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	<title>Fundação Metropolitana &#187; Editor</title>
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	<description>Fundação Educacional e Cultural Metropolitana</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 15:44:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Força de Vontade</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/forca-de-vontade</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 15:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castaneda e Don Juan]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito de que um ser humano é composto de dois corpos funcionais completos, um à esquerda e outro à direita, é fundamental para compreender os feiticeiros. Quando o corpo humano é percebido como energia, fica absolutamente patente que ele é composto não de duas partes, mas de dois tipos diferentes de energia: duas correntes diferentes de energia, duas forças opostas e ao mesmo tempo complementares que coexistem lado a lado, espelhando dessa forma a estrutura dual de todas as coisas no universo como um todo. Como já vimos a corrente do corpo da direita está ligada à Razão, e a corrente do corpo esquerdo à Vontade. Os feiticeiros antigos entendiam que esses dois tipos diferentes de energia representavam dois corpos completos e falavam em termos do corpo esquerdo e do corpo direito. A ênfase deles era no corpo esquerdo, porque o consideravam como sendo o mais eficaz, em termos da natureza da sua configuração energética, para os objetivos da feitiçaria. Eles, que retrataram os dois corpos como correntes de energia, descreviam a corrente esquerda como sendo mais turbulenta e agressiva, movendo-se em ondulações e projetando ondas de energia para o exterior. Como ilustração basta visualizar uma cena em que o corpo esquerdo é como metade do sol e que todos os raios solares acontecem nessa metade. As ondas de energia projetadas pelo corpo esquerdo são como esses raios solares, sempre perpendiculares à superfície arredondada da qual se originavam. A corrente de energia do corpo direito não é, de modo algum, turbulenta na superfície. Move-se como a água dentro de um tanque que está sendo suavemente balançado para frente e para trás. Não há ondulações nela, mas um contínuo movimento de balanço. Contudo, em um nível mais profundo, ela gira em círculos rotacionais na forma de espirais. Como ilustração basta imaginar um rio tropical muito largo e de aparência tranqüila no qual a água da superfície parece quase não se mover, mas que tem correntezas destruidoras abaixo da superfície. No mundo da vida cotidiana, essas duas correntes estão amalgamadas em uma única unidade: o corpo humano como o conhecemos. Entretanto, aos olhos do vidente, se a energia do corpo como um todo é circular, isso significa que o corpo direito, que corresponde à Razão Humana, é a força predominante. A divisão da energia entre os dois corpos não é mensurada por destreza ou falta dela. A predominância do corpo direito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/02/força-de-vontade.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6781" title="força de vontade" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/02/força-de-vontade-500x277.jpg" alt="" width="500" height="277" /></a></p>
<p>O conceito de que um ser humano é composto de dois corpos funcionais completos, um à esquerda e outro à direita, é fundamental para compreender os feiticeiros. Quando o corpo humano é percebido como energia, fica absolutamente patente que ele é composto não de duas partes, mas de dois tipos diferentes de energia: duas correntes diferentes de energia, duas forças opostas e ao mesmo tempo complementares que coexistem lado a lado, espelhando dessa forma a estrutura dual de todas as coisas no universo como um todo. Como já vimos a corrente do corpo da direita está ligada à Razão, e a corrente do corpo esquerdo à Vontade.</p>
<p>Os feiticeiros antigos entendiam que esses dois tipos diferentes de energia representavam dois corpos completos e falavam em termos do corpo esquerdo e do corpo direito. A ênfase deles era no corpo esquerdo, porque o consideravam como sendo o mais eficaz, em termos da natureza da sua configuração energética, para os objetivos da feitiçaria.</p>
<p>Eles, que retrataram os dois corpos como correntes de energia, descreviam a corrente esquerda como sendo mais turbulenta e agressiva, movendo-se em ondulações e projetando ondas de energia para o exterior. Como ilustração basta visualizar uma cena em que o corpo esquerdo é como metade do sol e que todos os raios solares acontecem nessa metade. As ondas de energia projetadas pelo corpo esquerdo são como esses raios solares, sempre perpendiculares à superfície arredondada da qual se originavam.</p>
