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I – Memórias Desconexas

Publicado por Bill Braga em Memórias, Psicologia, Psiquiatria, Xamanismo
data: 07/11/2011

Acordei sem saber onde estava. Na realidade percebi que ficara certo tempo sem consciência de mim. Algumas lembranças fugidias, desconectadas, nada que me ajudasse a perceber o que ocorrera. Estava em um quarto, com duas camas vazias. Eu dormia com um colchão no chão, e as camas ao meu lado. Um banheiro, um armário. Certamente não estava em uma prisão ou hospital. Mal sabia que era um misto dos dois. Vi que a televisão que ficava no meu velho quarto estava ali, o DVD também. Mas estava um tanto quanto atordoado. Sentia meu corpo pesado. Tentei andar, minhas pernas pesavam toneladas. Fui ao banheiro. Um banho às vezes pode ressuscitar um defunto, ou semi-defunto, como me sentia. Nada de melhoras. O que diabos tinham feito comigo, e que fizera eu para merecer ficar naquele estado deplorável?

Enquanto me perdia em divagações, abriu-se a porta do quarto, surgiu uma moça, simpática, vestida de branco. “Bom dia, dormiu bem?” questiona a moça. Ela ainda não tinha percebido que eu estava consciente, por isso se assustou com a minha reação indignada. Indaguei onde estava, quem era ela, porque estava ali, como faria para sair. Ela, percebendo a gravidade da situação, me pediu um minuto, que traria alguém capaz de me explicar a situação.

Chegou um homem de branco. Por volta de cinqüenta anos de idade, ar e semblante sérios. Eu começava a ficar desnorteado, falando e perguntando sem parar, dizendo que queria sair dali, querendo notícias da minha família. Me sentia abandonado, em um local estranho, com meu corpo pesando e dificuldade de raciocínio. Mal conseguia encadear as frases e pensamentos. Ele observava minha reação pacientemente, esperando o momento oportuno para intervir. Na “hora certa”, começou a me explicar. Disse que eu estava daquele jeito devido a algumas medicações, mas que não podia ficar agitado. Eu estava ali porque era o melhor para mim, todos estavam querendo me ajudar, inclusive minha família que me trouxera àquela clínica. No fim, exigiu que tomasse uma medicação, para me acalmar. Como fiz menção de recusar, ele disse que caso não tomasse, seria via injeção novamente.

Aquilo foi uma tempestade de informações na minha mente. Vá lá que nunca fui das pessoas mais comuns, podia até ter alguns problemas psicológicos-psiquiátricos, mas daí ser internado em uma clínica psiquiátrica? Era muito para eu conseguir entender. E não me lembrava os motivos, não me lembrava o que eu fiz, só sentia um cansaço tremendo. A idéia da injeção parecia um trauma. Fiquei apavorado, e resolvi tomar meia dúzia de comprimidos. Pedi ao médico, doutor Lucas, que me explicasse direito, precisava entender. Ele disse que entenderia, assim que fosse ter minha consulta com ele, em breve, mas que agora precisava atender outros pacientes. A enfermeira, Valéria, uma das que passava as noites velando meu sono, também se despediu de mim dizendo que ficasse calmo, que iria me lembrar de tudo. Carinhosamente, disse que se precisasse ela estaria logo ao lado.

Em uma situação normal aquela doçura e carinho me tocariam, mas logo após eu descobrir que estava internado, sem saber com qual problema, com minhas sinapses lentíssimas, a sensação de ficar sozinho naquele quarto me causou espanto. A solidão é algo apavorante quando estamos sem chão. É a lógica do abandono. Não nos sentimos humanos, nos sentimos um problema. Problema que ninguém parece querer lidar, nem os médicos, nem as enfermeiras, nem a família. Com grande dificuldade de pensamento, me indagava onde estariam meus familiares. Teriam eles me abandonado ali, simplesmente, esperando eu me curar?, de que mal não sabia ainda. Eu tinha uma namorada, disso eu me lembrava. Teria ela consentido com essa decisão absurda, me abandonando ali junto com sei lá que espécies de loucos? Pensei no irmão mais novo. Ele deve estar entendendo menos que eu tudo que ocorre, embora já tenha idade para ter alguma idéia. Como deve sofrer! Ele havia de ser um aliado para me tirar daquela situação. Mas como contactá-lo? Vi que no criado-mudo estava o meu celular. Pensei em ligar para alguém. Meu pai, minha mãe, meus irmãos, meus avós, alguém havia de me dar uma explicação plausível. Resolvi descobrir o que mais havia naquele quarto-prisão.

