anselmo, também peço-lhe vênia, para enfatizar que és um energúmino.

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Verly em “Mulher, instantes paradisíacos”

Na verdade, o Tuniquinho Garcia é de Abaeté. Era pai de minha professora, Dona Olga, e eu o trato como se fosse de Pompéu. Mas é tudo na mesma região e fica tudo em casa.

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Camilla em “Pais e Filhos”

Boa tarde,

Achei a matéria bem interessante e achei essa situação igual a uma pessoa próxima que eu conheço. Na verdade é meu namorado, ele tem 36 anos e ainda mora com os pais. A relação dele com a mãe é obsessiva tanto que ele deixa de sair comigo para fazer as coisas para ela. E digo que não é ciúmes ou implicância, mas ela abusa e não quer que o filho saia de casa de jeito nenhum. Ele sabe que tem essa relação com a mãe, faz até terapia e tudo, mas não consegue progredir e isso está abalando o nosso relacionamento, pois ele faz tudo o que ela quer. Daqui a pouco ela vai controlar nossa vida. Ele precisa de ajuda urgente, senão não vou suportar mais essa situação.

Obrigada por ouvir meu desabafo.

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Carlos Bittencourt Almeida, autor, em resposta a Camilla

Camilla
A pergunta a ser feita é: Ele quer mudar ? Talvez ele queira manter as duas mais ou menos satisfeitas, nutrindo-se de ambas. Será que ele vai mudar ? Nós nos revelamos não através de nossas palavras mas através de nossas condutas. Observe como ele age e opte por ficar com ele com base nisto, não no que ele diz que fará. Não considere que esta situação é culpa dela, com 36 anos ele é cúmplice, faz porque quer. Não é nenhuma criança indefesa e sem opção. Conheço pessoas cujo laço com o pai ou a mãe é mais forte do que o laço no casamento. Opção pessoal…

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Julio em “Nutrição Ayurvédica – Entrevista com Dr Carlos Guimarães sobre sua trajetória e seu próximo livro”

O livro de Nutrição Ayurvédica já está à venda no site http://www.ayurvedaemminas.com.br. Aproveitem.

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gislaine em “Fugit amor”

Que romântico! Mesmo passando por um sentimento de abandono, de incompreensão da própria situação, ainda atenta para o canto do pássaro, para o silencio dos sinos. Só um poeta consegue transmitir de forma tão bonita os sentimentos e situações vivenciadas.

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antonio carlos em “Batom nos paramentos”

muito bem falado ,se a igreja não quer a mulher em seu meio talvez a mulher precise pensar em como sair desta igreja.

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Kawak em O brilho da luz interna

O nagual parou por um momento.

- Existe uma maneira, na realidade uma manobra que poderia deslocar o ponto de aglutinação da Humanidade.

Isso é possível? – perguntei

Claro que é possível. Já falei diversas versas vezes que os Antigos consideravam a respiração um ato mágico. Bastaria o intento inflexível de um certo número de Guerreiros impecáveis para tal façanha. Depois do deslocamento do ponto de aglutinação da Terra, caso conseguíssemos juntar 144.000 Guerreiros impecáveis no mesmo intento. O segredo está na respiração. Através dela nos conectamos nossos pensamentos. ( a observação do intervalo entre a inspiração e a expiração). Expressando nosso amor pela Terra junto com essa respiração em especial, executada durante um período de 03 meses ininterruptos, bastaria para alcançarmos esse intento ) surgiria uma nova possibilidade diante de nossos olhos. Assim nos ligaríamos às faixas de emanações que regem a humanidade. Assim mudaríamos o brilho, a matiz do ponto de aglutinação da Humanidade.

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cristina em Hamurabi e a Logística Reversa

achei dez. pena que retrocedemos :(

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Anselmo em Homens Perigosos

Boa tarde a todos!

De ante mão, peço-lhes vênia para divergir em parte do texto ora publicado.

É cediço que na atual sociedade “moderna”, existem mulheres que, na ânsia de manter o relacionamento, acabam sim ficando enfermas.