<p>A corrente de energia do corpo direito não é, de modo algum, turbulenta na superfície. Move-se como a água dentro de um tanque que está sendo suavemente balançado para frente e para trás. Não há ondulações nela, mas um contínuo movimento de balanço. Contudo, em um nível mais profundo, ela gira em círculos rotacionais na forma de espirais. Como ilustração basta imaginar um rio tropical muito largo e de aparência tranqüila no qual a água da superfície parece quase não se mover, mas que tem correntezas destruidoras abaixo da superfície. No mundo da vida cotidiana, essas duas correntes estão amalgamadas em uma única unidade: o corpo humano como o conhecemos.</p>
<p>Entretanto, aos olhos do vidente, se a energia do corpo como um todo é circular, isso significa que o corpo direito, que corresponde à Razão Humana, é a força predominante. A divisão da energia entre os dois corpos não é mensurada por destreza ou falta dela. A predominância do corpo direito é uma predominância energética, aliás um fato que poderá ser mudado. Porque o movimento circular predominante da energia do corpo direito é enfadonho demais! Com certeza, esse movimento circular toma conta de qualquer acontecimento do mundo diário, mas o faz como um círculo vicioso e repetitivo. Todas as situações na vida são encontradas nessa forma circular. Continuamente, continuamente, continuamente. É um movimento circular que parece extrair a energia interna e dar voltas e voltas com ela em um movimento centrípeto. Nessas condições, não há nenhuma expansão. Nada pode ser novo para a Razão Humana, não há nada que não possa ser explicado por ela. Que rotina, que tédio!</p>
<p>É tarde demais para se mudar essa situação. O dano está feito. A qualidade circular está aqui para ficar. Mas isso não precisa ser contínuo. Sim, nós andamos da maneira como o fazemos; não podemos mudar isso, mas também gostaríamos de correr ou de andar para trás, para o lado, ou de subir uma escada. Apenas andar e andar e andar e andar é muito útil, mas monótono. A contribuição do corpo esquerdo, que corresponde à Vontade, tornaria aqueles centros de vitalidade mais flexíveis e dinâmicos. Se, apenas por um instante, eles pudessem ondular em vez de movimentar-se em círculos, uma energia nova e diferente, que é a Vontade, entraria neles com resultados fantásticos.</p>
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		<title>II &#8211; Frases de Sócrates – O Cosmos, a Educação e o Conhecimento</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/ii-frases-de-socrates-%e2%80%93-o-cosmos-a-educacao-e-o-conhecimento</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cosmos Não sou nem ateniense, nem grego, mas um cidadão do mundo. O grande segredo para a plenitude é muito simples: compartilhar. Conhece-te a ti próprio e conhecerás o universo. Em qualquer direção que percorras a alma, nunca tropeçaras em seus limites. Conhecer a si mesmo, significa descobrir Deus nos outros. A Educação O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem formar seu carácter. Aquele a quem a palavra não educar, também o pau não educará. O Conhecimento Considero próprio investigar a razão de ser de todas as coisas &#8211; como são &#8211; e rejeitar todas as opiniões sem explicação. Aqueles que cuidam do filosofar não cedem ao impulso das paixões. A perda de patrimônio, a pobreza ou a existência sem honrarias não é capaz de intimidá-los. As trevas não deixam ver, nem olhar diretamente a luz. A palavra é o fio de ouro do pensamento. A vida que não se examina não vale a pena ser vivida. Meninos&#8230; Deixem de proferir palavras tão vagas! Tão jovens&#8230; E tão auto-proclamados sábios! A sabedoria começa na reflexão. O início da sabedoria é a admissão da própria ignorância. Todo o meu saber consiste em saber que nada sei. O verdadeiro conhecimento vem de dentro. To find yourself, think for yourself. Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente de tua ignorância e serás sábio. Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância. Sábio é aquele que tem consciência de seus limites. Só sei que nada sei, e isso me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa. A vida sem ciência é uma espécie de morte. A verdade não está com os homens, mas entre os homens. Com efeito, estamos convencidos de que se alguma vez vamos ter um conhecimento puro de alguma coisa, há que afastar-se do corpo e contemplar as coisas em si mesmas com a alma por si mesma. Parece, a julgar pelo argumento, que a sabedoria que nós desejamos e sobre a qual nós professamos haver definido nossos corações, será possível somente quanto estivermos mortos e não durante nossa vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/socrates.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6777" title="socrates" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/socrates.jpg" alt="" width="201" height="248" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O Cosmos</span></p>