Na geladeirinha, sucos de uva e iogurtes. Alguém que conhecia bem meu gosto tinha deixado ali para mim. Se tivesse uma cervejinha, abriria naquele momento. Mas provavelmente todos aqueles remédios não me deixariam desfrutar os prazeres do álcool. Ainda no criado mudo, um livro de poesias, Vinicius de Moraes. Aquele livro despertou uma série de memórias que esboçavam tudo que tinha ocorrido. Junto com o livro estava meu Playstation Portátil, PSP. Uma avalanche veio em minha mente… Muita informação ao mesmo tempo, não conseguia absorver tudo, então resolvi tomar outro banho. Não tinham passado nem trinta minutos do primeiro. A quantidade de banhos é um indício. Indício de que estava prestes a descobrir algo.

Durante o longo banho, a tempestade de lembranças e idéias, a brainstorm, continuou acelerada, mesmo com a lerdeza do meu cérebro, provavelmente afetado pelos remédios. Uma viagem para o Rio de Janeiro. Juiz de Fora, depois. Uma festa. A insônia. A namorada e os pensamentos infiéis. A Musa Inspiradora. Fragmentos de minha própria história que, ao mesmo tempo que me atordoavam, traziam algum sentido àquela situação. Fui interrompido da minha exorcização interna. Minha mãe chegara no quarto. Um alívio. Não estava de todo abandonado. Talvez ela me ajudasse a ligar os elos fragmentários de minhas memórias. Precisava tecer as teias do sentido daquela experiência, até mesmo para poder me ajudar a me ajudarem.

Vi o olhar aflito de minha mãe. Ela percebera que novamente eu tomara banho com minha bermuda. Já falara para eu parar com aquilo. Mas ainda molhado lhe dei um abraço emocionado. Nunca tinha sido tão bom encontrá-la. O carinho e a emoção desse encontro, eivaram de esperanças aquele olhar triste e maltratado, de minha mãe. Ela me abraçou, e ao ser bombardeada de perguntas, segurou as lágrimas que teimavam em pular de seus olhos, para tentar me explicar, o mais calmamente possível, a situação em que me encontrava, e os motivos das atitudes que ela tomou, como me internar ali.

Não foi um diálogo fácil. Ainda que eu tenha encontrado algumas memórias perdidas, elas ainda não tinham uma lógica, nem se figuravam para mim como causas de algum mal psiquiátrico. Na realidade eu me tomava sempre como o senhor da verdade, por mais que nem mesmo me lembrasse da metade do que tinha ocorrido. Além disso ainda tinha uma atitude agressiva, condenatória, indagando como ela fora capaz de fazer aquilo comigo, me deixar ali, sozinho, no meio de loucos. Acreditaria ela que eu era como os outros? Drogados, esquizofrênicos, maníacos ou depressivos? Ela tentava se esquivar, tentando me trazer para a realidade, invocando minhas lembranças, algumas das minhas atitudes. Ainda assim tudo estava confuso para mim. Ainda hoje é. Mesmo com o tempo, algumas perguntas permanecem irrespondidas. Talvez nunca encontre as respostas. Mas algumas vezes as perguntas importam mais que as respostas. São as perguntas que nos movem, as respostas podem estagnar. E naquele momento, em que pensava ter de volta a consciência de mim, tudo que queria era perguntar e ser respondido. Mas ainda não era a hora, nem a pessoa adequada para me satisfazer. Percebi isso, e como vi que ela ia embora, perguntei dos meus irmãos, da minha namorada, do meu pai. Todos estavam bem, preocupados, mas bem. Viriam me visitar, quando fosse possível, meus amigos também. Foi um acalanto para meu coração. Realmente não estava sozinho naquele lugar inóspito. Era uma coisa passageira, imaginava, agora que estava bem, em breve reveria todos, tudo voltaria a seu lugar. Mal imaginava eu os percalços que ainda me esperavam. Como diz o poeta são as pedras que encontramos no meio do caminho que valorizam a caminhada.

