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	<title>Fundação Metropolitana &#187; Espaço do Leitor</title>
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	<description>Fundação Educacional e Cultural Metropolitana</description>
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		<title>Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena Novembro 2011</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-2%c2%aa-quinzena-novembro-2011</link>
		<comments>http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-2%c2%aa-quinzena-novembro-2011#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 18:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Rogerio Nicolau sobre “BH anos 60, um Sonho Feliz de Cidade” Bons tempos…. não que seja um saudosista… mas que qualidade de vida que tínhamos. Hoje estamos a procura dessa qualidade de vida… tentamos fugir da cidade para nos isolarmos em algum condomínio no subúrbio de BH… depois temos que “viajar” 1 h para chegarmos ao nosso local de trabalho, escola, médico, etc.. Vivi minha adolescência na Belo Horizonte dos anos 70… descobrindo as facetas da cidade, conhecendo sua noite e me envolvendo em seu dia… Tudo diferente, a maldade era uma briga de botequim ou de “turma”.. Hoje ficamos entrincheirados em nossas residências com medo de sair .. Triste Belo Horizonte de hoje &#8230; &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Cezarina da Silva Almeida sobre o artigo “Paternidade Responsável” É, realmente é triste essa realidade,e quando acontece com um filho fica ainda mais penoso. Sou mãe de dois filhos e ao ler esse artigo, descubro que nós mulheres somos as maiores culpadas pela omissão deles em relação aos filhos. Mas qual seria a melhor maneira de convencê-los que eles são responsáveis no cuidado com os filhos ainda que separados de suas ex esposas? Gostaria de ter a oportunidade de voltar ao tempo, mas, como não é possível, fico numa briga ferrenha na defesa das mulheres que ficam a cuidar de seus filhos sozinhas. E ainda assumindo o papel de mãe, pai e avó dos filhos rejeitados. Acredito que assim atenuo minha culpa. Ao mesmo tempo feliz ao ver pais que cuidam de seus filhos com muito carinho. Pensei que essa nova geração era diferente. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Juba sobre a poesia “Caminhante” Linda a poesia! Acho que conheço o autor… Só um toque pros editores: gostei muito da pintura que a poesia, mas não tem referência do pintor. Não deveria conter? &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Editor em resposta a Juba Prezado Juba, a pintura é um quadro clássico sobre o tema Don Quixote e Sancho Pança, você pode encontrá-la na internet. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Mario Calvit sobre “O Cavalo da Savassi” Que articulo tan interesante. Si comparamos muchas de las legislaciones de nuestros paises latinoamericanos son completamente indiferentes a las regulaciones del sufrimiento animal. Volcados en la preocupacion del sufrimiento humano y la pobreza nos olvidamos que el cuidado de una no hace menos importante a la otra. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Eulàlia Jordà-Poblet, autora, em resposta ao comentário anterior Sí, Mario Calvit, pienso lo mismo que piensas. Siempre quando encuentro personas que tienen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-6309" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-2%c2%aa-quinzena-novembro-2011/comentario-novembro-2011"><img class="aligncenter size-full wp-image-6309" title="comentario novembro 2011" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/12/comentario-novembro-2011.jpg" alt="" width="391" height="295" /></a></p>
<p>Rogerio Nicolau sobre “BH anos 60, um Sonho Feliz de Cidade”</p>
<p>Bons tempos…. não que seja um saudosista… mas que qualidade de vida que tínhamos. Hoje estamos a procura dessa qualidade de vida… tentamos fugir da cidade para nos isolarmos em algum condomínio no subúrbio de BH… depois temos que “viajar” 1 h para chegarmos ao nosso local de trabalho, escola, médico, etc..</p>
<p>Vivi minha adolescência na Belo Horizonte dos anos 70… descobrindo as facetas da cidade, conhecendo sua noite e me envolvendo em seu dia… Tudo diferente, a maldade era uma briga de botequim ou de “turma”.. Hoje ficamos entrincheirados em nossas residências com medo de sair ..</p>
<p>Triste Belo Horizonte de hoje &#8230;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Cezarina da Silva Almeida sobre o artigo “Paternidade Responsável”</p>
<p>É, realmente é triste essa realidade,e quando acontece com um filho fica ainda mais penoso.</p>
<p>Sou mãe de dois filhos e ao ler esse artigo, descubro que nós mulheres somos as maiores culpadas pela omissão deles em relação aos filhos. Mas qual seria a melhor maneira de convencê-los que eles são responsáveis no cuidado com os filhos ainda que separados de suas ex esposas? Gostaria de ter a oportunidade de voltar ao tempo, mas, como não é possível, fico numa briga ferrenha na defesa das mulheres que ficam a cuidar de seus filhos sozinhas. E ainda assumindo o papel de mãe, pai e avó dos filhos rejeitados. Acredito que assim atenuo minha culpa. Ao mesmo tempo feliz ao ver pais que cuidam de seus filhos com muito carinho. Pensei que essa nova geração era diferente.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Juba sobre a poesia “Caminhante”</p>
<p>Linda a poesia! Acho que conheço o autor…</p>
<p>Só um toque pros editores: gostei muito da pintura que a poesia, mas não tem referência do pintor. Não deveria conter?</p>
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<p>Editor em resposta a Juba</p>
<p>Prezado Juba, a pintura é um quadro clássico sobre o tema Don Quixote e Sancho Pança, você pode encontrá-la na internet.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Mario Calvit sobre “O Cavalo da Savassi”</p>
<div>
<p>Que articulo tan interesante. Si comparamos muchas de las legislaciones de nuestros paises latinoamericanos son completamente indiferentes a las regulaciones del sufrimiento animal. Volcados en la preocupacion del sufrimiento humano y la pobreza nos olvidamos que el cuidado de una no hace menos importante a la otra.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
</div>
<p>Eulàlia Jordà-Poblet, autora, em resposta ao comentário anterior</p>
<p>Sí, Mario Calvit, pienso lo mismo que piensas. Siempre quando encuentro personas que tienen una visión antropocentrica – en el momento aún són la mayoria- a respecto de los animales y su sufrimiento, me acuerdo de la esclavitud negra en Brasil. Un poco antes de la aprovación de las leyes que derrubaron la esclavitud, había muchas señoras blancas de edad que tenían como unica fuente de sostén, el trabajo de jóvenes esclavas que hacian dulces para venderlos por las calles. El dinero era integralmente de sus “dueñas”. Muchas personas arrazonaron en este tiempo, que no se diera la libertad a las esclavas por motivo de que dejarian sus dueñas sin dinero para vivir. Hoy esto nos suena imposible que alguien así pensara, pero, de verdad, lo pensaron, lo dijeron, lo escribieron. Esto se parece mucho con la questión de los caballos. Encuentro que sus “dueños” deban buscar otras formas éticas de ganar su vida, no cón la esclavitud destos animales.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Otavio Fredi sobre o artigo “Entulho”</p>
<p>Gostaria de obter mais informações sobre a maquina de moer entulho, e que se possivel passasse um numero de telefone para contatos sou do interior de São Paulo de Ribeirão Bonito. Fico no aguardo obrigado pela atenção .</p>
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<p>Ondina – RJ, sobre o artigo “III – Coração Pleno, Mente Confusa”</p>
<p>Boa narrativa e nos faz ficar aguardando o que mais tens para nos contar.Vamos vivendo tuas emoções, querido primo.</p>
<p>Com bastante entusiamo, continue narrando…Bjs mil!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Myriam (vó) sobre o mesmo artigo</p>
<p>Biel, cá estamos nós. Apesar de conhecer a história, sempre é interessante vê-la contada por quem a viveu (e esclarecedor,tambem,por causa dos detalhes que fazem sentido na visão do todo). Vamos em frente. Beijo, Vó</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>M Amalia Marques sobre o mesmo artigo</p>
<p>Confuso e a mil!….. Bill, dualidade é presença em todos. Alguns, com consciencia, outros não. Beijo grande.</p>
<p>“.. proxima…..”</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Júnia Amaral da Silveira sobre “III – Coração Pleno, Mente Confusa”</p>
<p>Muito bem, Bill… estou adorando a narrativa e aguardando o próximo capítulo com ansiedade.</p>
<p>Tenho me identificado muito com você; meus pensamentos fazem uma trama complexa, cheia de nós e voltas como os seus. Nós e voltas de emoções fortes, muitas vezes antagônicas, fazendo da razão um cabo de guerra. Seremos todos assim?</p>
<p>Muito carinho,</p>
<p>Júnia</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Bill Braga em resposta ao comentário acima</p>
<p>Oi Júnia!</p>
<p>Obrigado por compartilhar desta história… Talvez todos tenhamos estes dilemas, esta eterna luta, às vezes dialética, às vezes conflitante, entre emoções e razão. Cada um em um nível. No estado mental que eu estive, tudo isso se tinge de uma tinta mais forte, como diz-se, a sinceridade é tão grande que este cabo de guerra se torna insuportável. Se é que existe uma essência humana, o que tentei foi atingir o âmago de seus conflitos formadores!</p>
<p>Novamente obrigado pelo carinho!</p>
<p>beijos</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Júnia Amaral da Silveira sobre o artigo “II – Meandros da Memória”</p>
<p>Oi, Bill!</p>
<p>Quero mais!</p>
<p>Seu texto tem a essencial característica da boa literatura: faz a gente penetrar nele, na pele e na alma do personagem…</p>
<p>Beijo grande!</p>
<p>Júnia</p>
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<p>Bill Braga, autor, em resposta ao comentário acima</p>
<p>Júnia, muito obrigado!</p>
<p>Talvez uma boa literatura seja isso, e tento ter sempre esta escrita visceral, escrever com a alma e coração…</p>
<p>Beijos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Natalia Menhem sobre o artigo “IV – Antes da Outra Injeção”</p>
<p>Gabriel,</p>
<p>Parabéns pelos relatos. Escrever nos ajuda a organizar os pensamentos e entender os sentimentos…</p>
<p>Um beijão,</p>
<p>Natália</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Natália</p>
<p>Pois é Natalia….</p>
<p>Concordo com você… Talvez a grande virtude da escrita seja a outra face da grande dificuldade: encontrar a si mesmo. Nem sempre estamos pronto para navegarmos em nossas profundezas…</p>
<p>Obrigado pela leitura!</p>
<p>beijos</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Batoré sobre o mesmo artigo</p>
<p>Gabriel, parabéns pela maestria dos textos. Pena que nem sempre conseguimos nos aprofundar em nós mesmos e conhecer a fundo tudo que temos guardado por lá. Conte sempre com esse amigo, pouco presente, mas que sempre o tem na mais alta estima.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Bill Braga</p>
<p>Valeu Batoré, e a presença a gente sente não só não quantidade, mas não qualidade, e todas as vezes que nos encontramos a qualidade da nossa amizade fica mais forte. Obrigado pela amizade e pelas palavras, conte comigo também camarada!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Myriam Menin Ferreira</p>
<p>Biel, cá estou eu de novo (sem latim). Li o seu texto, continuo acompanhando o seu caminho (e o temporário descaminho) com o carinho de sempre. A sua primeira impressão do novo lar de seu pai sofre, a meu ver, a influência da primeira visão de algo inusitado e até mesmo proibido, e que se descobre ser uma situação rotineira para os personagens que a vivem. E seu ego tambem ficou agradado com as demonstrações de apreço por se mostrar acessível dentro da situação já dita inusitada. Vamos em frente na sua saga. Beijos, Vó</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Bill Braga em resposta a Myriam</p>
<p>Querida Vovó.</p>
<p>Sei que nem sempre é fácil acompanhar os caminhos e descaminhos. Gostei da tua análise, bem ponderada, e talvez sim, você esteja certa de um ponto de vista, talvez tenha algo a mais. Na continuidade nossas hipóteses continuarão à prova, e mesmo que viveu esse outro caminho percorrido, pode revê-lo com outros olhares. Talvez neste processo, parafraseando Marx – tudo que era sólido se desmanchou no ar….</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Cezarina da Silva Almeida sobre o mesmo artigo</p>
<p>Que linda, essa estória, parecida com a minha.</p>
<p>A diferença é que a minha é a de dois irmãos, uma é minha irmã caçula e o outro era o meu irmão mais velho, que por incompreensão das pessoas, acabou por se matar temendo a reação da comunidade.</p>
<p>Já minha irmã é o meu orgulho e também dos outros irmãos.</p>
<p>Sabemos que a orientação sexual não tem nada haver com a essência dos seres humanos, independe da sua orientação, eu aprendi com meus irmãos a ter muito orgulho deles, e mesmo defender essa causa dando sempre exemplos da beleza, e da coragem de pessoas que tem a coragem de se assumir como são. Mais uma vez parabens pela sua compreensão mesmo antes da injeção.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Bill Braga em resposta a Cezarina</p>
<p>Sim, querida Cezarina… Compartilho da tua dor com esta perda, assim como outras pessoas já tiveram fruto da incompreensão. E ainda estamos longe de termos uma sociedade que aceite a diversidade, por isso também compartilho da alegria pela tua irmã e pela postura…</p>
<p>Nossas histórias se unem no universal que compartilhamos, e agradeço muito tua leitura companheira, teu comentário enobreceu tanto este espaço.</p>
<p>Obrigado.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Nádia Campos sobre o mesmo artigo</p>
<p>BILL QUERIDO,</p>
<p>PARABÉNS PELO DOM DA ESCRITA QUE NOS CATIVA E NOS FAZ QUERER CONTINUAR ACOMPANHANDO SUA HISTÓRIA!</p>
<p>GOSTO MUITO DA SUA FRANQUEZA. ESTAMOS ESPERANDO SUA VISITA!!!</p>
<p>BJS!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Bill Braga em resposta a Nadia</p>
<p>Oi Nadia,</p>
<p>poxa, obrigado por me acompanhar em mais esta história, de tantas que a vida nos proporcionou… companhias como a tua fazem muito bem, muito obrigado mesmo…</p>
<p>A visita vai acontecer em breve, beijos a todos aí!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Luciana – mãe sobre o mesmo artigo</p>
<p>É cada vez mais impressionante perceber, através da sua narrativa tão bem escrita e apesar de todo sofrimento que de certa forma revivemos através dela (e nós sabemos o tamanho deste sofrimento) como você foi capaz de transformar tudo isto em maturidade, consciência de você e do mundo, generosidade e, porque não, bom humor. Em suma, a vida te deu um limão e você fez e continua fazendo uma deliciosa limonada! Tenho muito orgulho de você. Beijos e vamos em frente com a nossa história, sempre juntos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Bill Braga em resposta a Luciana-mãe</p>
<p>Mãe… Isto tudo que você disse, vem de casa, da formação… Você é parte fundamental deste processo, não só pelo apoio nos momentos narrados, mas pelo antes e pelo depois… E porque não saborearmos juntos uma ótima limonada, e sim lamentarmos o amargor do limão, que não tem culpa de ter nascido limão? Obrigado pelas palavras, que emocionam, e sim, nossa história continua, nas memórias, na ficção e na vida, sempre juntos ad eternum!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Em resposta a Ondina</p>
<p>Querida Ondina,</p>
<p>ainda há muito por contar, tamanhas emoções, situações para compartilhar… Se soubermos observar cada vida é um universo de experiência, e a minha é esta que venho rememorando.</p>
<p>Obrigado pelas palavras e pela companhia!</p>
<p>bjos</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Bill Braga em resposta a Myriam (vó).</p>
<p>Os detalhes que compõe o todo não é Vó?</p>
<p>Fico feliz que você siga sempre ao meu lado, e este esclarecimento, estes detalhes que emergem de cada capítulo que brota novamente desta história!</p>
<p>beijos, querida vovó!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Bill Braga em resposta a M Amalia Marques.</p>
<p>Pois é Maria Amália…. Ter consciência da dualidade e das contradições próprias a nossa condição humana ajuda-nos? Há controvérsias… Há um peso inerente à consciência, não é? Obrigado por continuar ao meu lado.. beijos</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Daniela sobre o artigo “Memórias Desconexas”</p>
<p>O Poeta nunca tem uma dor que não se transforme num poema….</p>
<p>bom saber um pouco mais sobre sua história, você é especial!!!</p>
<p>“Há quedas que provocam ascenções maiores”</p>
<p>você tem uma alma linda e obrigada por poder fazer parte da tua vida , ainda que distante</p>
<p>Dani Wambsganß</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Bill Braga, autor, em resposta ao comentário anterior</p>
<p>Oi Dani…</p>
<p>Eu devo agradecer por compartilhar da minha caminhada… E você faz parte dela, e me ensina muito com tua visão de mundo. As dores podem ser pedras, ou podem ser trampolins, não é? Sabemos que elas não nos abandonam, mas compartilhá-las ajuda a acalmá-las, e assim a ascenção é possível…</p>