<p>Não sou nem ateniense, nem grego, mas um cidadão do mundo.</p>
<p>O grande segredo para a plenitude é muito simples: compartilhar.</p>
<p>Conhece-te a ti próprio e conhecerás o universo.</p>
<p>Em qualquer direção que percorras a alma, nunca tropeçaras em seus limites.</p>
<p>Conhecer a si mesmo, significa descobrir Deus nos outros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A Educação</span></p>
<p>O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem formar seu carácter.</p>
<p>Aquele a quem a palavra não educar, também o pau não educará.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O Conhecimento</span></p>
<p>Considero próprio investigar a razão de ser de todas as coisas &#8211; como são &#8211; e rejeitar todas as opiniões sem explicação.</p>
<p>Aqueles que cuidam do filosofar não cedem ao impulso das paixões. A perda de patrimônio, a pobreza ou a existência sem honrarias não é capaz de intimidá-los.</p>
<p>As trevas não deixam ver, nem olhar diretamente a luz.</p>
<p>A palavra é o fio de ouro do pensamento.</p>
<p>A vida que não se examina não vale a pena ser vivida.</p>
<p>Meninos&#8230; Deixem de proferir palavras tão vagas! Tão jovens&#8230; E tão auto-proclamados sábios!</p>
<p>A sabedoria começa na reflexão. O início da sabedoria é a admissão da própria ignorância. Todo o meu saber consiste em saber que nada sei.</p>
<p>O verdadeiro conhecimento vem de dentro.</p>
<p>To find yourself, think for yourself.</p>
<p>Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente de tua ignorância e serás sábio.</p>
<p>Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.</p>
<p>Sábio é aquele que tem consciência de seus limites.</p>
<p>Só sei que nada sei, e isso me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa.</p>
<p>A vida sem ciência é uma espécie de morte.</p>
<p>A verdade não está com os homens, mas entre os homens.</p>
<p>Com efeito, estamos convencidos de que se alguma vez vamos ter um conhecimento puro de alguma coisa, há que afastar-se do corpo e contemplar as coisas em si mesmas com a alma por si mesma. Parece, a julgar pelo argumento, que a sabedoria que nós desejamos e sobre a qual nós professamos haver definido nossos corações, será possível somente quanto estivermos mortos e não durante nossa vida.</p>
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		<title>I &#8211; Frases de Sócrates</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/i-frases-de-socrates</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecido como patrono da Filosofia, Sócrates (Atenas, 469 a.C. – † 399 a.C.) influencia todo o pensamento ocidental. Não deixou nenhuma obra escrita, sendo seus discípulos Platão e Xenofontes responsáveis por difundir seu pensamento. Suas frases e estórias são marcadas pela ironia e bom humor. Tentamos aqui agrupá-las por assunto e as divulgaremos em quatro publicações. O Amor Meu conselho é que se case. Se você arrumar uma boa esposa, será feliz; se arrumar uma esposa ruim, se tornará um filósofo. Deve-se temer mais o amor de uma mulher que o ódio de um homem. O amor não é um deus, nem um mortal e sim um grande demônio. O ideal no casamento é que a mulher seja cega e o homem surdo. Seja para o casamento ou para o celibato, deixa que o homem escolha seu caminho, mas pode estar certo que ele irá se arrepender. Feita igual ao homem, a mulher se tornou sua superiora. O amor mais ardente tem o final mais frio. A Amizade O amigo deve ser como o dinheiro, cujo valor já conhecemos antes de termos necessidade dele. Não tomes como amigo um homem de quem não saibas primeiro como conservou a amizade com outros; porque deves esperar que procederá contigo tal como procedeu com os demais. Entre os animais ferozes, o mais perigoso é o delator. Entre os domésticos, o adulador. Não busque seus amigos por simples cumprimentos, mas dando-lhes o sinal de seu amor. Seja lento para