Ocorre que muitas dessas moléstias que as acomete (depressão, por ex.) decorre das próprias exigências que lhes são impostas na vida, porquanto no curso de um casamento é necessário que a mulher prime pelos bons costumes (como a fidelidade). Aqui é que os problemas, indubitavelmente, começam a surgir.

Afora os homens que não zelam por preceitos morais ligados a família e religião,os quais merecem total repúdio, sabe-se que existem mulheres que precisam a todo tempo se sentirem desejadas.

Nesse viés, qualquer situação banal existente dentro do lar, ressalvada algumas hipóteses, é motivo suficiente para menosprezar o parceiro (e a própria relação).

Acontece que muitos profissionais da área não relatam em seus blogs que mulheres têm instintos.

Pincelando o que foi asseverado linhas atrás, as “mulheres” das quais me refiro (e aqui, frisa-se, são a minoria), ficam literalmente doentes quando não podem se sentir desejadas, e é exatamente nesse estágio que começam a ficar transtornadas. Ou seja, nesses casos isolados, a vontade de se relacionar com alguém que deseja é tamanha que qualquer futilidade dentro de casa é motivo para descarregar no companheiro (e aqui fica ainda pior quando se têm filhos, trabalho e um lar a ser zelado, pois tais tarefas sobrecarregam àquela mulher, principalmente porque fica tolhida de fazer algo que não seja com seu parceiro – vale dizer, já estão desejando outro homem).

E quando as aspirações dela “sobem a cabeça”, tudo é motivo para separação, ainda que o homem (companheiro), seja paradigma dentro de casa e excelente pai (e isso é o que pouco importa para ela nesse momento).

Gostaria de escrever muito sobre esses casos peculiares. Embora trabalhe com Direito de Família há dez anos, não posso fazer alusões a uma área que não tenho total conhecimento, que é a área da Psicologia.

Enfim, tudo que é escrito é válido, independente da real situação que cada homem enfrenta (ou enfrentou) com sua mulher.

Um abraço fraternal a todos!

Anselmo

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Verly em Blocos carnavalescos ocupam BH

 

meu filho pede para lembrar do Mamá na Vaca, o Tico-tico Serra Copo e o Bloco do Peixoto, que saem desde 2009 e são considerados os grandes responsáveis pela retomada do carnaval. Anualmente o concurso de marchinhas Mestre Jonas, que já premiou marchinhas que vão ficar na memória, como Imagina na Copa, A Coxinha da Madrasta e, este ano, a do Pó Royal.

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Verly em Blocos carnavalescos ocupam BH

Fiquei muito feliz de ver o texto publicado inclusive a letra do Pó Royal. Muito obrigado.

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Nina em Homens Perigosos

Meu Deus, por 13 anos eu vivi uma situação degradante. No começo ele era o melhor homem do mundo, atencioso, dizia me amar muito. Mesmo sabendo que tivera outros quatro relacionamentos conturbados, aceitei por acreditar nele. Com 3 mêses de namoro como eu morava sozinha ele pediu para morar comigo, aceitei e fui deixando ele mudar a minha vida; ele vasculhava a minha vida ligava para os meus contatos e me agredia com palavras, uma vez até tentou me esganar, por pena eu fui deixando.E senti que ele queria me dominar, o dia em que pediu para eu fazer uma escolha entre ele e a faculdade, mesmo decidimos comprar um imóvel em conjunto para a minha pior

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maria em Homens Perigosos

menina, a 10 anos tenho um caso assim meu companheiro me bate, me humilha, mas não consigo me separar dele, ele é muito bom em questão de sexo, a minha doença com ele é essa, ele se vale disso pra cada dia me humilhar mais, o que faço?

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kayo cristtyann lima peixoto em Ilusão

Ola!! quando si trata da ara que ate de amar a arte de ecrever, de colocar para fora o retrato de uma alma pura e verdadeira, so vc. que saudade boa de seu discurso amavel e verdadeiro. sabe que ate hoje me lembro que pessoas especiais, tomam agua em um copo de cristal. nao por estatus, mas sim pela transparencia humanitaria que carrega dentro de si. as vezes procuro por petalas ao vento, pelo seu retrato pintado da maneira que a vejo. saudades eternas, minha musa inspiradora. att kayo cristtyann.