<p>Muito obrigado pelas doces e generosas palavras, e mais que tudo pela companhia!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comentários dos Leitores – 1ª Quinzena Novembro 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 16:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Myriam (vó) sobre Memórias Desconexas Querido Biel, foi um susto enorme e uma dor indizivel. Ainda agora, ao ler o seu texto, teimo em chorar; e o pior era a incerteza da sua volta. Mas tenho a convicção de que,por pior que tenha sido para você, você teve como superar e crescer. E alem do mais,foi um processo de conhecimento do carinho nosso e de Amigos (assim mesmo, com A maiúsculo).Acreditando sempre em sua pessoa, beijo grande da Vó. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Bill Braga responde Oi Vó… Realmente as lágrimas as vezes são teimosas, mas funcionam como um banho de alma… E se elas teimam em cair, talvez nem tanto pelo sofrimento, mas pelas alegrias que se seguiram! Lágrimas de vós são um alento, sempre.. obrigado… beijos &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Bruno Sundinha Santos sobre o mesmo artigo Manão, foi uma epooca muito ruim e triste…. Grasadeus q passou, nao gosto de lembrar aqueles dias…ate penso q as vezes eles nunca aconteceram. Tento esquecer, mas se te ajuda a entender, te apoio totalmente. Ficou muito bom! &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Bill Braga em resposta a Bruno Sundinha Santos. É Sundinha, como minha mãe me falou, você e eu soubemos fazer daquele limão uma limonada… Não é o esquecimento que trás a serenidade, mas o conhecimento.. E ao escrever acabo entendendo melhor tudo o que passou… Sei que quem esteve perto, acaba relembrando as tristezas, mas realmente aconteceu, e sua presença foi mais que fundamental para que pudéssemos compartilhar as alegrias hoje.. Grande abraço meu amigo &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Júnia Amaral sobre o mesmo artigo Bill, Foi uma grande emoção ler o seu relato: simples, direto, profundo, tocante, lindo! É uma experiência estranha e densa viver essa realidade através da sua vivência. O seu depoimento, nesse texto tão bem-escrito, nos torna mais próximos, me torna mais humana e, grande paradoxo, mais frágil e muito mais forte! Gostaria de acompanhar o resto também. Receba meu grande carinho e admiração. Júnia &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Bill Braga responde É Junia, exatamente ao nos depararmos com nossa grande fragilidade que nos tornamos ainda mais fortes… Fico feliz que você tenha sentido tudo isto através da leitura… Certamente isso nos torna mais próximos… Obrigado pelas palavras… Já já o próximo estará no ar… &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; M Amalia Marques sobre o mesmo artigo Bill, gostei. A leitura me prendeu e me encaixou em seu quarto naquele momento. Sentimentos tristes vieram dentro de mim e uma grande curiosidade tambem em saber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-6190" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-1%c2%aa-quinzena-novembro-2011/leitores-novemobro-2011"><img class="aligncenter size-full wp-image-6190" title="leitores novemobro 2011" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/11/leitores-novemobro-2011.jpg" alt="" width="220" height="311" /></a></p>
<p>Myriam (vó) sobre Memórias Desconexas</p>
<p>Querido Biel, foi um susto enorme e uma dor indizivel. Ainda agora, ao ler o seu texto, teimo em chorar; e o pior era a incerteza da sua volta. Mas tenho a convicção de que,por pior que tenha sido para você, você teve como superar e crescer. E alem do mais,foi um processo de conhecimento do carinho nosso e de Amigos (assim mesmo, com A maiúsculo).Acreditando sempre em sua pessoa, beijo grande da Vó.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Bill Braga responde</p>
<p>Oi Vó… Realmente as lágrimas as vezes são teimosas, mas funcionam como um banho de alma… E se elas teimam em cair, talvez nem tanto pelo sofrimento, mas pelas alegrias que se seguiram!</p>
<p>Lágrimas de vós são um alento, sempre.. obrigado…</p>
<p>beijos</p>
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<p>Bruno Sundinha Santos sobre o mesmo artigo</p>
<p>Manão, foi uma epooca muito ruim e triste…. Grasadeus q passou, nao gosto de lembrar aqueles dias…ate penso q as vezes eles nunca aconteceram. Tento esquecer, mas se te ajuda a entender, te apoio totalmente.</p>
<p>Ficou muito bom!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Bill Braga em resposta a Bruno Sundinha Santos.</p>
<p>É Sundinha, como minha mãe me falou, você e eu soubemos fazer daquele limão uma limonada… Não é o esquecimento que trás a serenidade, mas o conhecimento.. E ao escrever acabo entendendo melhor tudo o que passou… Sei que quem esteve perto, acaba relembrando as tristezas, mas realmente aconteceu, e sua presença foi mais que fundamental para que pudéssemos compartilhar as alegrias hoje.. Grande abraço meu amigo</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Júnia Amaral sobre o mesmo artigo</p>
<p>Bill,</p>
<p>Foi uma grande emoção ler o seu relato: simples, direto, profundo, tocante, lindo!</p>
<p>É uma experiência estranha e densa viver essa realidade através da sua vivência. O seu depoimento, nesse texto tão bem-escrito, nos torna mais próximos, me torna mais humana e, grande paradoxo, mais frágil e muito mais forte!</p>
<p>Gostaria de acompanhar o resto também.</p>
<p>Receba meu grande carinho e admiração.</p>
<p>Júnia</p>
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<p>Bill Braga responde</p>
<p>É Junia, exatamente ao nos depararmos com nossa grande fragilidade que nos tornamos ainda mais fortes… Fico feliz que você tenha sentido tudo isto através da leitura… Certamente isso nos torna mais próximos… Obrigado pelas palavras… Já já o próximo estará no ar…</p>
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<p>M Amalia Marques sobre o mesmo artigo</p>
<p>Bill, gostei. A leitura me prendeu e me encaixou em seu quarto naquele momento. Sentimentos tristes vieram dentro de mim e uma grande curiosidade tambem em saber mais a respeito do conflito. Parabens. Considero um bom escritor aquele que consegue me conectar e me inserir sentimentalmente na historia. Voce conseguiu. Belo texto.</p>
<p>Aguardo os outros.</p>
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<p>Bill Braga em resposta ao comentário acima</p>
<p>Obrigado Maria Amália…</p>
<p>A tristeza é um grande catalisador, como o desenrolar da história há de mostrar… Agradeço muito tuas palavras, e espero que consiga continuar transportando você para dentro do mundo em que vivi…</p>
<p>Em breve virão os próximos capítulos..</p>
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<p>Ondina sobre o mesmo artigo</p>
<p>Gabriel, Deus não nos dá um fardo maior do que poderemos carregar. Sua narrativa excelente, demonstra o quanto você venceu fortemente a batalha dentro de ti e foi vencedor.</p>
<p>Ânimo, coragem para enfrentar todos os desafios que se te aparecerem. Maior é Deus conosco! Abençoa-nos sempre!</p>
<p>Parabéns, grande escritor de nossa família!</p>
<p>Nós te apreciamos muito. Bjs da prima,</p>
<p>Ondina – RJ</p>
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<p>Bill Braga em resposta ao comentário acima</p>
<p>Olá Ondina,</p>
<p>Não há vitória, sem que seja compartilhada… E tuas palavras são muito gentis, agradeço de coração..</p>
<p>As batalhas internas são as mais difíceis de serem vencidas, não é?</p>
<p>abraços</p>
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<p>Ti C:-ir) sobre o mesmo artigo</p>
<p>Uau! Me lembro bem. A notícia de seu internamento se espalhou pelo mundo e nos pegou aqui em Londres de surpresa. Até hoje existem mais perguntas do que respostas. Seu relato é super cativante. Não pára não. Quero ler o resto!</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Tio C:-ir)</p>
<p>Grande Tio C:-ir)… Não sabia que as notícias tinham varado o oecano.. E realmente, talvez as perguntas sejam mais importantes do que as respostas… Até porque nunca há uma única resposta objetiva…</p>
<p>Obrigado pela leitura, em breve virão mais capítulos, que não sei se trarão respostas, ou mais indagações…</p>
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<p>M Amalia Marques sobre o artigo II – Meandros da Memória</p>
<p>ueh! ja acabou?</p>
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<p>Bill Braga em resposta a M Amalia Marques.</p>
<p>Opa! Acabou só uma parte.. Continua em breve… Obrigado por me acompanhar nesta jornada!</p>
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<p>Ondina sobre o mesmo artigo</p>
<p>“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher”. (Cora Coralina)</p>
<p>Dedico este pensamento a ti com imenso carinho e admiração por teus escritos, que estou acompanhando e gostando muito.</p>
<p>Bjs da prima e amiga,</p>
<p>Ondina</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Ondina.</p>
<p>Obrigado Ondina,</p>
<p>Sábias palavras, e continuemos navegando e semeando…</p>
<p>Obrigado também pela companhia através da leitura!</p>
<p>bjos</p>
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<p>Bárbara sobre o mesmo artigo</p>
<p>Bil, estive lá e pude ver que não foi fácil. Você é um homem forte com o coração de menino. Bela mistura! Quero ler mais. Beijos cheios de admiração, respeito, amizade e carinho.</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Bárbara.</p>
<p>Realmente, uma ótima definição. Lembrei do clube da esquina “Há um menino, há um moleque/ Morando sempre no seu coração”</p>
<p>Na próxima semana estará no ar mais um capítulos destas memórias..</p>
<p>Obrigado por todo este carinho, realmente não deve ter sido fácil ir lá, inclusive!</p>
<p>beijos emocionados!</p>
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<p>Fernando Coelho sobre o mesmo artigo</p>
<p>Bill, vc não me conhece. Cheguei até aqui, através de tua prima, a Ondina, grande amiga. Instigante o teu texto, o enredo que o motivou. Acima de tudo, muito crível, com plenos tons de verdade, verdade dos fatos, verdade dos sentimentos, verdade da alma. Não sei – é claro – o que lhe ocorreu. Sei, sim, que vc escreve muito bem, convence pela forma e pelo conteúdo, arrasta-nos o gosto pela leitura de seu belo texto, envolve-nos pela extraordinária experiência que vc vive, aí. Votos, de coração, de q tudo se arranje da melhor maneira p/vc e os seus. Escreva mais… e me inclua entre os seus destinatários, o que muito me honrará. Deus sempre c/vc, nos seus passos, nos seus caminhos, na sua vida. Grande abraço. Fernando Coelho.</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Fernando Coelho.</p>
<p>Carissimo Fernando,</p>
<p>fico muito feliz com tua leitura, e agradeço muito as palavras… É bom ver que as palavras tenham atingido além dos conhecidos e familiares. A ideia é compartilhar ao máximo esta experiência.</p>
<p>Tudo se arranjou bem, não se preocupe, como verá na sequencia da estória… As turbulências servem para nos aprumar ainda mais, não é?</p>
<p>Muito obrigado pela leitura companheira, e um grande abraço!</p>
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<p>Ti’ C:-ir) sobre o mesmo artigo</p>
<p>A trama se adensa a ponto de poder ser cortada a faca. “Tô garrado”, sobrinho! Vamos nessa.</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Ti&#8217; C:-ir).</p>
<p>É tio, a trama se adensa, e ainda se adensará mais até o ponto de poder ser cortada a faca… Na próxima semana continuamos revelando (ou desvelando) a trama!</p>
<p>Obrigado por continuar agarrado aí de Bali! ehehehe</p>
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<p>Vózinha sobre o mesmo artigo</p>
<p>gabriel, continuo acompanhando os seus ótimos textos, sempre “querendo mais”…. muito legal esta sua “viagem ao seu interior”. grandes descobertas……Quisera Deus que todos fizessem isto…. beijão e boa sorte!</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Vózinha.</p>
<p>Ei vózinha!</p>
<p>Que bom que está gostando de viajar ao meu interior.. Realmente cada um de nós é um universo, e os textos buscam revelear um pouco do meu. Que bom que tem agradado! Escrever é conhecer a si mesmo e revelar-se, não é?</p>
<p>beijos, e obrigado por acompanhar-me!</p>
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<p>Fernanda Lulu sobre o mesmo artigo</p>
<p>Estou ansiosa por mais… Adoro vc, seus escritos e tudo que eles representam. Bjão.</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Fernanda Lulu.</p>
<p>Ooo Fê, já já continua a jornada… Adoro tuas palavras, adoro tua companhia ao longo desta e de outras jornadas! obrigado pela leitura! beijos</p>
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<p>Carolina Leite de Mattos sobre o mesmo artigo</p>
<p>Oi Gabriel, quanto tempo, não é? Acho que desde a leitada de 2000… Vc, seu irmão tb… Bem, parabéns pelos seus escritos, realmente vc tem esse talento. Aqui todos se encantaram .Paulo Jorge e família. Ficaremos aguardando novidades. Beijos</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Carolina Leite de Mattos.</p>
<p>Oi Carol.. muito tempo sim, mais de dez anos… desde a leitada.. Aina tenho no meu quarto aquela foto que vocês enviaram, com o recado atrás você e a Paulinha.. A lembrança tá bem preservada através dela… Muito obrigado a todos aí pela leitura, pelo comentário e o encantamento! Fico muito feliz que tenham gostado, em breve virá ao ar a continuação, aviso a vocês! Beijos</p>
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<p>Myriam (vó) sobre o mesmo artigo</p>
<p>´Biel, vamos de novo pelos caminhos da memória. Acho bom quando o narrador se lembra de detalhes, que são, como voce disse, importantes para se formar ideia do todo. Continuarei em sua companhia, se lhe for agradavel partilhar comigo esta procura.Beijin Vó</p>
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<p>Bill Braga em resposta a Myriam (vó).</p>
<p>É vó, detalhes fazem toda a diferença… continue sim, tua companhia é fundamental…. Obrigado por ela, beijos vovó..</p>
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<p>Marimar Poblet sobre Luiz Gustavo Carvalho – Piano – Ciclo 32 Sonatas de Beethoven – VI</p>
<p>Frequentar a sala de concertos da Fundaçäo aos domingos é uma imersäo dentro do divino e maravilhoso!!!!</p>
<p>Sou ex-aluna da Fundaçäo e recomendo com louvor!!!!</p>
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<p>Silvana sobre Carlos Castaneda – frases de Don Juan Matus – Porta para o Infinito (Relatos de Poder) – parte I</p>
<p>momento presente…..</p>
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<p>Alexandre Augusto de Jesus sobre Agir e Contemplar</p>
<p>Belo texto !!</p>
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<p>Jack Maddux W. sobre Agir e Contemplar/Actuar y Contemplar/To Act and To Contemplate</p>
<p>Meditation is a good way to start returning inward, I believe that we can only really get to know ourselves when we succeed in quieting the internal racket – our thoughts – and simply feel the energies around us. Then we can focus on our external life.</p>
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<p>Carlos Bittencourt Almeida, autor in answer to Jack Maddux W..comentário acima</p>
<p>I pratice meditation since many years, but most people I know find it difficult. I agree that it is a very good way to go inward.</p>
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<p>Baptista sobre O Apartheid Arraigado na Classe Média</p>
<p>Ótimo texto que apresenta de forma objetiva, do ponto de vista histórico e econômico, a postura da classe média brasileira a partir de seus próprios valores. Porém, creio eu, que faltou ao texto uma análise quanto à influência da imigração estrangeira, no final do século XIX e início do século XX, à formação desta classe.</p>
<p>Os valores da classe média tem a ver com o conceito de pequena burguesia de Marx, tão bem tratado no livro de Gorki. Ou seja, essa classe sonha e pratica os valores da alta burguesia, mas se esquece que pertence ao proletariado e é explorada pelo capital da mesma forma que são os trabalhadores mais pobres. Portanto, a classe média é necessária ao capitalismo como “colchão de amortecimento” às ações de cunho socialista e revolucionário.</p>
<p>Quanto aos trabalhadores e respectivas famílias ora ascendentes à classe média tradicional, entendo que é necessário haver uma revolução educacional e cultural junto a estes, no sentido de que eles não passem a reproduzir os mesmos valores conservadores arraigados citados no texto. Só assim poderemos ter futuramente uma sociedade realmente democrática e livre.</p>
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<p>Francisco Carlos Teixeira sobre o mesmo artigo</p>
<p>Lucas, Excelente seu artigo, divido em duas partes, uma parcela da classe é cega mesmo, a segunda é preconceito (perderam a mão obra escrava). Como pode um retirante nordestino, oriundo da classe operária ter o melhor desempenho como presidente da historia do país?</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Guilherme sobre o mesmo artigo</p>
<p>Ótimo e oportuno texto. Estamos diante de uma crise mundial e queremos saber qual caminho o Brasil vai seguir. Vai adotar a receita tucana ou vai apostar no emprego. Com certeza uma recessão vai desencadear uma onda de violência bem maior que dos oito anos de FHC. Lucas, não podemos esquecer que para evitar a vulnerabilidade das classes menos favorecidas é necessário que se faça uma verdadeira revolução cultural. A distribuição pura e simples de recursos financeiros, importante num primeiro momento, não garante a sustentabilidade de um modelo econômico que pretende diminuir as diferenças sociais.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Bill sobre o mesmo artigo</p>
<p>Olá Lucas,</p>
<p>Gostei da base do seu argumento, mas eu tomaria mais cuidado com o economicismo… Não só a economia moveu a história brasileira, e o determinismo econômico engessa a possibilidade da ação humana…</p>
<p>Também acho importante historicizar os conceitos… Se é que existia uma classe média na América Portuguesa, ha controvérsias, ela distingue muito daquela do regime militar ou da era FHC…</p>
<p>Mas concordo em muito do que disse, especialmente a cegueira intencional da classe média brasileira</p>
<p>Abraços</p>
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<p>Marcos Leonel de Campos sobre o mesmo artigo</p>
<p>ótimo texto, e a síntese do texto, esta na parte final do comentário de Bill, a cegueira intencional da classe média Brasileira, acompanhando os interesses dos grandes grupos econômicos e da grande imprensa.</p>
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<p>Editor em Um passeio pelos romances de Saramago</p>
<p>Em resposta ao comentário do leitor Silvio Miranda acima, a autora escreveu neste portal o artigo: “Saramago por onde começar a ler”.</p>
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<p>Editor em Saramago: por onde começar a ler?</p>
<p>A resposta ao comentário do leitor Silvio Miranda gerou outro artigo da autora neste portal: “Fernando Pessoa e os heterônimos”.</p>
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<p>William Veras de Queiroz sobre João Bá, o Senhor Cultura, na TV Minas</p>
<p>O Poeta João Bá é a vertente pura das nossas tradições populares.Viva a canção do poeta João.</p>
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<p>jose janilson sobre Pereira de Manaus e João Bá na Cantoria de Nádia Campos</p>
<p>Muito bom ver o Pereira divulgando a musica com a essência da floresta amazônica com suas lendas seus cantos e encantos…Ytamirá Ytapevá Ytapeuará….Ponta negra cinza quase azul….Parabéns Pereira</p>