cair na amizade, mas quando caíres nela, permaneça firme e e constante. Alegria Seja um homem sério, brinque. Um homem honesto é sempre uma criança. A alegria da alma constitui os belos dias da vida, seja qual for a época. Desfruta de ti mesmo, é mais tarde do que estás pensando. É rico o que se contenta com menos, para o contentamento existe a riqueza da natureza. Aquele que não se contenta com o que tem, não se contentará com o que gostaria de ter. A Saúde Se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar. A Morte Pois bem, é hora de ir: eu para morrer, e vós para viver. Quem de nós irá para melhor é um enigma para todos, menos para Deus. Se a morte fosse mesmo o fim de tudo, seria isso um ótimo negócio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/frases-socrates.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6749" title="frases socrates" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/frases-socrates-250x400.jpg" alt="" width="250" height="400" /></a></p>
<p>Conhecido como patrono da Filosofia, Sócrates (Atenas, 469 a.C. – † 399 a.C.) influencia todo o pensamento ocidental. Não deixou nenhuma obra escrita, sendo seus discípulos Platão e Xenofontes responsáveis por difundir seu pensamento. Suas frases e estórias são marcadas pela ironia e bom humor. Tentamos aqui agrupá-las por assunto e as divulgaremos em quatro publicações.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O Amor</span></p>
<p>Meu conselho é que se case. Se você arrumar uma boa esposa, será feliz; se arrumar uma esposa ruim, se tornará um filósofo.</p>
<p>Deve-se temer mais o amor de uma mulher que o ódio de um homem.</p>
<p>O amor não é um deus, nem um mortal e sim um grande demônio.</p>
<p>O ideal no casamento é que a mulher seja cega e o homem surdo.</p>
<p>Seja para o casamento ou para o celibato, deixa que o homem escolha seu caminho, mas pode estar certo que ele irá se arrepender.</p>
<p>Feita igual ao homem, a mulher se tornou sua superiora.</p>
<p>O amor mais ardente tem o final mais frio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A Amizade</span></p>
<p>O amigo deve ser como o dinheiro, cujo valor já conhecemos antes de termos necessidade dele.</p>
<p>Não tomes como amigo um homem de quem não saibas primeiro como conservou a amizade com outros; porque deves esperar que procederá contigo tal como procedeu com os demais.</p>
<p>Entre os animais ferozes, o mais perigoso é o delator. Entre os domésticos, o adulador.</p>
<p>Não busque seus amigos por simples cumprimentos, mas dando-lhes o sinal de seu amor.</p>
<p>Seja lento para cair na amizade, mas quando caíres nela, permaneça firme e e constante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Alegria</span></p>
<p>Seja um homem sério, brinque.</p>
<p>Um homem honesto é sempre uma criança.</p>
<p>A alegria da alma constitui os belos dias da vida, seja qual for a época.</p>
<p>Desfruta de ti mesmo, é mais tarde do que estás pensando.</p>
<p>É rico o que se contenta com menos, para o contentamento existe a riqueza da natureza.</p>
<p>Aquele que não se contenta com o que tem, não se contentará com o que gostaria de ter.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A Saúde</span></p>
<p>Se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A Morte</span></p>
<p>Pois bem, é hora de ir: eu para morrer, e vós para viver. Quem de nós irá para melhor é um enigma para todos, menos para Deus.</p>
<p>Se a morte fosse mesmo o fim de tudo, seria isso um ótimo negócio para os perversos, pois ao morrer teriam canceladas todas as maldades, não apenas do seu corpo mas também de sua alma.</p>
<p>O finalidade da vida é ser como Deus, e a alma seguindo Deus será como Ele.</p>
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		<title>Voando para o Infinito</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/voando-para-o-infinito</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 15:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castaneda e Don Juan]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o último dos artifícios dos feiticeiros. Digamos que o que vou revelar-lhe seja o último pedacinho da explicação dos feiticeiros. Fazer a razão sentir-se segura é sempre a tarefa do mestre. Ludibriei sua razão, fazendo-a crer que o tonal é responsável e previsível. Temos esforçado para lhe dar a impressão de que somente o nagual está além do âmbito da explicação; a prova de que tivemos êxito nisso é que neste momento lhe parece, a despeito de tudo o que você passa, que ainda existe um centro que