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Mauro em Cidade Administrativa: servidores apreensivos

O Estado está quebrado.

http://www.jusbrasil.com.br/diarios/62137232/al-mg-26-11-2013-pg-29

 

kayo cristtyann lima Peixoto em A Noite do Meu Bem

tem noticias de petalas ao vento?seu retrato? gostaria muito de ver as telas e fotos. abraços fortes , att. kayo cristtyann.

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kayo cristtyann lima peixoto em Anúncios da Primavera

Edmeia, querida Edmeia, tu és o poema de amor vivo. Saudades eternas.

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Flávia em Homens Perigosos

Sim, Carlos, você tem razão em dizer que a questão da família foi peça fundamental para as coisas voltarem ao normal..não ter filhos e não depender também do meu ex..ao contrário disso..mas não foi fácil..para mim e para as pessoas que amo..

Ameaça de morte é algo que nunca imaginei viver nada vida..na verdade eu nunca me imaginei viver com uma pessoa como esta que vivi..visto a minha vida, círculo de amigos..sim..graças a Deus tenho uma família que sempre me apoiou mas, que não sabe da metade o que se passou..

Tive que contar a verdade sobre tudo, foi horrível..mas não chegaria perto do que conviver com uma pessoa muitas vezes “instável”..agressiva..que já me machucou fisicamente algumas vezes e verbalmente milhares..

O que aprendi de tudo isso? Que como já dito em comentários anteriores acima, que não me fecharia mais as pessoas ao meu redor para que sempre houvesse onde recorrer..

Foram tantas situações..a forma bruta como lidava com a mãe..sempre nervoso com ela..comigo..a forma como quase nos matava dirigindo louco..como ja me jogou pra fora do carro..bateu a mão na minha boca e cortou..me chutou..faço daqui um desabafo..tantas coisas..

Eu não quis envolver ninguém, queria resolver tudo sozinha..e as coisas pioraram..só recorri quando vieram as ameaças..não quis que algo acontecesse e meus pais sofressem com algo pior que pudesse acontecer ..se não fosse válido, o juiz não daria a medida…mas passou..enfrentei com ajuda sim mas não foi fácil..fiz do medo a minha maior arma..

Sim..a culpa foi minha de tudo ter acontecido..não a tiro, mas, o que erroneamente achei que estaria consertando sozinha..não funcionou =/ ..queria sair disso sem fazer ninguém sofrer..mas não teve como

Se existem 7 vidas como dizem eu já perdi umas 4..e sim, procuro entender até hoje sempre sempre..por que..fico triste..choro as vezes ..sempre lembro de tudo que aconteceu e pq eu estava doente..apaixonada com alguém que não me amava ..não entendo..mas não posso voltar atrás..hoje pouca coisa me faz medo..ou pessoas..acho que perdi a “inocência” vendo tanta coisa..perigos nas “aventuras” com ele..

Quando o conheci eu tinha 22..hoje tenho 32..3 anos gostando..3 anos namorando..foram seis anos nisso tudo..

Aos poucos as respostas aparecerem..

Obrigada pelo conselho!

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Ana Catarina em Homens Perigosos em resposta a Carlos Bittencourt Almeida

Obrigada Carlos pelos elogios, e principalmente pela a explicação. Concordo com você, as pessoas precisam assumir a responsabilidade dos seus atos. Outro aspecto em que concordo com você é que realmente isso provém de um ” egoismo monstruoso” e estou sentindo isso na pele. Visto que agora virei alvo de vingança. Minha sorte é que por pouco tempo pois estarei ingressando na faculdade daqui a um mês. Continuo com a minha definição que essas pessoas são como vampiros, pois nunca vi um moral tão baixa, parece que elas só cansam quando enfraquece totalmente a vitima, mas algo garanto e digo para todas as outras mulheres, não desistam e lutem com todas as forças para vencer esse algoz, cada ser é unico e nada justifica que outro ser tenha direito de tentar apagar a sua luz interior. Quando nos amamos é que podemos amar alguém, e quando o fizerem sigam o concelho de Carlos ” Sejam exigentes”, e acrescento o meu – Sejam vigilantes, um ato vale mais que mil palavras e nessa hora a lógica é essencial.