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<p>Marcio sobre “Meus Óculos Cor de Rosa”</p>
<p>O que é pior é que este ministro que não consegue nem convencer a presidente que o governo federal tem algum tipo de responsabilidade no combate à violência quer desarmar o povo brasileiro. É muito “Venha a Nós” e nada de “Vosso Reino”. Todos estamos precisando de um óculos cor de rosa.</p>
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<p>Geraldo Pinto sobre o mesmo artigo</p>
<p>Muito oportuno este artigo, e para ajudar nossa presidenta, que tem personalidade forte, e por isso tende a se cercar de pessoas acostumadas a engolir sapo, solicito a transcrição de trechos do artigo publicado pela Folha de São Paulo do dia 25/10/2011 na página 3, coluna Tendências/ Debates de autoria de Luiz Eduardo Soares, que foi Secretário de Valorização da Vida em Nova Iguaçu-RJ de 2006 a 2009, Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro 1999-2000 no governo Anthony Garotinho e secretário nacional de Segurança Pública, 2003, no governo Lula. É antropólogo, autor de “Meu Casaco de General” e coautor de “Tropa de Elite”, que gerou o filme, entre outros livros, ou seja, pode ser polêmico mas é do ramo.</p>
<p>O título do artigo é “Tranquila e infalível como Bruce Lee”, dá para ver que o autor é chegado em filmes de Ação. Depois de pincelar a realidade da violência no Brasil o autor narra este episódio sobre a tentativa de elaborar uma política de segurança pública para o governo da presidenta Dilma:</p>
<p>“Para reverter essa realidade dramática, uma equipe qualificada do ministério (da Justiça) trabalhou todo o primeiro semestre de 2011 na elaboração de um plano de articulação nacional para a redução dos homicídios dolosos, valorizando a prevenção mas com ênfase no aprimoramento das investigações.</p>
<p>Um plano consistente e promissor, que não transferia responsabilidades à União, mas a levava a compartilhar responsabilidades práticas. Em meados de julho, chegou a data tão esperada: o encontro com a presidente. O ministro (José Eduardo Cardozo) passou-lhe o documento, enquanto o técnico preparava-se para expô-lo.</p>
<p>Rápida e eficaz, tranquila e infalível como Bruce Lee, a presidente antecipou-se: “-Homicídios? Isso é com os Estados”. Pôs de lado o documento e ordenou que se passasse ao próximo ponto da pauta.”</p>
<p>Alguns dados levantados por Luiz Eduardo Soares em seu artigo:</p>
<p>1) Enquanto a taxa média nacional de esclarecimento de homicídios dolosos é de 8% (92% dos homicidas permanecem impunes, nem sequer são identificados nas investigações policiais), o país entope penitenciárias de jovens pobres, com baixa escolaridade, não violentos, que negociavam drogas no varejo sem envolvimento com o crime organizado.</p>
<p>2) a escalada do encarceramento no Brasil, cujas taxas de crescimento já eram campeãs mundiais: de meados dos anos 90 até hoje, passamos de 140 mil a mais de 500 mil presos. Em termos absolutos, só perdemos para a China e para os Estados Unidos.</p>
<p>3) O Brasil é o segundo país do mundo em números absolutos de homicídios dolosos, em torno de 50 mil por ano, atrás apenas da Rússia.</p>
<p>Aí o autor pergunta:</p>
<p>1) Ao condenar esses jovens à privação de liberdade em convívio com grupos profissionais e organizados, que futuro estamos preparando para eles e para a sociedade?</p>
<p>2) Não há uso mais inteligente para os R$ 1.500 mensais gastos com cada jovem preso que não cometeu violência?</p>
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<p>Maria Eugenia</p>
<p>Estão ótimos os artigos publicados pela Fundação Metro. Parabéns.</p>
<p>Maria Eugênia</p>
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<p>Jack Maddux W.</p>
<p>This is a very funny article. Here in Brazil they have the expression ” see things in a pink color” like in the inicial phase of a romance is called the pink colored phase.</p>
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<p>Rafael Camejo sobre Mao Tsé tung &#8211; Frases</p>
<p>MAO TSE TUNG NO ESTABA EQUIVOCADO, EN EL CAMPO EN DONDE NACE LA VIDA. Todavia nadie a cocinado, billetes de mil pesos para la comida.</p>
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<p>Diego Elias sobre Bernardo Riedel, o Professor Pardal brasileiro</p>
<p>Como consigo comprar um telescopio do professor? Moro em Uberaba MG.</p>
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<p>Editores em resposta a Diego Elias.</p>
<p>Prezado Diego, você pode entrar em contato com o professor Riedel pelos emails:</p>
<p>riedel@telescopios.com.br mailto:riedel@telescopios.com.br , riedel.bernardo@gmail.com mailto:riedel.bernardo@gmail.com ,</p>
<p>Um abraço</p>
<p>dos Editores</p>
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<p>Evangelista sobre o artigo O circo da Minha Infância</p>
<p>Nossa…Ler esta matéria para mim, foi uma feliz volta ao meu passado, quando na época eu não tinha um centavo para ir à cidade e ver e entrar nos circos, e quando ocorria que eu estava na cidade (o que era muito raro) só ouvia, por não tinha grana para entrar nos circos e acho que até por isto eu era tão fascinado pelos circos (Aliás ainda sou ate hoje) que praticamente não existe mais.</p>
<p>Em 1971, quando eu estudava na cidade de Buenopólis MG, que conheci algumas duplas, como por exemplo: Cascatinha e Inhana, Marani e Maringá, entre alguns outros, mas o que tenho até hoje em minha mente foi Caçula e Marinheiro, que ficaram hospedados na casa que eu também era hospede, eu porque ficava na casa de amigos do meu pai para cursar 3º serie do primeiro grau, e eles por economizar alguns trocados não pagando hotel, pois naquele época, era normal usar este artifício, o encontro foi tão magnífico que me tornei um dos maiores fãs desta dupla, que sem dúvida alguma está no rol das melhores deste nosso imenso Brasil.</p>
<p>Mais tarde, já quando adulto, tive a felicidade de conhecer de perto alguns artistas e donos de circos, como o Lambreta, cujo o nome é Wilson Firmo de Carvalho, entre outros como o Cheiroso, o Pouca Roupa e etc., sendo que o Lambreta é um amigo meu.</p>
<p>Hoje Gostaria muito de saber mais sobre o grande Delmário, que na época apresentava o programa Delmário é o espetáculo na radio Inconfidência de BH, juntamente com Tina Gonçalves.</p>
<p>Em tempo aqui o meu e-mail se alguém quiser conversar comigo sobre aqueles áureos tempos</p>
<p>mailto:vaninhosouza2010@gmail.com</p>
<p>e Meu Site http://www.gentedeminhaterra.blogspot.com</p>
<p>Abraços a todos</p>
<p>Evangelista</p>
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<p>Paulo Renato Guimarães sobre o artigo Mercado Central: espaço histórico de BH</p>
<p>Boa noite, obrigado por divulgarem o mercado central, só fico triste porque não consigo matar a saudade vendo fotos e comentários dos meus amigos que fazem parte da verdadeira história do mercado. Sou filho de Eugênio Cirilo da Silva, o qual foi um dos fundadores do mercado. sei que hoje está tudo mudado, infelizmente não é mais aquela grande família, como era antes daquele incêndio quando as lojas eram de madeira e os fretes eram feitos por carroças e as éguas e cavalos chupavam abacaxi nas horas de folga, que saudade. Por favor, façam comentários sobre; João Pureza, Luiz do balaio, Peroba raizeiro com seu filho Totó, o sr. Augusto da umbanda com dna. Alda, o sr.Carlos e filha Lídia, O sr. Paulo do Espírito Santo Andrade, o Sr. Olímpio Marteleto, o Sr. Aguiar os irmãos Ari e o Zi do restaurante, o sr. Orlando do passarinho, o Deuclides do abacaxi e o Pelé, e o Mala e o Juquinha da pimenta e o Antônio dos côcos, e o Pereira do estacionamento? por favor conte a história destas pessoas e verdadeiramente o mundo vai conhecer o mercado. Fui nascido e criado na Alumínios e ferragens Nova Esperança. Moro no Rio de Janeiro há 20 anos e a saudade é muito grande, sô!</p>
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		<title>Comentários dos Leitores &#8211; Outubro 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 16:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Márcio Toledo sobre “O Petróleo é Nosso!” Parabéns pelo Editorial! Concordo plenamente, a plataforma continental pertence à nação e não aos estados, seria correto uma participação muito mais igualitária dos royalties entre os estados. Além do mais estes estados que se dizem produtores já gozam de todos os privilégios dos investimentos de mais de R$ 400 bilhões direcionados a eles. E Minas Gerais o segundo maior Estado consumidor de combustíveis e derivados do país, continua sendo esquecida pela Petrobrás, gozando de participações irrelevantes nestes investimentos no cenário nacional. Excelente matéria. Um abraço &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Nelito, sobre o mesmo artigo Interessante, adorei a publicação, não sabia que era assim Obrigado pela informação &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Rodrigo, sobre o mesmo artigo Concordo com o comentário do Márcio, muito oportuno. Minas foi o estado que deu mais frente de votos para Dilma, 3,3 milhões, e só tem um ministro dos 35 no seu governo, mesmo assim decorativo, sem influência. A Petrobrás levou o polo petroquimico que viria produzir o ácido acrílico em Minas para a Bahia, terra do presidente da empresa, que age descaradamente pelo interesse pessoal. A Petrobrás fez grandes investimentos nas refinarias de São José dos Campos, Duque de Caxias e agora Cubatão para produzir diesel com baixo teor de enxofre, 50 particulas por milhão. Enquanto isto a Refinaria Gabriel Passos, a única de Minas Gerais continua produzindo o diesel com alto teor de enxofre, 500 partículas por milhão. Em São Paulo, o então governador José Serra teve que entrar na justiça para conseguir os &#8220;cuidados&#8221; da Petrobrás com o meio ambiente. E em Minas, continuaremos sofrendo com a fumaça preta do óleo diesel? Acorda mineirada! &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Marcos Nabão sobre “Um beija flor me avisou – Lima Júnior lança seu novo CD” Lima Junior, infelizmente não tive a oportunidade de encontrar com você nos festivais. Tivemos momentos bons nestas estradas com o Grupo Relações Humanas de Curvelo, fizemos grandes amigos, alguns parceiros seus. Me lembro da realização do melhor dos Festivais de Minas e de sua música PaiChão e te desejo muito sucesso com este CD, pois carregar esta bandeira não é facil não meu cara. Sucesso!!!!!!!!!!!!!!!! &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Emerita Alves Martins sobre “Viva o Vale do Jequitinhonha” Também sou do VALE e me orgulho e considero que VALE muito ser do VALE. Parabéns a esse grupo e muitos outros que iniciaram um trabalho de luta na região para que nossa cultura fosse valorizada e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5968" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-outubro-2011/comentarios-out-2011"><img class="aligncenter size-full wp-image-5968" title="comentarios out 2011" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/10/comentarios-out-2011.jpg" alt="" width="500" height="388" /></a></p>
<p>Márcio Toledo sobre “O Petróleo é Nosso!”</p>
<p>Parabéns pelo Editorial! Concordo plenamente, a plataforma continental pertence à nação e não aos estados, seria correto uma participação muito mais igualitária dos royalties entre os estados. Além do mais estes estados que se dizem produtores já gozam de todos os privilégios dos investimentos de mais de R$ 400 bilhões direcionados a eles.</p>
<p>E Minas Gerais o segundo maior Estado consumidor de combustíveis e derivados do país, continua sendo esquecida pela Petrobrás, gozando de participações irrelevantes nestes investimentos no cenário nacional.</p>
<p>Excelente matéria.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Nelito, sobre o mesmo artigo</p>
<p>Interessante, adorei a publicação, não sabia que era assim</p>
<p>Obrigado pela informação</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Rodrigo, sobre o mesmo artigo</p>
<p>Concordo com o comentário do Márcio, muito oportuno.</p>
<p>Minas foi o estado que deu mais frente de votos para Dilma, 3,3 milhões, e só tem um ministro dos 35 no seu governo, mesmo assim decorativo, sem influência.</p>
<p>A Petrobrás levou o polo petroquimico que viria produzir o ácido acrílico em Minas para a Bahia, terra do presidente da empresa, que age descaradamente pelo interesse pessoal.</p>
<p>A Petrobrás fez grandes investimentos nas refinarias de São José dos Campos, Duque de Caxias e agora Cubatão para produzir diesel com baixo teor de enxofre, 50 particulas por milhão. Enquanto isto a Refinaria Gabriel Passos, a única de Minas Gerais continua produzindo o diesel com alto teor de enxofre, 500 partículas por milhão.</p>
<p>Em São Paulo, o então governador José Serra teve que entrar na justiça para conseguir os &#8220;cuidados&#8221; da Petrobrás com o meio ambiente. E em Minas, continuaremos sofrendo com a fumaça preta do óleo diesel?</p>
<p>Acorda mineirada!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Marcos Nabão sobre “Um beija flor me avisou – Lima Júnior lança seu novo CD”</p>
<p>Lima Junior, infelizmente não tive a oportunidade de encontrar com você nos festivais. Tivemos momentos bons nestas estradas com o Grupo Relações Humanas de Curvelo, fizemos grandes amigos, alguns parceiros seus. Me lembro da realização do melhor dos Festivais de Minas e de sua música PaiChão e te desejo muito sucesso com este CD, pois carregar esta bandeira não é facil não meu cara. Sucesso!!!!!!!!!!!!!!!!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Emerita Alves Martins sobre “Viva o Vale do Jequitinhonha”</p>
<p>Também sou do VALE e me orgulho e considero que VALE muito ser do VALE. Parabéns a esse grupo e muitos outros que iniciaram um trabalho de luta na região para que nossa cultura fosse valorizada e reconhecida. Sabemos que tem muita coisa a ser feita, mas acredito na juventude que cada vez mais vem se envolvendo nas questões sociais e culturais.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>J.Márcio sobre “Memórias gastronômicas de um belorizontino – as bebidas”</p>
<p>tomei estas coisas todas e bebi chopp no Tip Top da tia Paula Huven, onde tinha uma bebida gasosa e colorida tipo refrigerante feito na hora! E a sodinha Gato Preto e o Kero Mate, parecido com o Mate Couro! Bons tempos!</p>
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<p>Antonio Toledo sobre “O Ponto de Aglutinação”</p>
<p>De todos os livros do sr Castanheda penso que 2 são os primordiais…O Poder do Silêncio e Porta Para o Infinito. Nunca entendi o ponto de aglutinação como um ponto em nosso casulo. Penso que o ponto de aglutinação é um campo entre a mente comum e a consciência …mas ainda assim me parece que falta algo…transcender a mente? A.L.Toledo</p>
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<p>João Filho sobre “Promiscuidade Feminina”</p>
<p>Fiquei com a impressão de que o autor somente conhece mulheres do consultório, não as reais…</p>
<p>O que tenho encontrado é bem diferente disso.</p>
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		<title>Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena Setembro – 2011</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-2%c2%aa-quinzena-setembro-%e2%80%93-2011</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 13:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Jonas sobre “Cidade Administrativa: servidores apreensivos” Lucas, parabéns pelas observações! TRABALHO LÁ e sei MUITO BEM o que passamos. Esse tal de “vision” NÃO TEM VISÃO NENHUMA, ou é algum assessor daquela turma lá, com excelente salário e com certeza não precisa marcar ponto!!! Acha que somos OTÁRIOS??? TROLL!!!!!!!!!!!! Para esses palhaços que vivem dando pitacos, criticando nossa insatisfação, deveriam trabalhar lá UM MÊS recebendo mil e poucos reais BRUTOS, tendo de almoçar no Restaurante(?) MORTE-LENTA (porque o outro melhorzinho e pouco mais caro, o “Styllus da Terra” do Alvimar Perrela, saiu de lá de fininho) e tendo que encarar engarrafamentos monstruosos TODOS OS DIAS pra poder chegar em casa! AÍ eu iria querer ver a cara deles! Pimenta nos olhos dos outros é refresco, né, “Vision” Manezão? E o babaca AINDA fica querendo que todo mundo que esteja insatisfeito com a comida de lá leve marmita de casa… Coisinha meiga! Que os outros comentaristas SENSATOS daqui me perdoem as palavras, mas não suporto mais ouvir sandices desses caras que ganham bem, lambem as botas do patrão e vêm falar bobagens mil sobre nós que lá sofremos. CHEGA!!! &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Carlos sobre “Moradores tentam interdição de Depósito de Gás” Acho correto os vizinhos reclamarem. Existem normas e regras para se trabalhar com esse produto, é perigoso e muitas vezes não tem toda a segurança devida, colocando em risco todos os que estão em volta, não é fácil obter documentação, mas não é impossível, sou mineiro e tenho depósito de Gás em SP. Concordo que não se pode trabalhar se não estiver dentro da legalidade. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Fiuza sobre “Na Era do Rádio” Me lembro dos anos 50 quando a gente corria para perto do rádio as 18 horas para todos juntos ouvirmos e rezarmos com o saudoso Júlio Louzada. Depois de adulto ainda tive a glória de, oportunamente, poder ouvir a oração da Ave Maria com ele. Pouco tempo depois veio a falecer. Mas a memória daquela voz que me dava ânimo e esperança ainda soa nos meus ouvidos todos os dias, no mesmo horário. Deus lhe abençoe onde quer que esteja, eterno Júlio Louzada. Te devo muito… &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Nadir sobre “Coleta Seletiva, Privilégio de Alguns” Parabéns pela inicativa! precisamos de mais pessoas com a mesma garra. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Verly, autor, em resposta a Nadir, comentário acima Muito obrigado. Precisamos encontrar uma saida para o tanto de resíduos que descartamos. Abraço Verly &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5803" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-2%c2%aa-quinzena-setembro-%e2%80%93-2011/comentarios-setembro-2011"><img class="aligncenter size-full wp-image-5803" title="comentarios setembro 2011" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/10/comentarios-setembro-2011.jpg" alt="" width="300" height="626" /></a></p>
<p>Jonas sobre “Cidade Administrativa: servidores apreensivos”</p>
<p>Lucas, parabéns pelas observações! TRABALHO LÁ e sei MUITO BEM o que passamos. Esse tal de “vision” NÃO TEM VISÃO NENHUMA, ou é algum assessor daquela turma lá, com excelente salário e com certeza não precisa marcar ponto!!! Acha que somos OTÁRIOS??? TROLL!!!!!!!!!!!!</p>