você pode chamar de seu, a sua razão. Isso é uma miragem. Sua preciosa razão é apenas um centro de montagem, um espelho que reflete alguma coisa que está fora dela. O último capítulo da explicação dos feiticeiros diz que a razão apenas reflete uma ordem exterior, e que a razão nada sabe a respeito dessa ordem, não pode explicá-la, do mesmo modo como não pode explicar o nagual. A razão só pode presenciar os efeitos do tonal, mas nunca poderia compreendê-lo, nem desemaranhá-lo. O simples fato de estarmos pensando e falando mostra uma ordem que seguimos sem nunca saber como o fazemos, nem o que a ordem será. Os feiticeiros fazem a mesma coisa com a vontade. Dizem que através da vontade podem presenciar os efeitos do nagual. Agora, posso acrescentar que, através da razão, não importa o que fizermos com ela, ou como o fizermos, estaremos simplesmente presenciando os efeitos do tonal. Em ambos os casos não há esperança jamais de entender ou explicar o que é que estamos presenciando. Um feiticeiro pode usar as asas da percepção para tocar outras sensibilidades, a de um corvo, por exemplo, a de um coiote, de um grilo, ou a ordem de outros mundos naquele espaço infinito. As asas da percepção podem levar-nos aos últimos confins do nagual ou a mundos inconcebíveis do tonal. Chegamos afinal à última parte da explicação dos feiticeiros. Um dia eu lhe disse que o nagual e o tonal, que perfazem a totalidade do homem, ficavam fora de nós, e no entanto não ficavam. É este o paradoxo dos seres luminosos. O tonal de cada um de nós não é mais que o reflexo daquele desconhecido indescritível cheio de ordem. O nagual de cada um de nós não é mais que um reflexo daquele vazio indescritível que contém tudo. A tarefa agora é mergulhar no desconhecido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/voando.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6741" title="voando" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/voando-500x390.jpg" alt="" width="500" height="390" /></a></p>
<p>Este é o último dos artifícios dos feiticeiros. Digamos que o que vou revelar-lhe seja o último pedacinho da explicação dos feiticeiros. Fazer a razão sentir-se segura é sempre a tarefa do mestre. Ludibriei sua razão, fazendo-a crer que o tonal é responsável e previsível. Temos esforçado para lhe dar a impressão de que somente o nagual está além do âmbito da explicação; a prova de que tivemos êxito nisso é que neste momento lhe parece, a despeito de tudo o que você passa, que ainda existe um centro que você pode chamar de seu, a sua razão. Isso é uma miragem.</p>
<p>Sua preciosa razão é apenas um centro de montagem, um espelho que reflete alguma coisa que está fora dela. O último capítulo da explicação dos feiticeiros diz que a razão apenas reflete uma ordem exterior, e que a razão nada sabe a respeito dessa ordem, não pode explicá-la, do mesmo modo como não pode explicar o nagual. A razão só pode presenciar os efeitos do tonal, mas nunca poderia compreendê-lo, nem desemaranhá-lo. O simples fato de estarmos pensando e falando mostra uma ordem que seguimos sem nunca saber como o fazemos, nem o que a ordem será.</p>
<p>Os feiticeiros fazem a mesma coisa com a vontade. Dizem que através da vontade podem presenciar os efeitos do nagual. Agora, posso acrescentar que, através da razão, não importa o que fizermos com ela, ou como o fizermos, estaremos simplesmente presenciando os efeitos do tonal. Em ambos os casos não há esperança jamais de entender ou explicar o que é que estamos presenciando.</p>
<p>Um feiticeiro pode usar as asas da percepção para tocar outras sensibilidades, a de um corvo, por exemplo, a de um coiote, de um grilo, ou a ordem de outros mundos naquele espaço infinito. As asas da percepção podem levar-nos aos últimos confins do nagual ou a mundos inconcebíveis do tonal.</p>
<p>Chegamos afinal à última parte da explicação dos feiticeiros. Um dia eu lhe disse que o nagual e o tonal, que perfazem a totalidade do homem, ficavam fora de nós, e no entanto não ficavam. É este o paradoxo dos seres luminosos. O tonal de cada um de nós não é mais que o reflexo daquele desconhecido indescritível cheio de ordem. O nagual de cada um de nós não é mais que um reflexo daquele vazio indescritível que contém tudo.</p>
<p>A tarefa agora é mergulhar no desconhecido sozinho. Sente-se aqui e desligue seu diálogo interno. Você pode conseguir o poder necessário para abrir as asas da sua percepção e voar para aquele infinito.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Concerto Especial &#8211; Presença Contemporânea de J.S. Bach</title>