Comecei a restaurar em minha mente o que tinha ocorrido. Na realidade tentava buscar o meu eu, restaurar minha identidade que havia sido fracionada. Tinha à essa época vinte e três anos recém completados.

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Bill Braga -
26 Comentários
  1. Myriam (vó)

    Querido Biel, foi um susto enorme e uma dor indizivel. Ainda agora ,ao ler o seu texto, teimo em chorar; e o pior era a incerteza da sua volta. Mas tenho a convicção de que,por pior que tenha sido para você, você teve como superar e crescer. E alem do mais,foi um processo de conhecimento do carinho nosso e de Amigos (assim mesmo, com A maiúsculo).Acreditando sempre em sua pessoa, beijo grande da Vó.

    • Bill Braga

      Oi Vó… Realmente as lágrimas as vezes são teimosas, mas funcionam como um banho de alma… E se elas teimam em cair, talvez nem tanto pelo sofrimento, mas pelas alegrias que se seguiram!

      Lágrimas de vós são um alento, sempre.. obrigado…

      beijos

  2. Ti C:-ir)

    Uau! Me lembro bem. A notícia de seu internamento se espalhou pelo mundo e nos pegou aqui em Londres de surpresa. Até hoje existem mais perguntas do que respostas. Seu relato é super cativante. Não pára não. Quero ler o resto!

    • Bill Braga

      Grande Tio C:-ir)… Não sabia que as notícias tinham varado o oecano.. E realmente, talvez as perguntas sejam mais importantes do que as respostas… Até porque nunca há uma única resposta objetiva…

      Obrigado pela leitura, em breve virão mais capítulos, que não sei se trarão respostas, ou mais indagações…

  3. Ondina

    Gabriel, Deus não nos dá um fardo maior do que poderemos carregar. Sua narrativa excelente, demonstra o quanto você venceu fortemente a batalha dentro de ti e foi vencedor.
    Ânimo, coragem para enfrentar todos os desafios que se te aparecerem. Maior é Deus conosco! Abençoa-nos sempre!
    Parabéns, grande escritor de nossa família!
    Nós te apreciamos muito. Bjs da prima,
    Ondina – RJ

    • Bill Braga

      Olá Ondina,

      Não há vitória, sem que seja compartilhada… E tuas palavras são muito gentis, agradeço de coração..

      As batalhas internas são as mais difíceis de serem vencidas, não é?

      abraços

  4. M Amalia Marques

    Bill, gostei. A leitura me prendeu e me encaixou em seu quarto naquele momento. Sentimentos tristes vieram dentro de mim e uma grande curiosidade tambem em saber mais a respeito do conflito. Parabens. Considero um bom escritor aquele que consegue me conectar e me inserir sentimentalmente na historia. Voce conseguiu.Belo texto.
    Aguardo os outros.

    • Bill Braga

      Obrigado Maria Amália…

      A tristeza é um grande catalisador, como o desenrolar da história há de mostrar… Agradeço muito tuas palavras, e espero que consiga continuar transportando você para dentro do mundo em que vivi…
      Em breve virão os próximos capítulos..