<p>Para esses palhaços que vivem dando pitacos, criticando nossa insatisfação, deveriam trabalhar lá UM MÊS recebendo mil e poucos reais BRUTOS, tendo de almoçar no Restaurante(?) MORTE-LENTA (porque o outro melhorzinho e pouco mais caro, o “Styllus da Terra” do Alvimar Perrela, saiu de lá de fininho) e tendo que encarar engarrafamentos monstruosos TODOS OS DIAS pra poder chegar em casa! AÍ eu iria querer ver a cara deles! Pimenta nos olhos dos outros é refresco, né, “Vision” Manezão? E o babaca AINDA fica querendo que todo mundo que esteja insatisfeito com a comida de lá leve marmita de casa… Coisinha meiga!</p>
<p>Que os outros comentaristas SENSATOS daqui me perdoem as palavras, mas não suporto mais ouvir sandices desses caras que ganham bem, lambem as botas do patrão e vêm falar bobagens mil sobre nós que lá sofremos. CHEGA!!!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Carlos sobre “Moradores tentam interdição de Depósito de Gás”</p>
<p>Acho correto os vizinhos reclamarem. Existem normas e regras para se trabalhar com esse produto, é perigoso e muitas vezes não tem toda a segurança devida, colocando em risco todos os que estão em volta, não é fácil obter documentação, mas não é impossível, sou mineiro e tenho depósito de Gás em SP. Concordo que não se pode trabalhar se não estiver dentro da legalidade.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Fiuza sobre “Na Era do Rádio”</p>
<p>Me lembro dos anos 50 quando a gente corria para perto do rádio as 18 horas para todos juntos ouvirmos e rezarmos com o saudoso Júlio Louzada. Depois de adulto ainda tive a glória de, oportunamente, poder ouvir a oração da Ave Maria com ele. Pouco tempo depois veio a falecer. Mas a memória daquela voz que me dava ânimo e esperança ainda soa nos meus ouvidos todos os dias, no mesmo horário. Deus lhe abençoe onde quer que esteja, eterno Júlio Louzada. Te devo muito…</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Nadir sobre “Coleta Seletiva, Privilégio de Alguns”</p>
<p>Parabéns pela inicativa! precisamos de mais pessoas com a mesma garra.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Verly, autor, em resposta a Nadir, comentário acima</p>
<p>Muito obrigado. Precisamos encontrar uma saida para o tanto de resíduos que descartamos.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Verly</p>
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<p>Cristiane B sobre “Limpeza Urbana em Belo Horizonte – parte 6”</p>
<p>Prezados,</p>
<p>Em casa, separamos os materiais reciclados (plástico e embalagens em geral, papel, garrafas de vidro, etc).Gostaria de saber onde poderiamos deixar esses materiais, ou se existe alguem que faria a coleta em nossa casa????</p>
<p>Agradeço desde já,</p>
<p>Att,</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Fátima Abreu, autora, em resposta a Cristiane B.</p>
<p>Cristiane,</p>
<p>Se na sua região não há a coleta seletiva porta a porta, você pode deixar os materiais recicláveis nos Contêineres instalados na cidade (veja no site da PBH, busque por SLU – coleta seletiva ponto a ponto). Você também pode doá-los diretamente a catadores que normalmente coletam os recicláveis em praticamente todas as regiões da cidade.</p>
<p>Fátima</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentários dos Leitores – 1ª Quinzena – Setembro 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 18:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Sania Campos em “Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena – Agosto – 2011” Sugiro ao Editor a publicação deste artigo que saiu no jornal &#8220;Estado de Minas&#8221;, caderno &#8220;Pensar&#8221; em 17/09/2011 Tempo vazio e contemplação Mozahir Salomão Bruck &#8211; professor da PUC Minas. “Quanto mais tentamos fazer render o nosso tempo, mais temos a sensação de que o perdemos.” Foi com essa frase que Maria Rita Kehl encerrou a conversa que tivemos no percurso entre o hote l em que dormira na rápida estadia na capital mineira e o já hoje nem tão distante aeroporto de Confins. A psicanalista veio a Belo Horizonte para falar a estudantes de comunicação social da PUC Minas. Abordou aspectos da mídia e seus impactos na sociedade e o que considera ser uma grande e quase cega “fé” nos meios de comunicação e nos dispositivos de interação em geral. No trajeto até o aeroporto, onde a escritora embarcaria de volta para casa, em São Paulo, nossa conversa privilegiou, no entanto, outro tema: as análises que Maria Rita Kehl, mais recentemente, tem se dedicado a fazer sobre como, na contemporaneidade, o homem tem abruptamente alterado sua percepção do tempo. Parte dessas análises, a psicanalista tornou pública no ano passado, quando lançou O tempo e o cão – a atualidade das depressões, pela Editora Boitempo. Segundo ela, a aceleração da nossa experiência de tempo pode estar provocando o aumento e intensificação das depressões. Maria Rita Kehl buscou no pensador Antonio Candido a repulsa à ideia do tempo apenas como meio e modo de realização e obtenção das coisas, especialmente as materiais. Candido escreveu há alguns anos que o capitalismo é o senhor do tempo, mas que tempo não é dinheiro. Kehl disse ter considerado muito singela e muito precisa a observação do professor, desfazendo, na verdade, o mote quase publicitário de que “tempo é dinheiro”. Com sua reflexão, Antonio Candido nos alerta, diz a psicanalista, para o fato de que aceitar isso seria uma barbaridade, uma brutalidade, pois o tempo é o tecido de nossas vidas. O tempo, enfatiza, é tudo que nós temos, pois nossa vida é composta de tempo e de nada mais além dele, sendo que cada um o preenche ao seu modo. Para a escritora, quando começamos a fazer com que ele renda, apenas tendo em vista o quanto pode nos proporcionar materialmente – “para nós ou para o outro, porque normalmente quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5657" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-1%c2%aa-quinzena-%e2%80%93-setembro-2011/comentarios-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-5657" title="comentarios" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/09/comentarios.jpg" alt="" width="225" height="225" /></a></p>
<p>Sania Campos em “Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena – Agosto – 2011”</p>
<p>Sugiro ao Editor a publicação deste artigo que saiu no jornal &#8220;Estado de Minas&#8221;, caderno &#8220;Pensar&#8221; em 17/09/2011</p>
<p><strong>Tempo vazio e contemplação</strong></p>
<p>Mozahir Salomão Bruck &#8211; professor da PUC Minas.</p>
<p>“Quanto mais tentamos fazer render o nosso tempo, mais temos a sensação de que o perdemos.” Foi com essa frase que Maria Rita Kehl encerrou a conversa que tivemos no percurso entre o hote l em que dormira na rápida estadia na capital mineira e o já hoje nem tão distante aeroporto de Confins. A psicanalista veio a Belo Horizonte para falar a estudantes de comunicação social da PUC Minas. Abordou aspectos da mídia e seus impactos na sociedade e o que considera ser uma grande e quase cega “fé” nos meios de comunicação e nos dispositivos de interação em geral.</p>
<p>No trajeto até o aeroporto, onde a escritora embarcaria de volta para casa, em São Paulo, nossa conversa privilegiou, no entanto, outro tema: as análises que Maria Rita Kehl, mais recentemente, tem se dedicado a fazer sobre como, na contemporaneidade, o homem tem abruptamente alterado sua percepção do tempo. Parte dessas análises, a psicanalista tornou pública no ano passado, quando lançou O tempo e o cão – a atualidade das depressões, pela Editora Boitempo. Segundo ela, a aceleração da nossa experiência de tempo pode estar provocando o aumento e intensificação das depressões.</p>
<p>Maria Rita Kehl buscou no pensador Antonio Candido a repulsa à ideia do tempo apenas como meio e modo de realização e obtenção das coisas, especialmente as materiais. Candido escreveu há alguns anos que o capitalismo é o senhor do tempo, mas que tempo não é dinheiro. Kehl disse ter considerado muito singela e muito precisa a observação do professor, desfazendo, na verdade, o mote quase publicitário de que “tempo é dinheiro”. Com sua reflexão, Antonio Candido nos alerta, diz a psicanalista, para o fato de que aceitar isso seria uma barbaridade, uma brutalidade, pois o tempo é o tecido de nossas vidas.</p>
<p>O tempo, enfatiza, é tudo que nós temos, pois nossa vida é composta de tempo e de nada mais além dele, sendo que cada um o preenche ao seu modo. Para a escritora, quando começamos a fazer com que ele renda, apenas tendo em vista o quanto pode nos proporcionar materialmente – “para nós ou para o outro, porque normalmente quem enriquece não é a gente”, ironiza –, é o valor da vida que se perde. Kehl chama ainda a atenção para o fato de que quanto mais se tenta preencher a vida com muitas atividades, tentando fazer com que o tempo renda mais e mais (muitas coisas na agenda em um dia só, alimentando essa sensação de que o aproveitamos bem), mais se tem a sensação de que não vivemos nada, de que nada aconteceu.</p>
<p>O que Maria Rita Kehl denomina de novo modo de percepção do tempo tem ainda outros ingredientes, entre eles a intensa colagem do homem aos chamados dispositivos hodiernos, leiam-se aqui smartphones, netbooks, tablets e readers em geral – também, por assim dizer, sintoma dessa contemporaneidade acelerada. A psicanalista conta que certa vez estava em um local público, onde havia inúmeros jovens. Ela reparou que, em uma das mesas, alguns rapazes e moças quase não conversavam entre si. Estavam falando, por meio de seus aparelhos, com outros que não estavam ali. Ficavam fotografando e enviando mensagens e imagens para os ausentes. “É estranho”, pondera a escritora. “Eu não sei dizer ainda o que isso implica, mas você observa que, de fato, as pessoas estavam ali, face a face, mas em vez de conversar, preferiam estar ocupadas nos seus aparelhinhos para falar com quem estava longe”.</p>
<p>Mas, mesmo para a análise dessa cultura marcada pela excessiva mediatização, Maria Rita Khel opta por valer-se da categoria tempo. Para a psicanalista, esses “aparelhinhos que nós acreditamos que precisamos dele para poupar tempo acabam por ocupar o nosso tempo. Ocorre então o contrário, pois eles nos escravizam”. A escritora salienta ainda que a pessoa pode, todo o tempo, receber notícias, mensagens, fotos e vídeos de todo mundo que não está do seu lado. E, quando fica sem fazê-lo, tem a sensação de que está perdendo alguma coisa. “Tem a ver”, destaca, “com o funcionamento do superego, isto é, se você pode, você deve. O fato é que as pessoas ficam muito menos disponíveis para conversar, para se relacionar… mais ainda, não tomam para si um tempo para ficarem quietas, para observar a paisagem.”</p>
<p>Sob tensão</p>
<p>Pessimista em relação ao modo como o homem contemporâneo vem vivenciando e instituindo sua percepção sobre o tempo, a psicanalista diz acreditar que “o tempo vazio vai desaparecer da face da Terra”. De acordo com ela, as pessoas parecem ter simplesmente desaprendido a sentir o tempo passar, a relaxar. “Uma das coisas que eu gosto muito”, conta, “em uma viagem de ônibus, já que eu não estou dirigindo, é de ficar olhando pela janela. Gosto disso desde quando era criança. Ao olhar a paisagem, passa muita coisa na cabeça da gente, mas não é aquele pensamento consciente, que você tem que resolver um problema… mas o que Walter Benjamin chama de devaneio. Pois isso está cada vez mais difícil. Os ônibus e até os táxis já estão cheios de telas para você ocupar seu tempo, assistindo coisas que não pediu para ver”.</p>
<p>Certamente, muito mais do que um jogo de palavras, a psicanalista nos alerta para o fato de que é esse horror ao vazio que nos esvazia. “Esse horror ao vazio e todos os dispositivos que temos para não deixarem nenhum tempo vazio significam para nós muito mais um risco de esvaziamento do que de nos preencher… Esse horror ao vazio é o que nos esvazia.”</p>
<p>Kehl lembra que o que preenche a vida, principalmente, é o trabalho psíquico, é o trabalho da imaginação, do pensamento, do devaneio e do sonho. “A questão aí é que as coisas da vida chegam cada vez mais para nós elaboradas pela mídia, pela publicidade e por toda a tecnologia”, pondera. “E já com a contemplação, bem, a contemplação não tem finalidade. É um fim em si mesma. Ela tem um prazer, ela é cheia, vamos dizer assim. Por outro lado, o tempo usado como meio para outra coisa é vazio. Ele é só meio. Quanto mais as pessoas fazem render o seu tempo, mais ficam com a sensação de que o perderam, que o desperdiçaram. Enfim, elas se fizeram instrumento de alguma coisa que não sabem exatamente o que é”, conclui.</p>
<p>Estado de Minas, Caderno Pensar, 17-9-2011</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Renato Carvalheira do Nascimento sobre o artigo “Denise Paiva: “Era outra história”.”</p>
<p>Li recentemente e por um acaso também estive na mesma época (final dos anos 70) em Moçambique (capital Maputo), mas era muito pequeno. Sou filho do professor Elimar Nascimento e fiquei muito emocionado ao ler o livro. Mereceria até outra edição com a realização das entrevistas de Erundina e do Cristovam Buarque. Lembro que o senador, então Reitor da UnB na segunda metade dos anos 80, criou o prêmio Josué de Castro, além de apoiar Anna Peliano em seus estudos na própria universidade. Por outro acaso da vida, estou fazendo o doutorado sobre o Consea e o livro foi de suma importância para melhor compreender a Era Itamar. PARABÉNS pelo livro!!!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Vagner em “Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena – Agosto – 2011”</p>
<p><a rel="attachment wp-att-5658" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-1%c2%aa-quinzena-%e2%80%93-setembro-2011/comentarios1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5658" title="comentarios1" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/09/comentarios1.jpg" alt="" width="421" height="282" /></a></p>
<p>Muito estranho que a imprensa mineira não dê uma única linha sobre a condenação de Marcos Valério no Mensalão Mineiro. Temos que ler estas noticias nos jornais de outros estados:</p>
<p><a href="http://extra.globo.com/noticias/brasil/justica-de-minas-condena-marcos-valerio-seis-anos-de-prisao-2626384.html">http://extra.globo.com/noticias/brasil/justica-de-minas-condena-marcos-valerio-seis-anos-de-prisao-2626384.html</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Maria Joana sobre “Carta recebida de José Afonso da Silva”</p>
<p>Muito interessante!!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Thomaz Antônio sobre o artigo “Thomaz Campos &amp; Cia”</p>
<p>Orgulho de ter meu nome igual do meu bisavô Thomaz.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Daniel, Betim em “Contato”</p>
<p>Peço que publiquem esta foto da Presidenta ostentando o manto sagrado.</p>
<p>Obrigado</p>
<p><a rel="attachment wp-att-5659" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-1%c2%aa-quinzena-%e2%80%93-setembro-2011/comentarios2"><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" title="comentarios2" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/09/comentarios2.jpg" alt="" width="428" height="322" /></a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Verly sobre seu artigo “Consciência Comunitária e Cultura de Paz”</p>
<p>Fico feliz em ver meu texto publicado. Sonho ainda ver todas as vilas e favelas de BH com projetos próprios de melhoria da vida para as pessoas que as compõem. Pratiquem.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Patricia Guarnieri sobre o artigo “Hamurabi e a Logística Reversa”</p>
<p>Boa noite Sebastião Verly,</p>
<p>gostaria de parabenizá-lo pelo texto, muito interessante! Possuo um blog sobre Logística Reversa e gostaria de saber se você me autorizaria a publicar seu texto no meu blog. O site é: http://patriciaguarnieri.blogspot.com/</p>
<p>Aguardo sua resposta e fico grata pela atenção.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>VITORIA sobre “Crônica de Ficção”</p>
<p>MUITO CHATO</p>
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<p>luciana sobre “Nenhuma Ordem Mundial”</p>
<p>pppppppppppppeeeeeeeeeeeeeeccccciiiiimo!!!!!!!!!!!!!!!!</p>
<p>odiei tudo tudo tudo tudo!</p>
<p>isso nao presta para nada!</p>
<p>só ocupa espaço&gt;….tira logo isso da rede!!!!!!!!!</p>
<p>porcaria de site!!!!!!!!!!1111</p>
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<p>Naiara Campos para Editor</p>
<p>Sugiro a reprodução do artigo de Neca Setúbal publicado na</p>
<p>página de opinião da Folha de São Paulo do dia 2/9/2011.</p>
<p>As novas formas de participação cidadã</p>
<p>MARIA ALICE SETUBAL</p>
<p>Em vez de uma participação latente que emerge somente em época de eleições, os jovens se engajam em causas sociais, ambientais e culturais</p>
<p>Tendo participado ativamente da campanha presidencial de Marina Silva em 2010, sou interpelada a toda hora por pessoas de diferentes idades, que atuam em diversos setores da sociedade, com uma cobrança: “E agora, que vamos fazer?” Tal indagação me remete a outra questão: como viabilizar a participação ativa e estruturada de maneira a influenciar o funcionamento do Estado e a vida social?</p>
<p>Os desgastes dos partidos políticos e as crises financeiras e sociais do mundo hoje nos obrigam a pensar novos paradigmas que possam acolher o desejo de participação de milhares de pessoas, sobretudo jovens, que se sentem excluídos desse modelo de sociedade.</p>
<p>Trata-se ainda de um desejo difuso e intangível, mas que está gerando novas formas de participação e atuação na sociedade. Em vez de uma participação latente que emerge somente na época das eleições, as novas gerações se engajam cotidianamente em causas sociais, ambientais e culturais, em uma forte e apaixonada busca de soluções para enfrentar os desafios do século 21.</p>
<p>Nesse cenário, pensar novos modelos de sociedade e, sobretudo, pensar novas formas de participação nos leva a analisar a atuação das organizações da sociedade civil e sua inserção no debate político mais amplo.</p>
<p>No campo social, os recursos se concentram, cada vez mais, em grandes fundações e institutos em detrimento das organizações comunitárias. Entretanto, essas pequenas organizações cumprem um papel imprescindível para a consolidação dos direitos humanos nas questões de raça, gênero, população de rua e de presídios e outras.</p>