		<link>http://www.metro.org.br/editor/concerto-especial-presenca-contemporanea-de-j-s-bach</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Presença Contemporânea de J.S. Bach, o espírito essencial da música &#160; A Arte da Fuga, na versão para piano a quatro mãos, imagens em video, obras para piano solo, obras de outros compositores em homenagem a Bach (Villa-Lobos e Villaloando). Piano a quatro mãos: Sandra Almeida e Cristina Guimarães / piano solo: Berenice Menegale / Bandoneón solo: Rufo Herrera / Direção de video: Ione de Medeiros Data: 27,28 e 29 de janeiro / 2012 Horário: sex. e sáb. às 20h30 e dom. às 11h Local: Sala Sergio Magnani &#8211; FEA Entrada: 14$ e 7$ *Este evento integra a programação do 6° Verão Arte Contemporânea &#160; FUNDAÇÃO DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Rua Gonçalves Dias 320 Funcionários BH MG [31] 3226 6866 www.feabh.org.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/evento-Presença-Contemporânea-de-Bach.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6733" title="evento - Presença Contemporânea de Bach" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/evento-Presença-Contemporânea-de-Bach-266x400.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Presença Contemporânea de J.S. Bach,</p>
<p style="text-align: center;">o espírito essencial da música</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">A Arte da Fuga, na versão para piano a quatro mãos, imagens em video, obras para piano solo, obras de outros compositores em homenagem a Bach (Villa-Lobos e Villaloando). Piano a quatro mãos: <strong>Sandra Almeida</strong> e <strong>Cristina Guimarães</strong> / piano solo: <strong>Berenice Menegale</strong> / Bandoneón solo: <strong>Rufo Herrera</strong> / Direção de video: <strong>Ione de Medeiros</strong></p>
<p style="text-align: left;">Data: 27,28 e 29 de janeiro / 2012</p>
<p style="text-align: left;">Horário: sex. e sáb. às 20h30 e dom. às 11h</p>
<p style="text-align: left;">Local: Sala Sergio Magnani &#8211; FEA</p>
<p style="text-align: left;">Entrada: 14$ e 7$</p>
<p style="text-align: left;"><em>*Este evento integra a programação do 6° Verão Arte Contemporânea</em></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">FUNDAÇÃO DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA</p>
<p style="text-align: center;">Rua Gonçalves Dias 320 Funcionários BH MG</p>
<p style="text-align: center;">[31] 3226 6866 <a title="feabh" href="http://www.feabh.org.br">www.feabh.org.br</a></p>
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		<title>Nossa Herança Mágica</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castaneda e Don Juan]]></category>

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		<description><![CDATA[A explicação dos feiticeiros é mais um dos artifícios dos feiticeiros. Você verá isso por si mesmo. Mas vamos continuar. Os feiticeiros dizem que estamos dentro de uma bolha. É uma bolha em que somos colocados no momento de nosso nascimento. A princípio a bolha está aberta, mas depois começa a fechar-se, até nos ter trancafiado dentro dela. Essa bolha é a nossa percepção. Vivemos dentro dessa bolha toda a nossa vida. E o que presenciamos em suas paredes redondas é o nosso próprio reflexo. Se o que presenciamos em suas paredes é o nosso próprio reflexo, então o que está sendo refletido deve ser o real?! O que está refletido é nossa visão do mundo. Essa visão é a primeira descrição, que nos é dada desde o momento de nosso nascimento até que toda nossa atenção é apanhada por ela e a descrição se torna uma visão. O trabalho do guerreiro é reorganizar essa visão, preparar o ser luminoso para o tempo em que um benfeitor abrir a bolha do lado de fora. A bolha abre-se a fim de permitir ao ser luminoso uma visão de sua totalidade. Naturalmente isso de chamar a coisa de uma bolha é apenas uma maneira de dizer, mas nesse caso é uma maneira precisa. A delicada manobra de conduzir um ser luminoso para a totalidade de seu ser exige que o guerreiro trabalhe de dentro da bolha e o benfeitor de fora. O guerreiro reorganiza a visão do mundo: a ilha do tonal. Já disse que tudo o que somos se encontra naquela ilha. A explicação dos feiticeiros diz que a ilha do tonal é feita por nossa percepção, que foi treinada para focalizar-se em certos elementos. Cada um desses elementos e todos juntos constituem nossa visão do mundo. O trabalho do guerreiro, no que se refere ao aprendizado, consiste em reorganizar todos os elementos da ilha na metade da bolha. A essa altura você já deve ter compreendido que limpar e reorganizar a ilha do tonal significa reagrupar todos os seus elementos do lado da razão. É esse o lado do tonal. O mestre, por exemplo, sempre se dirige para esse lado, e apresentando ao aprendiz de um lado o caminho do guerreiro, obriga-o à sobriedade e a ser razoável, à força de caráter e de corpo, e apresentando-lhe de outro lado situações inimagináveis mas reais, com as quais o aprendiz não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/herança-magica.