  5. Júnia Amaral

    Bill,
    Foi uma grande emoção ler o seu relato: simples, direto, profundo, tocante, lindo!
    É uma experiência estranha e densa viver essa realidade através da sua vivência. O seu depoimento, nesse texto tão bem-escrito, nos torna mais próximos, me torna mais humana e, grande paradoxo, mais frágil e muito mais forte!
    Gostaria de acompanhar o resto também.
    Receba meu grande carinho e admiração.
    Júnia

  6. Bill Braga

    É Junia, exatamente ao nos depararmos com nossa grande fragilidade que nos tornamos ainda mais fortes… Fico feliz que você tenha sentido tudo isto através da leitura… Certamente isso nos torna mais próximos… Obrigado pelas palavras… Já já o próximo estará no ar…

  7. Bruno Sundinha Santos

    Manão, foi uma epooca muito ruim e triste…. Grasadeus q passou, nao gosto de lembrar aqueles dias…ate penso q as vezes eles nunca aconteceram. Tento esquecer, mas se te ajuda a entender, te apoio totalmente.
    Ficou muito bom!

    • Bill Braga

      É Sundinha, como minha mãe me falou, você e eu soubemos fazer daquele limão uma limonada… Não é o esquecimento que trás a serenidade, mas o conhecimento.. E ao escrever acabo entendendo melhor tudo o que passou… Sei que quem esteve perto, acaba relembrando as tristezas, mas realmente aconteceu, e sua presença foi mais que fundamental para que pudéssemos compartilhar as alegrias hoje.. Grande abraço meu amigo

  8. Fernando Coelho

    Bill, vc não me conhece. Cheguei até aqui, através de tua prima, a Ondina, grande amiga. Instigante o teu texto, o enredo que o motivou. Acima de tudo, muito crível, com plenos tons de verdade, verdade dos fatos, verdade dos sentimentos, verdade da alma. Não sei – é claro – o que lhe ocorreu. Sei, sim, que vc escreve muito bem, convence pela forma e pelo conteúdo, arrasta-nos o gosto pela leitura de seu belo texto, envolve-nos pela extraordinária experiência que vc vive, aí. Votos, de coração, de q tudo se arranje da melhor maneira p/vc e os seus. Escreva mais… e me inclua entre os seus destinatários, o que muito me honrará. Deus sempre c/vc, nos seus passos, nos seus caminhos, na sua vida. Grande abraço. Fernando Coelho.

    • Bill Braga

      Carissimo Fernando,

      fico muito feliz com tua leitura, e agradeço muito as palavras… É bom ver que as palavras tenham atingido além dos conhecidos e familiares. A ideia é compartilhar ao máximo esta experiência.

      Tudo se arranjou bem, não se preocupe, como verá na sequencia da estória… As turbulências servem para nos aprumar ainda mais, não é?

      Muito obrigado pela leitura companheira, e um grande abraço!

  9. Bárbara

    Bil, estive lá e pude ver que não foi fácil. Você é um homem forte com o coração de menino. Bela mistura! Quero ler mais. Beijos cheios de admiração, respeito, amizade e carinho.

    • Bill Braga

      Realmente, uma ótima definição. Lembrei do clube da esquina “Há um menino, há um moleque/ Morando sempre no seu coração”
      Na próxima semana estará no ar mais um capítulos destas memórias..

      Obrigado por todo este carinho, realmente não deve ter sido fácil ir lá, inclusive!

      beijos emocionados!

  10. Daniela

    O Poeta nunca tem uma dor que não se transforme num poema….
    bom saber um pouco mais sobre sua história, você é especial!!!

    “Há quedas que provocam ascenções maiores”
    você tem uma alma linda e obrigada por poder fazer parte da tua vida , ainda que distante

    Dani Wambsganß

  11. Bill Braga

    Oi Dani…

    Eu devo agradecer por compartilhar da minha caminhada… E você faz parte dela, e me ensina muito com tua visão de mundo. As dores podem ser pedras, ou podem ser trampolins, não é? Sabemos que elas não nos abandonam, mas compartilhá-las ajuda a acalmá-las, e assim a ascenção é possível…
    Muito obrigado pelas doces e generosas palavras, e mais que tudo pela companhia!