<p>Nesse contexto, de um lado, a falta de recursos e de espaços de atuação, além de enfraquecer a luta por essas causas, resulta em perda de capital social e em esgarçamento do tecido social, na medida em que essas ONGs de base atuam como pontes entre pessoas, instituições e as políticas públicas na construção de uma sociedade democrática e participativa.</p>
<p>E de outro lado, novas e diferentes formas de organizações da sociedade civil têm surgido com força -por exemplo, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Rede Nossa São Paulo, Fórum Social de São Paulo, Comitê das Florestas, Todos pela Educação, dentre outras. São experiências de organizações fluidas e horizontais, legitimadas pela inclusão de vários atores.</p>
<p>O século 21 exige visão sistêmica e não linear das diferentes políticas e programas, além de hierarquias flexíveis, trabalho colaborativo, autonomia e liberdades de escolha e opção. Por fazerem a diferença, os bens coletivos e os intangíveis devem ser priorizados: ouvir, respeitar, reconhecimento social, fazer junto, cooperação e reciprocidade.</p>
<p>Nesse cenário de crise de partidos políticos, dificuldade financeira e institucional de parte da sociedade civil organizada, coexiste uma fértil vontade de mobilização entre jovens, com experiências de escolas de ativismo e de lideranças, e movimentos de transparência que se multiplicam pelo país.</p>
<p>É na sociedade civil que será possível encontrarmos as respostas para os desafios que o século 21 nos coloca.</p>
<p>Para além da premência indiscutível de reorganização dos partidos e das formas de representação política, o maior desafio é garantir a multiplicação de posições e espaços para novos modos de mobilização e incrementar a capacidade de influência das diversas vozes que ecoam na sociedade.</p>
<p>É essa a saída para o fortalecimento da sociedade civil e para a implementação de políticas públicas compromissadas com o desenvolvimento sustentável e justo para o país.</p>
<p>MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), é presidente dos conselhos do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) e da Fundação Tide Setubal.</p>
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		<title>Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena – Agosto – 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 17:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[Antônio Moreira ao Editor Sugiro a publicação deste luminoso artigo do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, sobre a atualíssima questão das rebeliões ocorridas em alguns países árabes e especialmente na Líbia, onde os acontecimentos se sucedem de forma dramática. Creio que a divulgação deste artigo é esclarecedora sobre a postura da Diplomacia Brasileira que está assumindo um papel cada vez mais importante no mundo. Transcrito do jornal “Folha de São Paulo”, edição de 1º de Setembro de 2011, página A3 Direitos humanos e ação diplomática Antonio de Aguiar Patriota Devemos evitar posturas que venham a contribuir para o estabelecimento de um elo automático entre a coerção e a promoção da democracia Comprometido no plano nacional com os direitos humanos, com a democracia, com o progresso econômico e social, o Brasil incorpora plenamente esses valores a sua ação externa. Diante dos eventos da Primavera Árabe, expressamos nossa solidariedade à mobilização social por maior liberdade de expressão e avanços políticos e institucionais em países submetidos a regimes autoritários. Tanto no Conselho de Segurança quanto no Conselho de Direitos Humanos da ONU, condenamos as violações cometidas pelos regimes líbio e sírio. Ao velar para que o compromisso com os valores que nos definem como sociedade se traduza em atuação diplomática, o Brasil trabalha sempre pelo fortalecimento do multilateralismo e, em particular, das Nações Unidas. A ONU constitui o foro privilegiado para a tomada de decisões de alcance global, sobretudo aquelas relativas à paz e à segurança internacionais e a ações coercitivas, que englobam sanções e uso da força. Ações militares sem a legitimação do Conselho de Segurança da ONU, além de trazerem descrédito para os instrumentos internacionais subscritos pela comunidade internacional como um todo, tendem a se transformar em fator de instabilidade, violência e violações de direitos humanos em grande escala, como demonstrou a intervenção militar no Iraque. Não nos esqueçamos de que o primeiro direito humano é o direito à vida. A primeira obrigação da comunidade internacional ao deparar com uma situação de crise é a de evitar o agravamento de tensões. Cada vez que a violência se dissemina, as primeiras vítimas são os segmentos mais vulneráveis: as crianças, as mulheres, os idosos, os desvalidos. Além de defendermos a legalidade das nossas ações coercitivas perante a Carta da ONU e o direito internacional, devemos sempre aplicar medidas adequadas, com os olhos voltados para os resultados almejados: a promoção da democracia, dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5521" href="http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-2%c2%aa-quinzena-%e2%80%93-agosto-%e2%80%93-2011/comentarios-dos-leitores-12"><img class="aligncenter size-full wp-image-5521" title="Comentários dos Leitores" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/09/Comentários-dos-Leitores.jpg" alt="" width="370" height="309" /></a></p>
<p>Antônio Moreira ao Editor</p>
<p>Sugiro a publicação deste luminoso artigo do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, sobre a atualíssima questão das rebeliões ocorridas em alguns países árabes e especialmente na Líbia, onde os acontecimentos se sucedem de forma dramática. Creio que a divulgação deste artigo é esclarecedora sobre a postura da Diplomacia Brasileira que está assumindo um papel cada vez mais importante no mundo. Transcrito do jornal “Folha de São Paulo”, edição de 1º de Setembro de 2011, página A3</p>
<p><strong>Direitos humanos e ação diplomática</strong></p>
<p>Antonio de Aguiar Patriota</p>
<p>Devemos evitar posturas que venham a contribuir para o estabelecimento de um elo automático entre a coerção e a promoção da democracia</p>
<p>Comprometido no plano nacional com os direitos humanos, com a democracia, com o progresso econômico e social, o Brasil incorpora plenamente esses valores a sua ação externa.</p>
<p>Diante dos eventos da Primavera Árabe, expressamos nossa solidariedade à mobilização social por maior liberdade de expressão e avanços políticos e institucionais em países submetidos a regimes autoritários. Tanto no Conselho de Segurança quanto no Conselho de Direitos Humanos da ONU, condenamos as violações cometidas pelos regimes líbio e sírio.</p>
<p>Ao velar para que o compromisso com os valores que nos definem como sociedade se traduza em atuação diplomática, o Brasil trabalha sempre pelo fortalecimento do multilateralismo e, em particular, das Nações Unidas.</p>
<p>A ONU constitui o foro privilegiado para a tomada de decisões de alcance global, sobretudo aquelas relativas à paz e à segurança internacionais e a ações coercitivas, que englobam sanções e uso da força.</p>
<p>Ações militares sem a legitimação do Conselho de Segurança da ONU, além de trazerem descrédito para os instrumentos internacionais subscritos pela comunidade internacional como um todo, tendem a se transformar em fator de instabilidade, violência e violações de direitos humanos em grande escala, como demonstrou a intervenção militar no Iraque.</p>
<p>Não nos esqueçamos de que o primeiro direito humano é o direito à vida. A primeira obrigação da comunidade internacional ao deparar com uma situação de crise é a de evitar o agravamento de tensões.</p>
<p>Cada vez que a violência se dissemina, as primeiras vítimas são os segmentos mais vulneráveis: as crianças, as mulheres, os idosos, os desvalidos.</p>
<p>Além de defendermos a legalidade das nossas ações coercitivas perante a Carta da ONU e o direito internacional, devemos sempre aplicar medidas adequadas, com os olhos voltados para os resultados almejados: a promoção da democracia, dos direitos humanos, a proteção da população civil, a criação de condições de estabilidade que geram oportunidade de progresso econômico e social.</p>
<p>A ordem internacional não se fortalece com interpretações livres de mandatos do Conselho de Segurança. E, sempre que a ordem se enfraquece, quem mais padece são os mais fracos. Como bem assinalou o professor Richard Falk, da Universidade Princeton, em entrevista à Folha, houve, no caso da Líbia, uma lacuna entre o que foi autorizado pelo Conselho de Segurança e a ação da OTAN.</p>
<p>A relação entre a promoção da paz e segurança internacionais e a proteção de direitos individuais evoluiu de forma significativa ao longo das últimas décadas, a partir da constituição das Nações Unidas, em 1945. Não se pode afirmar que essa evolução, positiva em seu conjunto, seja obra de um grupo de países em particular.</p>
<p>Ela é fruto de um embate de ideias em que os militarmente mais poderosos não estiveram necessariamente na vanguarda dos clamores por justiça e equidade. Lembro que os primeiros esboços da Carta da ONU incluíam referências escassas aos direitos humanos por razões que hoje podem parecer surpreendentes.</p>
<p>Robert C. Hildebrand, que relata as negociações do documento em sua obra &#8220;Dumbarton Oaks&#8221;, credita essa circunstância ao fato de que os Estados Unidos temiam questionamentos à segregação racial ainda vigente no país e à preocupação do Reino Unido de que sua soberania sobre um vasto império colonial viesse a ser posta em xeque-como efetivamente ocorreu.</p>
<p>A luta contra o apartheid proporciona um exemplo eloquente de ação conjunta do mundo em desenvolvimento contra práticas que atentam contra a dignidade humana. Quando o tema foi levado ao Conselho de Segurança da ONU, as objeções à aplicação de sanções contra o regime minoritário sul-africano partiram de membros permanentes ocidentais.</p>
<p>Desde a adoção da Carta da ONU, a relação entre promover direitos humanos e assegurar a paz internacional passou por várias etapas. Sofreu paralisia em função da rivalidade ideológica da Guerra Fria; beneficiou-se do breve momento de consenso internacional do imediato pós-Guerra Fria e da ação internacional pela reversão da invasão iraquiana do Kuwait.</p>
<p>Em meados da década de 90 surgiram vozes que, motivadas pelo justo objetivo de impedir que a inação da comunidade internacional permitisse episódios sangrentos como os da Bósnia ou do genocídio em Ruanda, forjaram o conceito de &#8220;responsabilidade de proteger&#8221;.</p>
<p>Embora a responsabilidade coletiva não precise se expressar por meio de ações coercitivas para ser eficaz, surgiram vozes particularmente intervencionistas e militaristas no chamado &#8220;Ocidente&#8221; que continuam gerando controvérsia e polêmica.</p>
<p>A Carta da ONU, como se sabe, prevê a possibilidade do recurso à ação coercitiva, com base em procedimentos que incluem o poder de veto dos atuais cinco membros permanentes no Conselho de Segurança -órgão dotado de competência primordial e intransferível pela manutenção da paz e da segurança internacionais.</p>
<p>O acolhimento da responsabilidade de proteger na normativa das Nações Unidas teria de passar, dessa maneira, pela caracterização de que, em determinada situação específica, violações de direitos humanos implicam ameaça à paz e à segurança.</p>
<p>Para o Brasil, o fundamental é que, ao exercer a responsabilidade de proteger pela via militar, a comunidade internacional, além de contar com o correspondente mandato multilateral, observe outro preceito: o da responsabilidade ao proteger. O uso da força só pode ser contemplado como último recurso.</p>
<p>Queimar etapas e precipitar o recurso à coerção atenta contra a &#8220;rationale&#8221; do direito internacional e da Carta da ONU. Se nossos objetivos maiores incluem a decidida defesa dos direitos humanos em sua universalidade e indivisibilidade, como consagrado na Conferência de Viena de 1993, a atuação brasileira deve ser definida caso a caso, em análise rigorosa das circunstâncias e dos meios mais efetivos para tratar cada situação específica.</p>
<p>Não há espaço, no estabelecimento de políticas consistentes na área dos direitos humanos, para generalizações ingênuas nem para facilidades retóricas.</p>
<p>Devemos evitar, muito especialmente, posturas que venham a contribuir -ainda que indireta e inadvertidamente- para o estabelecimento de elo automático entre a coerção e a promoção da democracia e dos direitos humanos. Não podemos correr o risco de regredir a um estado em que a força militar se transforme no árbitro da justiça e da promoção da paz.</p>
<p>ANTONIO DE AGUIAR PATRIOTA é ministro das Relações Exteriores.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Bruna sobre o artigo &#8220;Cinema, Uma Paixão – Balzac e a Costureirinha Chinesa”</p>
<p>De Vânia Rodríguez</p>
<p>Para Baixar o Filme “Balzac e a Costureirinha Chinesa”: <a href="http://fwd4.me/0AQT">http://fwd4.me/0AQT</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Verly, autor, sobre seu artigo “Verdadeiras Verdades”</p>
<p>Olha gente, eu quis mostrar, especialmente para quem acredita em tudo que sai pela voz do povo ou, hoje em dia pela internet, que a maior parte é lenda. São chamadas lendas urbanas.</p>
<p>E como tem mentira espalhada por aí. E o MAIS SÉRIO: COMO TEM GENTE QUE ACREDITA EM TUDO!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Samara sobre o artigo “Moradores tentam interdição de Depósito de Gás”</p>
<p>deixe o povo trabalhar cambada de mineiros idiotas isso não tem nada haver porque sou uma revendedora em sao paulo .</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Naiara sobre a poesia“Quisera ser….” de Nádia Campos</p>
<p>Liiiindaaa!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Jack Maddux W. on “Slaves of the 21st Century” of Antonio Carlos Santini</p>
<p>Lord Jesus, Lord Budha, Ramatis, Shaman Gideon Dos Lakotas, St. Francis, Mahatma Gandhi, what other proof do you want?</p>
<p>The size of a man is the exact size of his endevours/works.</p>
<p>Our ego, that is the rational, logical mind/brain, is a three dimentional instrument given to us to experience the relative world. It can never be satisfied, it can never feel complete, it will always be changing its ideas about things. As long as we are belittled into its soverignty, we are truly slaves. The question is then: WHO are you?</p>
<p>haribol!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Jack Maddux W. on “Reply to the Commentary of the reader Adriano” of Carlos Bittencourt Almeida</p>
<p>I would say that in my opinion, men are entirely more sexual than woman. God played dirty when he made man… our members stay totally swollen untill we get some release! Women on the other hand do not. So, if you look at it that way, we can perhaps can give them a little more slack. right…? c’mon!</p>
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		<title>Comentários dos Leitores – 1a Quinzena – Agosto 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 20:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[De Hermes Soares: Prezado Editor, Anexo texto Publicado em 06/08/2011 por Carlos Soares em www.feirahippie.com para analise e divulgação Recordando e sugerindo… Agosto de 2011, A Feira Hippie está ai, magoada, desconfiada, mas unida. Quem acompanha o site www.feirahippie.com desde janeiro sabe como foi difícil e dolorosa a jornada de lutas. Quem nos acompanha conhece as nossas idéias e as nossas razões, para aqueles que estão chegando agora, um pequeno resumo do que defendemos ao longo deste tempo e seguiremos defendendo. Propostas, licitação, novo leiaute, aluguel de barracas, produtos industrializados, segurança; estes são os assuntos mais relevantes e sobre os quais temos opinião formada, vamos a elas: Licitação Além de ser um fato imoral, desumano e ilegal, não há uma única razão HONESTA que justifique a pretensão do prefeito. O direito ao trabalho é uma dos pilares da dignidade da pessoa humana. Licitar a vaga de quem sobrevive, há 44, 20 ou 10 anos, do trabalho que vende na Feira, é atentar contra a dignidade do expositor e de sua família, é atentar contra o direito ao trabalho. Não cabe, aqui, o lero-lero de que não há direito adquirido sobre o uso do logradouro público, a dignidade da pessoa humana é fundamento de nossa Carta Magna e se sobrepõe a qualquer outra consideração. Isto não bastasse, salta aos olhos a injustiça que é tentar afastar, de um evento de reconhecido sucesso, como o é o caso de nossa Feira Hippie, os responsáveis por esse sucesso. A Feira não foi um evento criado por A ou B, nasceu, cresceu e se tornou conhecida de forma espontânea. O poder público veio depois e com o único propósito de arrecadar, jamais prestou qualquer tipo de colaboração relevante, muito pelo contrário. O sucesso da Feira Hippie de Belo Horizonte deve-se, única e exclusivamente, ao trabalho e dedicação dos expositores que lá estão a 40, 30 ou 20 anos. Tentar se apoderar deste evento, hoje, é uma forma mal disfarçada de furto, de apropriação indébita, de roubo puro e simples. Justificar uma licitação como ação destinada a moralizar e acabar com o pretenso aluguel de espaço e venda de produtos industrializados, é mentir descaradamente. Se existe o aluguel de espaço e a venda de produtos industrializados – e existe, em dimensão muito, e bota MUITO nisso, menor do que alardeiam os meios de comunicação comprados pela estratosférica verba publicitária alocada pelo prefeito – é por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5460" title="metro" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/08/metro1.png" alt="" width="300" height="400" /></p>
<p>De Hermes Soares:</p>
<p>Prezado Editor,<br />
Anexo texto Publicado em 06/08/2011 por Carlos Soares em  www.feirahippie.com<br />
para analise e divulgação<br />
Recordando e sugerindo…</p>
<p>Agosto de 2011,</p>
<p>A Feira Hippie está ai, magoada, desconfiada, mas unida. Quem acompanha o site www.feirahippie.com desde janeiro sabe como foi difícil e dolorosa a jornada de lutas. Quem nos acompanha conhece as nossas idéias e as nossas razões, para aqueles que estão chegando agora, um pequeno resumo do que defendemos ao longo deste tempo e seguiremos defendendo. Propostas, licitação, novo leiaute, aluguel de barracas, produtos industrializados, segurança; estes são os assuntos mais relevantes e sobre os quais temos opinião formada, vamos a elas:</p>