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6673" title="herança magica" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/herança-magica-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A explicação dos feiticeiros é mais um dos artifícios dos feiticeiros. Você verá isso por si mesmo. Mas vamos continuar. Os feiticeiros dizem que estamos dentro de uma bolha. É uma bolha em que somos colocados no momento de nosso nascimento. A princípio a bolha está aberta, mas depois começa a fechar-se, até nos ter trancafiado dentro dela. Essa bolha é a nossa percepção. Vivemos dentro dessa bolha toda a nossa vida. E o que presenciamos em suas paredes redondas é o nosso próprio reflexo.</p>
<p>Se o que presenciamos em suas paredes é o nosso próprio reflexo, então o que está sendo refletido deve ser o real?! O que está refletido é nossa visão do mundo. Essa visão é a primeira descrição, que nos é dada desde o momento de nosso nascimento até que toda nossa atenção é apanhada por ela e a descrição se torna uma visão. O trabalho do guerreiro é reorganizar essa visão, preparar o ser luminoso para o tempo em que um benfeitor abrir a bolha do lado de fora.</p>
<p>A bolha abre-se a fim de permitir ao ser luminoso uma visão de sua totalidade. Naturalmente isso de chamar a coisa de uma bolha é apenas uma maneira de dizer, mas nesse caso é uma maneira precisa. A delicada manobra de conduzir um ser luminoso para a totalidade de seu ser exige que o guerreiro trabalhe de dentro da bolha e o benfeitor de fora. O guerreiro reorganiza a visão do mundo: a ilha do tonal.</p>
<p>Já disse que tudo o que somos se encontra naquela ilha. A explicação dos feiticeiros diz que a ilha do tonal é feita por nossa percepção, que foi treinada para focalizar-se em certos elementos. Cada um desses elementos e todos juntos constituem nossa visão do mundo. O trabalho do guerreiro, no que se refere ao aprendizado, consiste em reorganizar todos os elementos da ilha na metade da bolha.</p>
<p>A essa altura você já deve ter compreendido que limpar e reorganizar a ilha do tonal significa reagrupar todos os seus elementos do lado da razão. É esse o lado do tonal. O mestre, por exemplo, sempre se dirige para esse lado, e apresentando ao aprendiz de um lado o caminho do guerreiro, obriga-o à sobriedade e a ser razoável, à força de caráter e de corpo, e apresentando-lhe de outro lado situações inimagináveis mas reais, com as quais o aprendiz não pode lidar, obriga-o a compreender que sua razão, embora seja uma coisa maravilhosa, só pode abranger uma área pequena. Uma vez que o guerreiro enfrenta sua incapacidade de raciocinar tudo, ele se dará ao trabalho de fortalecer e defender sua razão vencida, e para isso convocará tudo o que possui em torno dela. O mestre consegue isso martelando-o impiedosamente, até que sua visão do mundo seja a metade da bolha.</p>
<p>A outra metade da bolha, a que foi limpa, pode então ser reivindicada por algo que os feiticeiros chamam de vontade. Podermos explicar isso melhor dizendo que o trabalho do guerreiro é limpar uma metade da bolha e reorganizar tudo na outra metade. O trabalho do benfeitor será então abrir a bolha do lado limpo. Uma vez rompido o selo, o guerreiro nunca mais será o mesmo. Ele tem então o comando de sua totalidade. A metade direita da bolha é o centro final da razão, o tonal. A outra metade é o centro final da vontade, o nagual. É esta a ordem que deve prevalecer; qualquer outra disposição é tolice e mesquinha, pois contraria nossa natureza, rouba-nos nossa herança mágica e nos reduz a zero.</p>