Beijos

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Carlos Bittencourt Almeida em Homens Perigosos em resposta a Flávia.

Flavia,

Acredito que te ajudou muito a sair desta prisão o apoio de tua família, não ter filhos e não depender economicamente dele. Ser jovem também ajuda.

Existe um tipo de sentimento de culpa que todos nós precisamos ter, é aquele de se sentir responsável pelos próprios atos e não achar que o outro me forçou, enganou, ludibriou e que a culpa é dele, não minha. Somos frequentemente responsáveis, cúmplices e a culpa não é de ninguém, só nossa. Assim podemos aprender com nossos erros e tentar não repetí-los.

Não desista de tentar compreender porque você deixou tudo acontecer. Esta pergunta é fundamental. Sem autoconhecimento andamos pela vida como cegos ou como sonâmbulos.

Parabéns por estar sendo capaz de sentir feliz sozinha no momento. Esta capacidade é fundamental para evitarmos relações destrutivas.

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Carlos Bittencourt Almeida em Homens Perigosos em resposta a Ana Catarina

Ana Catarina

Em primeiro lugar parabéns pela tua prudência. Se todas agissem assim quantas desgraças seriam evitadas… O medo da solidão e excessiva tolerância que daí resulta é a semente de tantas tragédias …. Na questão do amor, é preciso radicalizar e ser exigente, senão o mal que se tentava evitar – solidão – se multiplica e torna a vida das mulheres cem vezes pior em relações destrutivas.

Não acho correto olhar para este tipo de comportamento como se doença fosse. O grande fio condutor para analisarmos o comportamento humano é perceber a intensidade do egoísmo que cada um de nós manifesta. O critério moral, ético, parece-me mais profundo e eficaz do que o critério saúde-doença. Temos que nos responsabilizar por todos os nossos atos e não ficarmos encontrando falsas desculpas no nosso passado, para justificar nossa maldade, violência e corrupção. o comportamento deste tipo de homem nasce de um egoísmo monstruoso, pelo qual eles tem que ser responsabilizados moralmente do começo ao fim. Este comportamento tem que ser visto pelo que ele é, uma forma branda de estupro, roubo, estelionato, extorsão, tortura, que fica camuflado porque tem frequentemente a cumplicidade parcial ou total da suposta vítima. Por isto não é visto como crime, e não é punível judicialmente, em geral.

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thayelle em O fascinante ato de escrever