<p>Licitação</p>
<p>Além de ser um fato imoral, desumano e ilegal, não há uma única razão HONESTA que justifique a pretensão do prefeito. O direito ao trabalho é uma dos pilares da dignidade da pessoa humana. Licitar a vaga de quem sobrevive, há 44, 20 ou 10 anos, do trabalho que vende na Feira, é atentar contra a dignidade do expositor e de sua família, é atentar contra o direito ao trabalho. Não cabe, aqui, o lero-lero de que não há direito adquirido sobre o uso do logradouro público, a dignidade da pessoa humana é fundamento de nossa Carta Magna e se sobrepõe a qualquer outra consideração. Isto não bastasse, salta aos olhos a injustiça que é tentar afastar, de um evento de reconhecido sucesso, como o é o caso de nossa Feira Hippie, os responsáveis por esse sucesso.<br />
A Feira não foi um evento criado por A ou B, nasceu, cresceu e se tornou conhecida de forma espontânea. O poder público veio depois e com o único propósito de arrecadar, jamais prestou qualquer tipo de colaboração relevante, muito pelo contrário. O sucesso da Feira Hippie de Belo Horizonte deve-se, única e exclusivamente, ao trabalho e dedicação dos expositores que lá estão a 40, 30 ou 20 anos. Tentar se apoderar deste evento, hoje, é uma forma mal disfarçada de furto, de apropriação indébita, de roubo puro e simples.<br />
Justificar uma licitação como ação destinada a moralizar e acabar com o pretenso aluguel de espaço e venda de produtos industrializados, é mentir descaradamente. Se existe o aluguel de espaço e a venda de produtos industrializados – e existe, em dimensão muito, e bota MUITO nisso, menor do que alardeiam os meios de comunicação comprados pela estratosférica verba publicitária alocada pelo prefeito – é por DELIBERADA falta de fiscalização. É claro e cristalino que licitar e criar uma nova feira – a feirinha pisca-pisca &amp; mão grande – não resolve nada. Sem fiscalização, em duas semanas teríamos um quadro muito pior do que o atual. E bota pior nisto!<br />
A população de Belo Horizonte, que reconhece a Feira Hippie como PATRIMÔNIO da cidade e deu mostra de seu orgulho, apoio e carinho, deve permanecer atenta: motivos inconfessáveis mantêm a intenção do prefeito de ACABAR com a Feira Hippie. Desconfio, coisa de mineiro, que a Feira seja algo que ele vendeu, recebeu e TEM que entregar. Talvez uma forma de ajudar alguma dona de ONG falida. Oh desconfianças cruéis!</p>
<p>Novo Leiaute</p>
<p>Deixo bem claras duas premissas: desejo que a implantação seja realizada logo; gostaria que fosse por remanejamento linear. Isto posto, lutarei, por todos os meios LEGAIS, a favor de que se implante pelo remanejamento aprovado pela Comissão Paritária. Pouco me importa o que eu GOSTARIA, a decisão da Comissão Paritária deve de ser respeitada!<br />
Um plebiscito, que tenha a concordância da Comissão, e sei que a atual Comissão concordará, é a única alternativa que aceito.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5459" title="metro" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/08/metro.png" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Segurança</p>
<p>Não consigo entender o que a PBH espera para iniciar o processo de implantação das Brigadas Contra Incêndio e Pânico. Será que apostam em um desastre? Seriam TÃO irresponsáveis?<br />
Tentamos agilizar este processo mas esbarramos no fato de que a formação das Brigadas dependem de infra-estrutura que somente pode ser montada pela PBH: hidrantes; sinalização visual; extintores e outras. Em princípio de julho oficiamos a Regional Centro-Sul sobre este assunto e não obtivemos resposta até o momento.<br />
Até onde irá a irresponsabilidade de nossos atuais governantes?</p>
<p>Propostas</p>
<p>Que o prefeito desista de seu intento e entenda que a Feira Hippie é patrimônio da cidade de Belo Horizonte e merece ser tratada com respeito;<br />
Que a PBH exerça a sua obrigação de fiscalizar;<br />
Que fiscalização seja exercida de forma inteligente, humana e democrática;<br />
Que a PBH enxergue a Feira como o que ela é: um evento reconhecido mundialmente e com grande potencial turístico e de lazer;<br />
Que PBH deixe de ser inimiga e aproveitadora e se torne parceira;<br />
Que a escadaria e o saguão exterior da PBH sejam destinados à exposição dos trabalhos de artesãos eventuais e em situação de rua;<br />
Que as decisões da Comissão Paritária sejam respeitadas;<br />
Que a honestidade de propósitos, o bom senso, a aceitação das diferenças, o respeito à dignidade e o diálogo sincero orientem, daqui para frente, a relação necessária entre os poderes públicos e a Feira Hippie de Belo Horizonte. Amém</p>
<p>Em tempo</p>
<p>Peço aos colegas que usem este espaço para comentar, divergir, elogiar, espinafrar, etc. Reconheço que o uso do e-mail se tornou quase que automático, é a força do hábito, antes não havia esta opção… Aqui seu comentário será apreciado por todos e pode produzir novas idéias, novas discussões e novas soluções. Reserve o uso do e-mail para assuntos pessoais, sugestões e solicitações. Participe e comente aqui! Obrigado.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Vision, sobre o comentário de Maria Otávia no artigo “Cidade Administrativa: servidores apreensivos”</p>
<p>Sim sim! O Lula também reclamava o governo quando era da esquerda. Agora ele viu que não é tão fácil. Não se agrada a todos, por isso existe a democracia e a maioria decide!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Vision, sobre o comentário de Sara Batista Belo Horizonte no mesmo artigo</p>
<p>Outro comentário para rir?<br />
Ok! As máquinas estão lá com seus lanches engordativos e não saudáveis, mas você é obrigada a comer e pagar aqueles lanches? Traga uma fruta de casa!<br />
Por que você não usa uma garrafa para tomar água em vez de usar os copos descartáveis?</p>
<p>“…só se for economia de inteligencia… de quem é administrado e não percebe que os decartavéis são altamente poluentes e os alimentos pouco saudáveis.” – Espero que você não se enquadre a este grupo! Eu não estou no meio!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Vision, sobre o comentário de Rodrigo no mesmo artigo:</p>
<p>Vamos pensar na solução: Traga comida de casa! Oi, simples assim! Quando você pagou 20 reais por dia de estacionamento? Para quem?</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Vision, sobre o comentário de Cibele – BH no mesmo artigo:</p>
<p>É para rir, né? Jura que é este o seu pensamento?</p>
<p>“Juntamente com os seres-humanos os ratos são os um dos animais mais adaptáveis do mundo, em relação à condições geológicas e climáticas.<br />
Os ratos são os animais que tem o organismo mais parecido com os dos humanos, por isso são usados frequentemente para pesquisas em laboratórios.”</p>
<p>Realmente somos muito parecidos. Você, uma moça sábia que é, entendeu muito bem o informe local para servidores. Sabe que não foi esse sentido.</p>
<p>Talvez quem não está presente na CAMG é porque teve que viajar para cuidar das questões interiores e exteriores do Estado.<br />
Só mais uma pergunta (que talvez não tenha nada haver): já estudou “Política?”<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Cibele, em contra-resposta ao comentário de Vision:<br />
Sr. &#8220;Vision”,</p>
<p>Primeiramente, saiba que o governo estadual, paga para a maioria AUXÍLIO transporte e alimentação, que mal paga a ida ao trabalho e um pão com manteiga por dia.<br />
Quanto ao meu comentário, é ÓBVIO que foi uma crítica! A analogia entre ratos e humanos foi algo tão oportuno que até o &#8220;Sr.&#8221; concordou, afinal, deseja que os servidores sejam tão adaptáveis a ambientes &#8220;degradados&#8221; quanto os ratos e concorda que sejam cobaias!! Acredito que saiba que antes da antropização e degradação do meio ambiente, os roedores viviam em ambientes naturais e saudáveis e não geravam riscos a saúde de outros organismos, certo?!!<br />
Na época destes comentários (há mais de um ano atrás) as condições de trabalho na CAMG eram péssimas, a estrutura foi inaugurada sem pensarem nos servidores que se instalariam no local (planejamento estratégico, onde estava??). Hoje, algumas coisas melhoraram, diante das insatisfações e reclamações dos que lá trabalham,e lógico, em resposta à imprensa, que está se libertando das amarras, divulgando os absurdos que lá acontecem.<br />
Desde março de 2010, época da mudança, a CAMG é um verdadeiro canteiro de obras. Tudo é construído, destruído, reconstruído. Até mesmo os canteiros dos jardins, &#8220;mudam&#8221; de posição!! Vá lá hoje e encontrará banheiros entupidos com infiltrações de esgoto que perpassam 6 andares chegando a atingir o hall externo do prédio Gerais, fora o cheiro fétido dos corredores internos. Local perfeito para ratos &#8220;adaptados&#8221; não?????<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Vision, sobre o comentário de Lucas/ Betim no mesmo artigo:</p>
<p>Paga vale refeição e alimentação. Favor colocar reportagem onde o governo “avisa que não tem o mínimo interesse em investir nos funcionários”.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Lucas/ Betim, em contra-resposta a Vision:</p>
<p>Prezado (a) tiete anônima do governo, que deve ser algum cargo comissionado (cabo eleitoral) ou jornalista do Estado de Minas, o que na prática consiste na mesma coisa. Apesar de você não ter tido a dignidade de se identificar, pois assim com o governo gosta das coisas obscuras e pouco transparentes, respondo a vc que basta olhar os EDITAIS dos concursos de algumas secretarias que você verá que existem cargos de nível superior com salários de R$ 1.200 sem nenhum benefício. Quando houve a mudança pessoas da SEGOV transmitiram a mensagem aos servidores que o projeto de governo visava não se onerar muito com Recursos Humanos. Apesar da imprensa corrompida não publicar, pessoas mais conscientes buscam informações em canais alternativos, sabendo que o governo passado deixou uma dívida pública de 80 bilhões, dos quais muitos deles foram usados com propagandas e mais de 1 bilhão na construção desta nova sede. Ainda bem que no Estado está tudo perfeito para este governo se dar a este luxo.</p>
<p>Na verdade eu peguei leve demais no primeiro comentário, pois inicialmente disseram q a nova sede do governo seria no aeroporto Carlos Prates, uma área urbana com alta densidade demográfica que qualquer pateta sabia que nunca poderia abrigar uma estrutura de um centro administrativo. Enquanto isso mandou recadinhos as empreiteiras amigas para comprarem terrenos na região do Serra Verde, que como agrado jogaram aquela avalanche de dinheiro para contratarem os mercenários para ficar panfletando em todas as esquinas de todas as cidades de Minas Gerais. Em suma, para mim aquilo foi pura malandragem, o CAMG foi um dantesco Caixa 2 protegido por lei.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Vision, sobre o comentário de Fátima/Uberlândia no mesmo artigo</p>
<p>Qual irresponsabilidade? E aí? Inauguraram o hospital? Quando?<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Vision, sobre o comentário de JOSÉ MAURO SANTOS DE OLIVEIRA no mesmo artigo:</p>
<p>Finalmente alguém sensato!<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Vision, sobre o comentário de Rosimar no mesmo artigo</p>
<p>hahahahahahaha O melhor comentário!!!<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Cláudio Toledo, sobre o artigo “Bernardo Riedel, o Professor Pardal brasileiro”</p>
<p>FINALMENTE, hoje (20 de agosto de 2011) tive o prazer de conhecer o Prof. Bernardo. Adquiri um colimador produzido por ele e fiquei umas duas horas conversando e aprendendo com o mestre, enquanto ele terminava a peça. Me sinto muito orgulhoso de ter uma pessoa da sua importância científica morando na minha cidade, no meu estado e enfim, no meu país. Obrigado professor. (Obs.: Pessoal, o cara é fera mesmo!)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Marco Antônio, sobre o artigo “Pobres Professores” de Sânia Campos</p>
<p>Sânia, também acho proveitoso realizar imersões no senso comum, e as viagens urbanas em coletivos são excelentes oportunidades para realizarmos essa experiência. Dentro do ônibus nos deparamos com as representações vigentes e podemos contrastá-las à realidade que observamos e que tentamos apreender na academia. E aí, vem questão: qual educação queremos? qual educação podemos? E o professor, como fica nessa história? Compartilho também algumas inquietações…<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
LUISA CAMPOS, sobre o mesmo artigo</p>
<p>Aproveitando o excelente artigo, peço licença para acrescentar: “pobres alunos e pobres famílias”.<br />
Trabalho com adolescentes (estagiários de ensino médio). Sabem utilizar celulares, computadores e outros instrumentos tecnológicos, mas se precisarem realizar um cálculo básico de matemática diria que eles não cursaram nem o ensino básico. Estão sem aula por volta de dois meses por causa da greve. Ficam tristes e sem rumo. E pior, não sabem de quem é a culpa. POBRE BRASIL.<br />
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Josino Medina, em resposta a Frank Guimarães ao artigo “Josino Medina lança CD Sumidouro”.</p>
<p>Alô, caro Frank…só hoje estou lendo seu comentário neste espaço e que boa surpresa. Estou agora furundando com a minha parceria mais Carlos Brandão. Na minha página no Clube Caiubi de Compositores estão postadas algumas canções deste novo trabalho. Um grande abraço, Josino</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Hugo Borgno, no artigo “Feijoada no Minas Tênis Clube”<br />
Más una memoria impecable de Verly.<br />
Me da un gusto enorme deleitarme con estas verdaderas obras de Verly, obras que leo y vuelvo a leer por su claridad y realismo y que, como en este caso, me hacen sentir allí junto a este escritor disfrutando de esa hermosa ciudad y de su amistad.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Sebastião Verly, autor, em resposta ao comentário de Hugo Borgno no artigo “Feijoada no Minas Tênis Clube”</p>
<p>Quanta felicidade me traz ler os comentários deste amigo. Ainda longe, ainda distante é um dos melhores amigos que já conheci neste mundo. Meu sonho é volver a vê-lo. Farei todo esforço para voltar ao Uruguay para mais um abraço e confirmação de nossa amizade.<br />
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Disso, sobre o artigo “Letícia Leal no Projeto Quinta Musical”</p>
<p>Com certeza farei presença ao trabalho de Letícia Leal dia 11 de agosto. Adoro esta menina e da forma carinhosa como ela executa uma viola.<br />
Digo isto,porque tambem sou violeiro e essa raiz jamais poderá acabar.<br />
Abraço a todos!<br />
Felicidades sempre!<br />
Disso<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Marcos Leonel de Campos sobre o artigo “Resposta ao Comentário do leitor Adriano” de Carlos Bittencourt Almeida</p>
<p>Ótimo texto, realmente desnuda nossas diferenças, psiquicas e comportamentais entre macho e fêmea.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Wallace Carrieri sobre o artigo “Hamurabi e a Logística Reversa” de Sebastião Verly</p>
<p>Muito bom poder ler seus textos aqui. Quanto tempo! Enviei-lhe um email pra saber das novas. Abração.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena &#8211; Julho/2011</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 20:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Sergio sobre o artigo “Carlos Castaneda – Frases de Don Juan Matus – Sobre os Caminhos” ESTACION MARTE COAHUILA, DONDE MEZCALITO ESTA PRESENTE Y TE ATRAPA &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Milton Alberto Albuquerque sobre o artigo “Quem tem medo de Deus?” de Antonio Carlos Santini Muito bem colocado: “quando tememos que a inundação do amor nos roube o controle da própria vida, a começar pelos sentimentos e emoções.” Quando procuramos ser íntimos de Deus ele nos mostra o seu infinito amor, a sua providência em todas as situações. Mas também nos mostra a nossa dimensão e a necessidade de alterar a rota de nossa vida buscando a submissão incondicional a Ele e a obediência também a Ele. Para obedecer a Deus temos que reconhecer o poder infinito dEle e consequentmente as nossa misérias. Temos que reconhecer que todos os homens são amados e preciosos para Deus. O orgulho, a vaidade, da prepotência, o sentimento de superioridade nos levam a ter pavor de ser íntimo de Deus. ________________________________ maria waldiney da silva “SOS Bocaiúva – Salvemos esta Estação!” de Célia de Souza O que é que estão esperando as autoridades responsáveis para restaurar este imóvel? Tanto dinheiro jogado fora e a cidade em completa decadência. Simplesmente inaceitável. Por favor tomem uma atitude urgentemente. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; julio cesar da costa sobre o artigo “Na Era do Rádio” de Sebastião Verly será que não há nenhuma rádio que possa fazer voltar esse programa que tanto nos ensinou quando éramos pequenos e que possa ensinar hoje os nossos filhos o real valor de orarmos? Lembrar de Julio Louzada é inesquecível, e como voltar no tempo antigo quando o povo dava importância aos valores morais, quando era importante ficar reunido com a familia ouvindo suas orações. Será que não tem nenhuma rádio que possa fazer uma réplica desse programa? Será que não há nenhuma rádio que possa fazer voltar esse programa que tanto nos ensinou quando éramos pequenos e que possa ensinar hoje os nossos filhos o real valor de orarmos? &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Conceição Alves Ribeiro sobre o artigo “Memórias Gastronômicas de um Belorizontino” Quando era criança bebi muito desse guaraná, o Gato Preto.Estou procurando uma garrafa dessas para colocar no memorial da minha cidade. Onde posso encontrar? Att,Conceição &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Bile Carbonero sobre o artigo “O Corpo Energético – parte 1”, em Castaneda e Don Juan Quando o corpo virou rapidamente Reparou numa sombra fugaz que corria do canto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/08/Comentários-dos-Leitores1-500x332.png" alt="" title="Comentários-dos-Leitores" width="500" height="332" class="aligncenter size-medium wp-image-5348" /></p>
<p>Sergio sobre o artigo “Carlos Castaneda – Frases de Don Juan Matus – Sobre os Caminhos”</p>
<p>ESTACION MARTE COAHUILA, DONDE MEZCALITO ESTA PRESENTE Y TE ATRAPA</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Milton Alberto Albuquerque sobre o artigo “Quem tem medo de Deus?” de Antonio Carlos Santini</p>