  12. Virgínia Dantas

    Oi Bill, nossa to quase morrendo de chorar aqui, lembrei de tudo, da preocupação de todos, da ansiedade….. Infelizmente não consegui estar por perto fisicamente…. Mas sempre pedia por você em minhas conversas com o povo lá de cima… Tenho um carinho enorme por você!!! Acho que você sabe disso. Você escreve lindamente…. comecei a ler o último que postou, aí ví que tinham outros anteriores, procurei o primeiro para começar do início, e me apaixonei pela forma que você escreve, como já disse alguem aí nos outros comentários, isso é prova de que tudo é passado e serviu para te fortalecer como pessoa…
    Um bj enorme!!! Vivi

    • Bill Braga

      Ei Vi,

      Que bom ouvir (mais do que ler) tuas palavras… Às vezes a distância física não importa, a ternura como você escreve, me faz sentir bem próximo. É, às vezes, há uma angústia revivida, mas mais do que isso, ao retornamos a esta época, temos a chance de ressignificá-la tanto eu quanto vocês que estiveram por perto e sentiram as dores.

      Obrigado pelo carinho e pela companhia!

      beijos!

  13. Lucas Ferrari

    Puxa Bill, que bom foi descobrir este espaço! Te ler é um grande prazer, tanto pelo conteúdo quanto pela prosa; e o mais interessante é que você às vezes faz umas frases curtas mas tão densas! É difícil ir objetivamente até o pé de página sem parar nesses momentos, sem curtí-los, explorá-los, mesmo que essa apreciação evoque sentimentos pesados e lembranças não muito boas.

    Parabéns pela garra e pela escrita! São duas qualidades raras!

    • Bill Braga

      Pois é Lucas, você que sempre foi um amigo e interlocutor que tive o privilégio de ter, eu que fico feliz que tenha descoberto.
      Obrigado pelas palavras, camarada.. Quando a escrita brota de nós mesmos, visceral, quando a alma escreve e o cérebro só ajuda, acho que fica deste jeito que você descreveu…

      abraços

  14. Silvia Guicheney

    Nossa, faz um tempão que li esse capítulo pela primeira vez.
    Seu estilo instiga. Agora, com a mesma força da primeira leitura. Acho isso incrível!

    Como nunca soube dessa história, a não ser por este texto, ainda parece pra mim obra de uma grande imaginação.
    Acho que vou ler assim, por um ângulo diferente daquele que as pessoas que te acompanharam provavelmente enxergam cada capítulo… deixa eu ver no que que dá.

    Beijinho!

    Silvia

  15. Bill Braga

    Vai ser muito bom seu ponto de vista Silvia…

    Afinal de contas até onde vai a ficção, e até onde começa a história é algo que nem os historiadores nem os escritores podem definir não é?

    Então entre nas asas desta imaginação, sua companhia é mais que bem vinda…

    beijos

  16. Marina Kraiser

    Obrigada por dividir isso tudo com a gente!!! Vai sair um livro??!

    Na época da sua internação tive notícias de cá e de lá… E vejo hoje como somos claustros em nós mesmos, tantas vezes… Como quis na ápoca te procurar, te visitar, e nada de ação! E tantos colegas ao redor sentiram o mesmo… Como fazemos isso tantas vezes com amigos ou parentes queridos! Não é?

    Estou direcionando a psicólogos e psiquiatras amigos, ok?! Acho que precisam mergulhar um pouco nessa viagem, conosco…

    Beijo grande!

    • Bill Braga

      Bom, se vai sair um livro não sei, sei que ainda há muitos textos para entrarem no ar…

      Concordo com você, que definiu muito bem: claustros em nós mesmos…De certa forma fazemos o que damos conta naquele momento, é bom quando percebemos e ainda podemos reverter o claustro em aproximação…

      Claro que tod@s são bem-vindos nesta viagem, seus amigos psiquiatras e psicológos, inclusive, que se tornem companheiros nela também!

      muito obrigado pela tua companhia e pelas palavras…

      beijos

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