muito bom vio, dicas boas

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Flávia em Homens Perigosos

Olá! Li todos os relatos e comentários e acredito de verdade que esse tipo de informação deveria ser mais divulgada para que muitas mulheres fossem alertadas e talvez, evitasse um pouco mais tanto sofrimento…Bom, vivi algumas questões similares com várias situações aqui relatadas..Aos 22 anos ainda na faculdade..me apaixonei por uma pessoa atraente, inteligente e muito articulado..em resumo desta história foram 3 anos gostando desta pessoa, estando junto em alguns períodos, outros não e ele sempre falava comigo para estar com outros caras mas fazê-lo de “matriz”..porque não queria namorar e quando namorasse seria para seguir juntos a vida etc..até conhecê-lo eu não conhecia metade da vida como achava que conhecia..conheci outros caras, fiquei um tempo, mas, ele sempre aparecia até que um belo dia me pediu em namoro e aceitei..namoramos durante 3 anos praticamente morávamos juntos e vivemos muitas coisas juntos..mas no princípio do namoro ele parou de estudar, trancou a faculdade e já não trabalhava mais..a minha vida financeira começou a decair quando ele me pediu um empréstimo que não foi alto mas o suficiente para me prejudicar financeiramente visto que eu ainda era estagiária..no decorrer do namoro comecei a gastar muito com saídas..bebidas junto a ele já que ele sempre me falava que iria me ajudar a pagar..mas nunca o fez..foram noites de drogas e bebidas que até então eu nem havia tido contato..confesso que aproveitei muito também mas, vi que o que pra mim era uma diversão a parte, para ele era constante..fins de semana..e sempre que havia bebida..mas mesmo quando não bebia ele sempre me atacava verbalmente..dizia todo santo dia que eu era gorda..que se eu engordasse me largaria..falava para todos que conhecia e conhecidos a mesma coisa..eu vivia com “medo” das reações dele, principalmente porque bebia demais e sempre que eu tentava o regular ele dizia que iria beber mais ainda e o fazia..ficava bravo..agressivo as vezes por isso..ja me empurrou algumas vezes no chão..era estranho com a própria mãe..e esse comportamento foi aparecendo no meio do namoro..fez com que eu me afastasse da minha família, coisa que sempre fui ligada..mas eles nunca desistiram de se fazer presentes..graças a Deus..me isolei bastante dos meus amigos porque tinha vergonha de muita coisa..afinal eu nunca havia passado por nada disso antes..apesar da curtição anterior vi que as coisas eram muito mais sérias do que pensava..ele me humilhava algumas vezes e ao mesmo tempo me fazia me sentir a mulher mais especial do mundo..mas sempre me chamando de gorda..e eu nem sou gorda..sou uma mulher modestia a parte atraente..mas fiquei apagada..descuidada..o meu salario as vezes durava quatro dias e apenas com saídas..trabalhava dobrado e ele nao tinha dó algum..queria curtir e gastar e fingia que estava querendo trabalhar eu tentava o ajudar e nada..nada era bom o suficiente..certa vez quebrou meu computador..me empurrou algumas vezes..e uma vez me chutou que fiquei com a perna roxa por duas semanas…creio que eu não tinha autoestima nenhuma para aceitar tantas coisas..e sempre tive o apoio da minha família..mas tinha medo..não sabendo exatamente do que..mas medo do comportamento agressivo dele com as pessoas as vezes ..comigo também claro..ja brigou algumas vezes na rua..ate que quando comecei a quase adoecer de cansaço, stress, de tudo dessa vida de saídas tb e muito trabalho eu quis terminar..por fim ele disse que iria mudar, não beber mais, sem as drogas de vez em quando e que eu poderia continuar do jeito que estava..dei uma chance..maldita hora..as poucas semanas que ficamos juntos ele foi o homem que eu sonhava a seis anos atrás..mas quando tomou a primeira cerveja vi que nada iria mudar..terminei novamente..ja não gostava mais..foram 3 anos chorando e com medo em silêncio..no que terminei ele me ameaçou..disse que uma hora eu estaria sozinha..que não adiantaria a família..entre outros..recorri a minha família..dei queixa..consegui a medida e abri um processo..a família veio com tudo em cima..recorreu com toda a força..entre outras armas também..depois disso namorei outra pessoa muito massa..ele me ligou uma vez ameaçando um mês depois..e nunca mais..ja se foram 2 anos..posso dizer que essa pessoa marcou a minha vida porque era Deus no céu e ele na terra..vivi coisas com ele que nunca imaginei viver na vida..perigos também aventuras..quando terminei tive muito medo de denunciar muito..porque achava que aí sim iria fazer algo..mas não sei se é o certo ou errado..ouvi da minha cunhada uma frase que talvez ajude “medo por medo você já está com ele! A única coisa que você pode fazer é isso” e foi o que pensei..medo por medo eu já to..hoje sou tranquila mas, não me esqueço de tantas histórias que vivi..se tenho o conhecimento que tenho hoje foi graças a ele e a maldade e malandragem que ele tem, também..mas ainda fico triste quando lembro de tentar entender porquê deixei tudo acontecer..mas, sou feliz sozinha no momento, já me relacionei com outras pessoas, e acredito mesmo sim que existem pessoas boas, como eu! Gostaria de tirar um pouco do sofrimento de cada uma que viveu infernos maiores que o meu ou que se livrassem de pessoas parasitas como a que tive..que me deixou com o nome sujo, a autoestima la embaixo e ainda me culpava de tudo..isso é passado..espero que seja também para muitas! Abraços