<p>Muito bem colocado: “quando tememos que a inundação do amor nos roube o controle da própria vida, a começar pelos sentimentos e emoções.”</p>
<p>Quando procuramos ser íntimos de Deus ele nos mostra o seu infinito amor, a sua providência em todas as situações. Mas também nos mostra a nossa dimensão e a necessidade de alterar a rota de nossa vida buscando a submissão incondicional a Ele e a obediência também a Ele. Para obedecer a Deus temos que reconhecer o poder infinito dEle e consequentmente as nossa misérias. Temos que reconhecer que todos os homens são amados e preciosos para Deus. O orgulho, a vaidade, da prepotência, o sentimento de superioridade nos levam a ter pavor de ser íntimo de Deus.</p>
<p>________________________________</p>
<p>maria waldiney da silva “SOS Bocaiúva – Salvemos esta Estação!” de Célia de Souza</p>
<p>O que é que estão esperando as autoridades responsáveis para restaurar este imóvel? Tanto dinheiro jogado fora e a cidade em completa decadência. Simplesmente inaceitável. Por favor tomem uma atitude urgentemente.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>julio cesar da costa sobre o artigo “Na Era do Rádio” de Sebastião Verly</p>
<p>será que não há nenhuma rádio que possa fazer voltar esse programa que tanto nos ensinou quando éramos pequenos e que possa ensinar hoje os nossos filhos o real valor de orarmos? Lembrar de Julio Louzada é inesquecível, e como voltar no tempo antigo quando o povo dava importância aos valores morais, quando era importante ficar reunido com a familia ouvindo suas orações. Será que não tem nenhuma rádio que possa fazer uma réplica desse programa? Será que não há nenhuma rádio que possa fazer voltar esse programa que tanto nos ensinou quando éramos pequenos e que possa ensinar hoje os nossos filhos o real valor de orarmos?</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Conceição Alves Ribeiro sobre o artigo “Memórias Gastronômicas de um Belorizontino”</p>
<p>Quando era criança bebi muito desse guaraná, o Gato Preto.Estou procurando uma garrafa dessas para colocar no memorial da minha cidade.</p>
<p>Onde posso encontrar?</p>
<p>Att,Conceição</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Bile Carbonero sobre o artigo “O Corpo Energético – parte 1”, em Castaneda e Don Juan</p>
<p>Quando o corpo virou rapidamente</p>
<p>Reparou numa sombra fugaz que corria do canto de seus olhos</p>
<p>E viu que aquela sombra tinha vida</p>
<p>e que sua vida dependia de mim talvez</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Lisemara sobre o artigo “A Festa de São João: alegria, espontaneidade e criatividade”</p>
<p>Verly! Ler tuas crônicas é como saborear uma laranja tirada do pé, sentada num banquinho talhado a facão e sentindo o aroma do café recém coado. Leitura gostosa, com riqueza de detalhes que me fazem ver a cena dos teus escritos! Uma maneira simples mas rica de descrever fatos reais, experiencias vividas e outras, apenas imaginadas! Continue assime nos brinde com suas pérolas e enriqueça nosso viver! bjs da Lise*</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Virna Laura sobre o artigo “Hamurabi e a Logística Reversa” de Sebastião Verly</p>
<p>Você tem uma sensibilidade e sabedoria ímpares. Além do texto que nos abre novas perspectivas de pensar o nosso fazer diário, o carinho e atenção em responder a cada um de nós, de forma única, e o entusiasmo pela vida em todas as suas manifestações, das mais simples às mais complexas, só me deixam orgulhosa por lhe conhecer e poder compartilhar, pelo menos um pouquinho de seus ensinamentos! Um forte abraço!!!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>De: Anônimo sobre o mesmo artigo</p>
<p>Incentivem o amigo Verly. Ele vive de elogios e criticas. Quando lhe elogiam ele cria alma nova. Quanto lhe criticam ele fica duas vezes motivado a mostrar o valor que imagina ter. Portanto, comentem aqui o que ele inventou sobre a limpeza urbana. E o que é realidade.</p>
<p>Depois ele os convida para a festa de lançamento do seu livro: Vinhos, queijos, tomates verdes e fritos e tomates secos da vizinha Suzana.</p>
<p>Tudo uma delicia</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Eliza Macedo sobre o mesmo artigo</p>
<p>É sempre um prazer ler o Verly. Acompanho todas as suas crônicas pela Confraria, e, embora não seja uma “confreira” recebo os seus artigos e são todos muito apreciados. Espero continuar a desfrutar de tão deliciosas leituras. Um abraço. Eliza.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Ana Maria Ferreira Leandro sobre o mesmo artigo</p>
<p>O EXTRAORDINÁRIO VERLY tem o dom de nos levar ao abismo de uma tristeza inesperada e aos mais altos e elevados píncaros da alegria. De profunda filosofia humanística e cidadã, Verly gosta de polemizar e provocar seus leitores. Por isto arrasta para si e contra si, paradoxalmente, seus admiradores que precisam lutar ferrenhamente, para conseguirem ver nele o brilho das pérolas que se fecham. É preciso ser quase sábio (ou aprendiz de), para compreender profundamente este homem. Parabéns VERLY. Inversamente ao lixo que o “rei” joga lá fora, você busca para dentro de seus leitores, as riquezas que outros jogam fora. Um verdadeiro “Hamurabi” contemporâneo…</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Verlim sobre o mesmo artigo</p>
<p>Verly</p>
<p>Ficou bonito este caminho. Além de reler e buscar conhecer um pouco do que os outros pensam ainda descubro novidades como a Eliza Macedo nos brindando com fotografia pra autenticar o comparecimento.</p>
<p>Parabéns pra vocês!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Dalmir Francisco sobre o mesmo artigo</p>
<p>Olá Verly. Já havia lido antes (e gostado) deste seu texto. Repito: você é bom cronista. Só não sei se é possível adotar o “modelo” de cada um sumir com seu próprio lixo. Mas, de uma certa forma, se pagamos pela coleta de lixo já não cuidamos de nos livrar do lixo, pagando por isso? Já não tem gente disputando (a tapa!!!) o “privilégio” de catar e até de tratar do lixo? Um abraço. Dalmir</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Floriscena sobre o mesmo artigo</p>
<p>Oxalá, você tenha sucesso em sua empreitada, que, enfim, diz respeito à responsabilidade de todos nós. A reboque, sejam contemplados os restos de “vidas” que circulam, atravessam, misturam-se e se fazem presentes nos lixões. Tanto mais relegados aos aterros da periferia, tanto mais os que vivem do “lixo” tornam-se invisíveis e poupam “incômodos” aos que vivem do luxo. O “esforço” de justiça demonstrado por Hamurabi, mais do que nas sociedades anteriores à era cristã, se faz urgente hoje.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Hélio Fóes sobre o mesmo artigo</p>
<p>Mais uma excelente crônica do Verly.</p>
<p>Ele é igual a um bom vinho.</p>
<p>Quanto mais passa o tempo, melhor fica.</p>
<p>Um abraço do amigo virtual</p>
<p>Hélio</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Marco Antônio Nogueira sobre o mesmo artigo</p>
<p>Belo, sério, valioso</p>
<p>e profundo este Artigo</p>
<p>de Sebastião Verly.</p>
<p>Já conhecia inúmeras</p>
<p>crônicas de Verly, publicadas</p>
<p>na Confraria Mineira de Cultura.</p>
<p>VERLY, sem a menor dúvida,</p>
<p>desponta hoje como um dos</p>
<p>maiores cronistas de Minas.</p>
<p>Esperamos que também este</p>
<p>Portal METRO continue</p>
<p>trazendo mais de VERLY.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Thaís Morais sobre o mesmo artigo</p>
<p>Verly..</p>
<p>adoro suas crônicas!</p>
<p>Poste sempre crônicas novas, nós leitores estaremos sempre</p>
<p>ansiosos para ler uma nova crônica sua.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Antonio de Pádua Teixeira sobre o mesmo artigo</p>
<p>Sebastião Verly, nos surpreende a cada artigo que lança.</p>
<p>Com profundidade, ou, somente em textos superficiais, ele consegue transmitir ao leitor, com precisão e clareza, toda essência do seu pensamento.</p>
<p>Parabéns, pelo belíssimo trabalho que vem desenvolvendo.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Hugo Borgno sobre o mesmo artigo</p>
<p>Gostei muito desta crônica, Verly é un grande escritor.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Galaxia sobre o mesmo artigo</p>
<p>Torcendo pelo seu carro !!!</p>
<p>Sucesso !!</p>
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<p>Dalva Celeste Dorta Neves Adulis sobre o mesmo artigo</p>
<p>que você escreve!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>mavi lamas sobre o mesmo artigo</p>
<p>como sempre … leio, absorvo, me delicio com suas cronicas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Lucas sobre o mesmo artigo</p>
<p>Verly tem todo o meu apoio!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Marcilene sobre o mesmo artigo</p>
<p>Verly, sempre arrasando….adoro suas crônicas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastião Verly autor em resposta a Virna Laura.</p>
<p>Virna, de você só espero esse carinho e atenção. Você é minha sobrinha querida, desde os seus primeiros aninhos. Agora poeta de primeira linha e desenhista de altissima qualidade está prestes a nos oferecer seus belissimos poemas e como brinde ilustrados por você mesma.</p>
<p>Quando é que você vai contar pra todo mundo aquela brilhantre experiência de levar o cinema a 62 cidades mineiras que não conheciam aquela arte fantástica?</p>
<p>Muito obrigado.</p>
<p>Verly</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta a Eliza Macedo.</p>
<p>Eliza,</p>
<p>fico feliz pelo seu comentário. Sinto feliz que você leia o que escrevo. Agora tenho que me esforçar bem mais para apresentar textos e cronicas à altura de pessoas de tão elevado padrão.</p>
<p>Agradeço-lhe de coração.</p>
<p>Verly</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta a Ana Maria Ferreira Leandro.</p>
<p>EXTRAORDINÁRIA com todas as letras maiusculas é você, minha querida. Minha só não: nossa querida Ana Maria que – honra o papel de mulher – e faz mil e uma coisas ao mesmo tempo. É bom que todos saibam que você é a Coordenadora da União Brasileira de Escritores em Minas Gerais. Que você tem vários e excelentes livros publicados. Que você presta consultoria na área de humanas para as mais concetuadas empresas. Você é linda e admirável. Muito obrigado por dar-se ao trabalho de vir aqui me apoiar e me incentivar.</p>
<p>Verly</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta a Anônimo.</p>
<p>Você é o cara. Não perdeu a oportunidade. E para comprovar que sei que é você, passe aqui em casa amanhã para pegar um pote de tomates secos que fui lá na Suzana, a húngara, e adquiri especialmente para o “Anônimo”. De todo jeito ficará guardado até o dia que nos encontrarmos. No mais tardar, na próxima semana,</p>
<p>Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Verlim de Oliveira Campos.</p>
<p>Muito obrigado, mano véio. Você é responsável pela parte boa de quase tudo que escrevo. Além da revisão você ainda dá pitacos, sugestões, mete o bedelho porque é bem aceito.</p>
<p>Muito obrigado por tudo, principalmente por tudo que sei e aprendi com você. Até as malandragens puras dos nossos tempos de criança.</p>
<p>Um grande abraço</p>
<div>
<p>Tião, seu irmão</p>
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</div>
<p>Sebastião Verly em resposta a Clarissa.</p>
<p>Você é uma amiga especial. Morou e trabalhou com tanto amor na nossa querida Pompéu. Deveriam conferir-lhe o título de cidadão honorária de Pompéu, tal foi o zelo e carinho com que ofereceu seus conhecimentos ao povo da comunidade, especialmente os mais pobres e mais simples. Parabéns.</p>
<p>Muito obrigado.</p>
<p>Verly</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta a Dalmir Francisco.</p>
<p>Dalmir, receber este comentário seu é uma suprema honra. Nos últimos tempos você é um dos meus ídolos na Internet. Já lhe escrevi isto. Desde seu aniversário, em pleno carnaval, aumentou ainda mais minha fraternal simpatia por você. Falo sempre com meu filho, João Paulo, também seu ex-aluno e admirador que você é um dos poucos que tece longas conversas amigas e sinceras através de emails. Muito obrigado.</p>
<p>Ah, quanto a gestão dos resíduos sólidos, há muito que mudar. Principalmente na participação popular.</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta a Floriscena.</p>
<p>Floriscena você é um presente que ganhei e ainda quero conhecer pessoalmente. Recebi através dos emails de minha melhor amiga nesta vida. Torço para seu sucesso , depois do mestrado, espero pelo Doutorado e pós. Você é uma dessas pessoas que quanto aniversários comemora mais nova se torna em idéias e projetos. Além do mais você já acrescentou muito no meu marxismo revolucionário. Agradeço-lhe pelas múltiplas contribuições.</p>
<p>Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Hélio Fóes.</p>
<p>Prezado Hélio. Mais do que agradecer, quero me obrigar a melhorar como os vinhos e contribuir aqui e na Confraria para um pouco mais de felicidades para os leitores e amigos. Pois este é meu ponto de vista sobre quem lê e quem escreve. A gente tem de imaginar que quem escreve tem de o fazer para o bem do próximo. Fico feliz com seu apoio. Mais uma vez, obrigado.</p>
<p>Verly, confrade</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Marco Antônio Nogueira.</p>
<p>Grande Marco. Você é responsável pelo meu crescimento como “projeto” de escritor. Os primeiros elogios, empurrões para escrever um livro, partiram de sua página e da seu “concerto ” com nossos confrades. Serei sempre muito grato a você por todo o estímulo e apoio. Espero ainda contribuir para o sucesso – que já se vê claro – da nossa tão nobre Confraria. Meu abraço fraternal</p>
<p>Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Galaxia.</p>
<p>Grande Marcelo. A você tenho muito que agradecer pelo apoio constante. E lembrar que nossa mizade começou num curso ali na FATEC da CDL e perdura há tantos anos. É sempre um prazer o contato com você. Muito obrigado.</p>
<p>Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Dalva Celeste Dorta Neves Adulis.</p>
<p>Quando recebo suas mensagens, lembro-me dos nosso primeiro contato há mais de 6 anos em que você ilustrava e, ainda pouco ilustrou mais um, dos meus textos. Sou muito agradecido à sua atenção quase diária. Vindo a BH minha casa está as suas ordens.</p>
<p>Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Mavi</p>
<p>Mavi, agora cearense querida, gostaria de pedir ao Editor deste Portal que se dispusesse a publicar seus poemas. Aqueles sim, dão prazer de ler e reler. Um dia ainda nos conheceremos pessoalmente. Agradeço seu carinho. Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Lucas.</p>
<p>Quem tem um apoio de jovem tão inteligente, precisa de muito pouco a mais na vida. Muito obrigado. Verly</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta a Marcilene.</p>
<p>Você, lê e prova que leu tudo que eu escrevo. Sou extremamente grato pela sua atenção. Verly</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta aos Comentários no artigo “Hamurabi e a Logística Reversa”</p>
<p>Muito obrigado a todos. Num misto de brincadeira e marketing pessoal, convoquei uma legião de sábios que – por assim serem – usam esta prerrogativa para me atribuir qualidades que mais existem no coração, espírito e mente de cada um destes amáveis comentaristas. Por outro lado, forçam-me a ler mais, estudar e oferecer textos e crônicas de qualidade compatível com tão nobres leitores.</p>
<p>Feliz é o mínimo que posso dizer que estou.</p>
<p>Até um proximo contato.</p>
<p>Verly</p>
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<p>Sebastião Verly em resposta a Thaís Morais.</p>
<p>Thais, conheci você no dia 17 de abril deste ano, foi isso? Portanto é a minha mais nova amiga. Fiquei admirado naquela entrevista e, um dia ainda, publicarei a crônica da nossa primeira conversa. Linda sua experiência de estágio na Usina de Balbina. E tome crítica que sobrou até para a Usina de Belo Monte. Parabéns pelo seu caráter e visão de mundo.</p>
<p>Muito obrigado,</p>
<p>Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Antonio de Pádua Teixeira.</p>
<p>Pádua, uma amizade de quase meio século. (começamos em 1963) conta muito para gente como nós, sensíveis amorosos.</p>
<p>Sou feliz de contar para os demais colegas e amigos que nos encontramos assim, numa sexta feira a tarde para jogar conversa fora. Muito obrigado meu tão “velho” amigo.</p>
<p>Até depois de amanhã. Tião, nome de amigo daqueles tempos</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Sebastião Verly em resposta a Hugo Borgno.</p>
<p>Grande Hugo Borgno. No meu dia a dia, não me canso de elogiá-lo como um homem de profundos conhecimentos técnicos e filosóficos além de ter uma alma da mais elevada qualidade. Ressalto sua grande qualidade de amigo, mas, acima de tudo a de marido, pai e avô.</p>
<p>Você, Hugo, é um cidadão de uma rara espécie. Portanto seu elogio aumenta sensivelmente a minha responsabilidade.</p>
<p>Muitissimo obrigado. Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Sebastião Verly em resposta ao comentário de Angela Riscala ao artigo “A Festa de São João: alegria, espontaneidade e criatividade”</p>
<p>Esta é minha musa. A idéia de me aproximar dessa pessoa maravilhosa, que é Angela Riscala, foi do Doutor Nelson Antônio. E como sou grato a ele por contar com a amizade tão bela e tão sincera. Angela, já lhe escrevi e aqui torno publico: seus elogios me ajudam demais a escrever. Um dia desses, vamos conversar pessoalmente para falar desses meus saudosismos. Muito obrigado.</p>
<p>Abraço do seu amigo sincero, Verly</p>
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		<item>