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Ana Catarina em Homens Perigosos

Caro Carlos,

Tenho 18 anos e por pouco não cai nessa teia. Graças a minha mãe e a minha prima, que me alertaram que o comportamento do meu namorado não era normal, já que infelizmente, nesse tipo de relacionamento eu sou inexperiente, visto que é o meu segundo namorado (Se é que meu primeiro namoro de fato não foi apenas uma ficada). O fato foi que eu tinha um grande amigo que não encontrava há anos e desde a infancia ela ja nutria sentimentos por mim, pelo menos era o que eu pensava. Como comecei a fazer cursinho eu o reencontrei e nos aproximamos. Ele sempre me fazia rir e por conta do carisma dele estava ele sempre cercado de amigos, ao contrário de mim que sempre fui muito tímida. Ele se aproveitando disso sempre me afastava dos outros, ”Eles não querem estudar, são meus amigos mas não se importam” ou ” vamos estudar no intervalo porque o concorrente está estudando”, dizia ele. Tudo o que fazíamos era junto e sempre ele me afastava cada vez mais dos outros. Até que um dia eu, ele e um grupo de amigos matamos aula (Porque ele esta bem acima do peso e quebrou a cadeira e claro que numa turma de adolescentes a zoação foi intensa, então ele morto de vergonha saiu da sala). No final desse mesmo dia ele me pediu em namoro e eu pela emoção acabei aceitando. Nesse mesmo dia eu dizia que precisava ir para casa, já que era noite e eu precisava pegar o ônibus e ele não deixava. Como ele morava no centro com a tia ele me levou para a casa dela e apresentou à família (o cursinho também é no centro), de cara não gostei da atitude dele e nem tão pouco da cara da tia dele. Como eu tinha dito que não podia demorar ele se apressou. Eu tinha dito a ele que precisava pegar o ônibus e ele disse que iria comigo para a integração da nossa cidade, já queria propor de pegarmos ônibus juntos todos os dias e até aliança de compromisso ele queria comprar para mim, mesmo eu dizendo que não precisava, (ele morando num bairro que praticamente é do outro lado da cidade do meu). Até que cheguei em casa e contei a minha mãe o que aconteceu, minha prima que também estava em nossa casa deu a opinião dela junto com a minha mãe de que ele não era um bom rapaz e que ele iria atrapalhar a minha vida, me impedir de fazer as coisas que eu queria e que tentaria me prender dentro de casa, casar o mais rápido possivel, me engravidar e viver a vida vadiando enquanto eu estaria dentro de casa sem objetivos. Resolvi terminar por medo de que aquilo que minha mãe alertava fosse verdadeiro, mas depois que vi o seu texto e os comentários acima não tive a menor dúvida que eu havia feito mais do que certo e que não era motivo para sofrimento o término do namoro e sim de imensa alegria. Pois vou continuar seguindo atrás dos meus sonhos que não incluem pessoas como essas que mais se assemelham a monstros pelo fato de praticamente serem vampiros pois sugam a vida das parceiras.

No entanto, eu estou querendo cursar psicologia na minha cidade e então o meu interesse de entender o comportamento das pessoas é enorme. Por isso, gostaria de saber se esse tipo de comportamento possessivo, laborioso, e sanguessuga relatado não só por mim mas por todas as outras mulheres que passaram por isso se trata de uma patologia, síndrome, transtorno ou o quê?

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Jhosy em Homens Perigosos

Nossa, realmente isso acontecer na vida real, adorei esse texto …

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Patricia em Homens Perigosos em resposta a Carlos Bittencourt Almeida.

Obrigada Carlos! Estou tentando sair dessa loucura toda, mas tenho medo. Estou verificando a possibilidade de mudar de cidade, pois agora que não estou com ele, ele está muito pior. Até comprar alianças ele “viaja” em comprar, não entende de maneira de nenhuma, está muito transtornado.

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