		<title>Comentários dos Leitores – 1ª Quinzena – Julho/2011</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 17:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Foscolo sobre o mesmo artigo Meu caro Tião, Que artigo fabuloso este seu. Aliás como todos os outros. E, para mim, a importância dele se tornou ainda maior porque vi, de perto, toda esta situação que você tão bem descreve. Aliás, esta é sua marca registrada: imensa riqueza de detalhes nas suas descrições. No período de sua estada na Casa de Saúde Santa Clara – como você relatou – eu ia a este Hospital todos os dias e também ao “concorrente” dele, à Casa de Saúde Santa Maria, do outro lado da avenida. Jamais poderia imaginar que você era um dos internos. Jamais poderia imaginar que um daqueles números que eu lançava nas planilhas do Visicalc (fabuloso antecessor do Excel) e calculava quanto custava ao hospital era do meu amigo e ex-companheiro de quarto na pensão da tia Nair. À época, esses dois hospitais eram meus clientes, na minha consultoria de custos e gestão hospitalar. Á medida que ia lendo seu artigo e confrontando a sua narrativa com a minha memória era como estivesse revivendo tudo aquilo, tamanha a fidelidade de sua descrição. Vim esta noite ao Metro à procura de motivação. Motivação para escrever! Tenho uma sub-coluna dentro da Coluna Júlio Porto, onde toda semana escrevo alguma coisa. E hoje, estava sem qualquer motivação para fazê-lo. Pensei, então, em ler um artigo seu. Eles são perfeitos. Lembrei-me de um em que você dizia também não estar inspirado, e descreve a ida, num sábado, ao escritório do corretor do imóvel que você alugava, descreve o ponto do ônibus e a chegada dele, descreve a moça que o convida para ir à festa na casa dela, e assim por diante. Lembro-me que, no dia que o li, disse para mim mesmo: Este é um verdadeiro escritor. Consegue fazer da descrição de um fato do dia a dia uma obra prima de literatura. Parabéns amigo. E continue com esta invejável lucidez para também continuar nos brindando com essas pérolas emanadas de sua privilegiada mente. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Sebastiao Verly, autor, sobre o Comentário de Carlos Fóscolo acima Eu continuo a ter uma imensa admiração por você. Sempre o considero uma pessoa do mais alto nível. Outro dia, abri lá a coluna da nossa cidade e tomei conhecimento de sua participação. Gostei muito mesmo. Estou sonhando em ir a Pompéu, por esses dias e, quando for, vou procurá-lo para uma conversa pessoal. Ainda espero ver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5282" title="Comentários-dos-Leitores" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/07/Comentários-dos-Leitores.png" alt="" width="500" height="345" /></p>
<p>Carlos Foscolo sobre o mesmo artigo</p>
<p>Meu caro Tião,</p>
<p>Que artigo fabuloso este seu. Aliás como todos os outros.</p>
<p>E, para mim, a importância dele se tornou ainda maior porque vi, de perto, toda esta situação que você tão bem descreve. Aliás, esta é sua marca registrada: imensa riqueza de detalhes nas suas descrições.</p>
<p>No período de sua estada na Casa de Saúde Santa Clara – como você relatou – eu ia a este Hospital todos os dias e também ao “concorrente” dele, à Casa de Saúde Santa Maria, do outro lado da avenida. Jamais poderia imaginar que você era um dos internos. Jamais poderia imaginar que um daqueles números que eu lançava nas planilhas do Visicalc (fabuloso antecessor do Excel) e calculava quanto custava ao hospital era do meu amigo e ex-companheiro de quarto na pensão da tia Nair. À época, esses dois hospitais eram meus clientes, na minha consultoria de custos e gestão hospitalar.</p>
<p>Á medida que ia lendo seu artigo e confrontando a sua narrativa com a minha memória era como estivesse revivendo tudo aquilo, tamanha a fidelidade de sua descrição.</p>
<p>Vim esta noite ao Metro à procura de motivação. Motivação para escrever! Tenho uma sub-coluna dentro da Coluna Júlio Porto, onde toda semana escrevo alguma coisa. E hoje, estava sem qualquer motivação para fazê-lo. Pensei, então, em ler um artigo seu. Eles são perfeitos. Lembrei-me de um em que você dizia também não estar inspirado, e descreve a ida, num sábado, ao escritório do corretor do imóvel que você alugava, descreve o ponto do ônibus e a chegada dele, descreve a moça que o convida para ir à festa na casa dela, e assim por diante. Lembro-me que, no dia que o li, disse para mim mesmo: Este é um verdadeiro escritor. Consegue fazer da descrição de um fato do dia a dia uma obra prima de literatura.</p>
<p>Parabéns amigo. E continue com esta invejável lucidez para também continuar nos brindando com essas pérolas emanadas de sua privilegiada mente.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastiao Verly, autor, sobre o Comentário de Carlos Fóscolo acima</p>
<p>Eu continuo a ter uma imensa admiração por você. Sempre o considero uma pessoa do mais alto nível.</p>
<p>Outro dia, abri lá a coluna da nossa cidade e tomei conhecimento de sua participação. Gostei muito mesmo. Estou sonhando em ir a Pompéu, por esses dias e, quando for, vou procurá-lo para uma conversa pessoal.</p>
<p>Ainda espero ver publicado aquele trabalho sobre seu pai.</p>
<p>Não sei se você viu o que escrevi sobre o Piduca pai da Çãozinha e Terezinha, lá no blog da familia Santos.</p>
<p>Fiquei muito feliz.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Tião</p>
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<p>Vladimir Riomar sobre o artigo “A Festa de São João: alegria, espontaneidade e criatividade” de Sebastião Verly</p>
<p>Fico feliz quando vejo que sua prodigiosa memória é colocada a serviço do resgate de valores culturais, como as festividades populares. Achei que você foi muito feliz na descrição dos detalhes que infelizmente se perdem no tempo. Não fossem pessoas como você dentro de pouco mais de uma década ninguém mais saberia das coisas que dão sabor e autenticidade à vida de cidades pequenas e simples, como a Pompéu de outrora. Parabéns!</p>
<p>Seu leitor contumaz e amigo de todas as horas.</p>
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<p>Floriscena sobre o mesmo artigo</p>
<p>“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.” Recorro a Saramago porque não encontraria melhor forma de expressar o que representam suas crônicas. A memória que não aprisiona a vida ao passado, mas que o resgata para iluminar um presente marcado pelo sentimento de compressão do tempo e do espaço. Compressão que, para nossa tristeza e das próximas gerações, imprime à vida, cada vez mais,a marca da superficialidade.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastiao Verly, autor em resposta ao comentário da leitora Floriscena no artigo “A Festa de São João: alegria, espontaneidade e criatividade”</p>
<p>Eu estava aqui apenas para esperar a hora de ler essa mensagem. Agora, diga a todos que estou pronto. Fiz o que podia fazer, amei o máximo que pude, caminhei o tanto que deu pra caminhar. Agora passo o bastão. Estou feliz demais. Muito obrigado a todos que leram e mais ainda aos que comentaram. Boa vida para todos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Tesla di Murbox sobre o artigo “Feiticeiros, Xamãs e Guerreiros” publicado por Editor na Coluna “Carlos Castaneda e Don Juan Matus”.</p>
<p>Este é um caminho da Feitiçaria interessante, porem não é o único. Mesmo porque dar liberdade para a consciência achar seu caminho, dar liberdade a ela, implica em se abrir ao seu caminho.</p>
<p>”Se você sabe qual o seu caminho, já não está nele”</p>
<p>- Lao Tsé</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Jack Maddux W. about ”Who is affraid of God?” by Antonio Carlos Santini</p>
<p>I think it has a lot to do with our ego and how he wants to keep us imprisioned in his own dominion. He wants us to think that we are him; the rational, logical mind. He tricks us into thinking that we are that which thinks, when in reality we are that who feels and the rational, logical brain is merely a tool given to us at birth. So, he will stop at nothing to restrain us from having an intimate contact with the Greater Light, to get in touch with our true Self. And as we all know, fear is one of the greatest tools for the means of controling a person.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Jaqueline sobre o artigo “Entulho” de Sebastião Verly</p>
<p>Olá, tenho uma dúvida</p>
<p>Tenho uma empresa de locação de caçamba e essa seria uma solução para nossos problemas. Pois na minha cidade, não temos apoio da prefeitura, alias nem a propria possui um lugar para depositar entulhos.</p>
<p>Só que queria saber, quais burocracias temos que enfrentar, tipo ambiental para obter uma maquina e trabalhar?</p>
<p>Se puder me ajudar agradeço muito.</p>
<p>Fico no aguardo.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sebastiao Verly, autor do artigo “Entulho” em resposta ao Comentário de Jaqueline</p>
<p>Primeiramente, seria bom que você viesse a Belo Horizonte e conhecesse o funcionamento na prática. È fundamental conhecer a legislação pertinente, especialmente a Lei 12.305 e o Decreto 7.404 que regulamenta a política nacional de resíduos sólidos.</p>
<p>Outra norma essencial para operacionalizar o tema é a Resolução 307 do Conama.</p>
<p>Seria bom se eu soubesse qual é a cidade, pois é necessário ter Área de Triagem e Transbordo. Outro ponto que pode contar com a parceria da Prefeitura é o aproveitamento dos materiais reciclados. Pode servir para base de pavimentação como são usados em BH ou ainda um trabalho de inclusão social que é a fabricação de blocos e outros artefatos entregues a poppulações carentes. O ideal é um contato com o órgão responsável aqui em BH, a SLU em seu Departamento de Progamas Especiais, cuja responsável é a Arquiteta Aurora Pedersolli.</p>
<p>Meu email na Prefeitura é verly@pbh.gov.br mailto:verly@pbh.gov.br . Mande um email para lá que repasso à Chefe do Departamento citado. Um abraço.</p>
<p>Verly</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
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		<title>Comentários dos Leitores – 2ª Quinzena Junho/2011</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/comentarios-dos-leitores-%e2%80%93-2%c2%aa-quinzena-junho2011</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 17:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[De Laís, sobre o artigo &#8220;Citações de Carlos Castaneda – frases do mestre Don Juan Matus” Simplesmente Incrível &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- De Clarissa sobre o artigo “A Festa de São João: Alegria, Espontaneidade e Criatividade” de Sebastião Verly. O texto ficou riquíssimo&#8230;à medida que ia lendo conseguia ver imagens que me deram muita saudade de Pompéu. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; De Ângela Riscala sobre o mesmo artigo Boa noite, Parabéns a toda a equipe organizadora deste excelente meio de comunicação cujo site é www.metro.org.br. Gente séria, inteligente, competente muito bem representada pelo meu grande amigo, o Cronista  Sebastião Verly, a quem mando um abraço. O Cronista pode oferecer bem mais. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; De Verlim de Oliveira Campos sobre o mesmo artigo Além de outras considerações elogio o texto, mas observo que embora a festa de São João seja muito importante em todo o nordeste, a gabolice de Campina Grande ou de Caruaru perdem para a de Salvador. Ali a festa se realiza em diversos pontos, inclusive nas cidades próximas. Estive lá e tomei conhecimento de sua diversificada programação, durante todo o mês de junho. Queimaram em Salvador mais de mil toneladas de fogos. Em quase todas as padarias são oferecidas as iguarias típicas da festa, a base de milho e mandioca. E se alguém desejar fazer uma festa particular encontra até fogueira pronta pra levar pra casa. Vi centenas, montadas e exibidas ao longo das vias de maior movimento. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; De Hugo Borgno, Uruguay, sobre o artigo &#8220;Feliz Ano Novo, e Se Cuide!” de Sebastião Verly Leer las crónicas de Sebastian siempre es un deleite, me parece excelente que el sitio permita leerlas en Inglés y Español, (por otra parte una muy buena traducción) aunque prefiero leerlas en Portuguez porque me apasiona esa lengua y porque me recuerda tantos buenos amigos brasileños. A ser sincero vengo aprendiendo de Sebastián desde hace más de treinta años, enseñanzas que muestran una sabiduría de vida en una persona inteligente y siempre preocupada por el bien del prójimo. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; De Sebastiao Verly, autor, sobre o comentário de Hugo Borgno Hugo Borgno, o autor do comentário acima é um engenheiro do Uruguay, onde tive a honra suprema de trabalhar com ele, que então ocupava o mais alto cargo da Construção da Hidrelétrica de Palmar da COMIPAL, COMISSÃO MISTA DA HIDRELÉTRICA DE PALMAR, onde o conheci. É uma das pessoas mais íntegras, mais humanas e amigas que conheci. Mais do que agradecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5186" title="Comentários-dos-Leitores" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2011/07/Comentários-dos-Leitores.jpg" alt="" width="239" height="158" /></p>
<p>De Laís, sobre o artigo &#8220;Citações de Carlos Castaneda – frases do mestre Don Juan Matus”</p>
<p>Simplesmente Incrível</p>
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<p>De Clarissa sobre o artigo “A Festa de São João: Alegria, Espontaneidade e Criatividade” de Sebastião Verly.</p>
<p>O texto ficou riquíssimo&#8230;à medida que ia lendo conseguia ver imagens que me deram muita saudade de Pompéu.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>De Ângela Riscala sobre o mesmo artigo</p>
<p>Boa noite, Parabéns a toda a equipe organizadora deste excelente meio de comunicação cujo site é www.metro.org.br. Gente séria, inteligente, competente muito bem representada pelo meu grande amigo, o Cronista  Sebastião Verly, a quem mando um abraço. O Cronista pode oferecer bem mais.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>De Verlim de Oliveira Campos sobre o mesmo artigo</p>
<p>Além de outras considerações elogio o texto, mas observo que embora a festa de São João seja muito importante em todo o nordeste, a gabolice de Campina Grande ou de Caruaru perdem para a de Salvador. Ali a festa se realiza em diversos pontos, inclusive nas cidades próximas. Estive lá e tomei conhecimento de sua diversificada programação, durante todo o mês de junho. Queimaram em Salvador mais de mil toneladas de fogos. Em quase todas as padarias são oferecidas as iguarias típicas da festa, a base de milho e mandioca. E se alguém desejar fazer uma festa particular encontra até fogueira pronta pra levar pra casa. Vi centenas, montadas e exibidas ao longo das vias de maior movimento.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>De Hugo Borgno, Uruguay, sobre o artigo &#8220;Feliz Ano Novo, e Se Cuide!” de Sebastião Verly</p>
<p>Leer las crónicas de Sebastian siempre es un deleite, me parece excelente que el sitio permita leerlas en Inglés y Español, (por otra parte una muy buena traducción) aunque prefiero leerlas en Portuguez porque me apasiona esa lengua y porque me recuerda tantos buenos amigos brasileños.</p>
<p>A ser sincero vengo aprendiendo de Sebastián desde hace más de treinta años, enseñanzas que muestran una sabiduría de vida en una persona inteligente y siempre preocupada por el bien del prójimo.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>De Sebastiao Verly, autor, sobre o comentário de Hugo Borgno</p>
<p>Hugo Borgno, o autor do comentário acima é um engenheiro do Uruguay, onde tive a honra suprema de trabalhar com ele, que então ocupava o mais alto cargo da Construção da Hidrelétrica de Palmar da COMIPAL, COMISSÃO MISTA DA HIDRELÉTRICA DE PALMAR, onde o conheci. É uma das pessoas mais íntegras, mais humanas e amigas que conheci. Mais do que agradecer a este amigo cuja amizade à distância dura mais de 30 anos, tenho é que louvar que no mundo exista uma pessoa como ele. Hugo meu maior sonho é revê-lo pessoalmente.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>Sebastião Verly</p>
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<p>De Marcilene sobre o artigo “Memórias do Hospício” de Sebastião Verly</p>
<p>ótima crônica, um assunto tão dificil, escrito de uma maneira tão leve….parabéns</p>
<p>Marcilene</p>
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<p>De Verlim de Oliveira Campos sobre o mesmo artigo</p>
<p>Verly, “Se a terra fosse toda de ouro os homens se matariam por um punhado de barro”.</p>
<p>A loucura é uma doença de todos. O mal é que todos os loucos acreditam que estão em pleno uso das faculdades mentais e se creem saudáveis.</p>
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<p>De Mauro Melo – Nova Lima sobre o mesmo artigo</p>
<p>Este site está se tornando um ótimo lugar para se estudar inglês e espanhol para nós brasileiros que podemos ler as crônicas e artigos nestas línguas.</p>
<p>Parabéns aos idealizadores.</p>
<p>Um abraço.</p>
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<p>De Inácio Cardoso Lopes sobre o artigo “A Revolução dos Catadores” de Heliana Kátia Tavares Campos</p>
<p>Na minha opinião o serviço de coleta de lixo RECICLÁVEL em B.H. deve ser aperfeiçoada.</p>
<p>Sugestões:</p>
<p>1- Os CATADORES deveriam serem cadastrados E RECEBEREM um ajuda de CUSTO, por exemplo R$150,00 por mês, com obrigação de recolher todo TIPO DE MATERIAL RECICLÁVEL. Eles alegam que parte do lixo reciclável tem o preço muito baixo.</p>
<p>2- A prefeitura ampliar o serviço de Coleta Seletiva para toda a cidade. (Exemplo um vez por mês) Ampliar na medida das necessidades.</p>
<p>3 &#8211; A Coleta deverá ser aperfeiçoada no país todo. O Ministério do MEIO AMBIENTE deveria criar uma verba para esse serviço. DEVERIA ter melhor divulgação dos pontos de recepção do material RECICLÁVEL.</p>
<p>4 &#8211; Acredito que com o aperfeiçoamento da Coleta do Lixo Reciclável BAIXARÁ o custo do serviço de limpeza; COMO diminuirá os espaços para os lixões.</p>
<p>5- Os galpões baixarão o preço. Não sei se é por excesso de mercadoria ou por falta de indústria de reciclagem. Os catadores AUTÔMONOS ALEGAM que parte do lixo reciclável não compensam devido ao preço. E eles não têm espaço para guardar.</p>
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<p>De Sebastiao Verly sobre a programação cultural da Fundação de Educação Artística &#8211; FEA</p>
<p>Parabéns ao portal pela divulgação. Muita gente não sabe nem onde fica a FEA. Eu já estive lá em ocasiões muito especiais, o local tem uma acústica maravilhosa.</p>
<p>Os criticos internacionais elogiam o padrão dos músicos que ali se apresentam e dizem que, a basear pela FEA, temos condições de apresentar em todo o mundo.</p>
<p>Espero viver até ver musicos brasileiros tocarem na Tuvinskaya.</p>
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<p>De Ana Diva Serrano sobre o artigo “Na Era do Rádio” de Sebastião Verly</p>
<p>Hoje recordando o passado com minha prima Adriana, lembrando de nossa infância, nos veio a lembrança da ave maria de Júlio Louzada, os tempos em que apesar das dificuldades éramos muitos felizes.E contamos para minha filha como era ser criança naquela época, era como viver a história do menino maluquinho no filme, em plena década de 70.</p>
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