<p>Os videntes descrevem a forma humana como a força compulsória de alinhamento das emanações acesas pelo brilho da consciência, no lugar preciso em que normalmente está fixado o ponto de aglutinação do homem. É a força que nos torna pessoas. Assim, ser uma pessoa é ser compelido a aderir a essa força de alinhamento e, conseqüentemente, a aderir ao lugar exato onde ela se origina. Em virtude de suas atividades, em dado momento o ponto de aglutinação dos guerreiros deriva para a esquerda. É uma mudança permanente, que resulta em uma incomum sensação de indiferença, ou controle, ou mesmo de desenvoltura. Esse deslocamento do ponto de aglutinação provoca um novo alinhamento de emanações. É o começo de uma série de mudanças maiores. Os videntes chamam muito apropriadamente essa mudança inicial de perda da forma humana, porque ela marca um movimento inexorável do ponto de aglutinação para fora de sua posição original, o que resulta na perda irreversível de nossa adesão à força que nos faz sermos pessoas.</p>
<p>Não há meio de se chegar à explicação dos feiticeiros a não ser que se tenha usado o nagual de boa vontade, ou melhor, a não ser que se tenha usado de boa vontade o tonal para fazer nossos atos terem sentido no nagual. Outro meio de esclarecer tudo isso é dizer que a visão do tonal deve prevalecer se se pretende utilizar o nagual do modo como utilizam os feiticeiros.</p>
<p>A ordem em nossa percepção é o reino exclusivo do tonal. Somente ali podem os atos ter uma seqüência; somente ali são eles como escadas em que se podem contar os degraus. Não há nada disso com o nagual. Portanto, a visão do tonal é um instrumento, e como tal é não somente o melhor instrumento, mas o único que temos. As asas de sua percepção foram feitas para tocar sua totalidade. E sua percepção estende suas asas quando algo em você percebe sua verdadeira natureza. Você é um aglomerado. Esta é a explicação dos feiticeiros.</p>
<p>O nagual é indescritível. Todos os sentimentos e seres e eus possíveis flutuam nele como barcaças, pacatas, inalteradas, para sempre. Aí a cola da vida liga algumas delas. Quando a cola da vida junta esses sentimentos, um ser é criado, um ser que perde o senso de sua verdadeira natureza e fica ofuscado pela claridade e barulho da zona onde as coisas pairam, o tonal. O tonal é onde existe toda organização unificada. Um ser entra no tonal uma vez que a força vital juntou todos os sentimentos necessários.</p>
<p>Eu lhe disse que o tonal começa no nascimento e termina na morte; disse isso porque sei que, assim que a força vital deixa o corpo, todas essas consciências isoladas se desintegram e voltam para o lugar de onde vieram, o nagual. Não há meio de nos referirmos ao desconhecido. Só podemos presenciá-lo. A explicação dos feiticeiros diz que cada um de nós tem um centro do qual se pode presenciar o nagual, que é a vontade.</p>
<p>Assim, um guerreiro pode aventurar-se no nagual e deixar que seu aglomerado se arrume e rearrume de qualquer maneira que for possível. Já lhe disse que a expressão do nagual é um assunto pessoal. Quis dizer que cabe ao próprio guerreiro individual dirigir a arrumação e rearrumações daquele aglomerado. A forma humana ou o sentimento humano é o original, talvez seja a forma mais doce de todas para nós. No entanto, existe um número incontável de formas alternativas que o aglomerado pode adotar.</p>
<p>Já lhe disse que um feiticeiro pode adotar qualquer forma que quiser. Isso é verdade. Um feiticeiro que tenha a posse da totalidade de si mesmo pode dirigir as partes de seu conglomerado para se unirem de qualquer maneira concebível. Uma vez exaurida a força vital, não há mais meio de se reunir esse aglomerado.</p>
<p>Chamei esse aglomerado de bolha da percepção. Também disse que ela está selada, hermeticamente fechada e que nunca se abre até o momento de nossa morte. No entanto, poderia ser forçada a abrir-se. Os feiticeiros obviamente aprenderam esse segredo e, embora nem todos cheguem à totalidade de seus seres, sabem a respeito dessa possibilidade. Sabem que a bolha se abre somente quando a pessoa mergulha no nagual.</p>
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		<title>FEA &#8211; Cursos de Música 2012 &#8211; Abertas as inscrições</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça nossa história, nossos cursos, nossas idéias e venha fazer parte deste movimento. A Fundação de Educação Artística é um centro de experimentação, renovação e estímulo ao talento. Um espaço de encontros e socialização através da arte. A oportunidade para crianças, adolescentes e adultos viverem experiências decisivas no campo da música. www.feabh.org.br Rua Gonçalves Dias, 320, Funcionários, 3226 6866]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Flyer-FEA-2012-web.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6633" title="Flyer-FEA 2012 web" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Flyer-FEA-2012-web-500x214.jpg" alt="" width="500" height="214" /></a></p>
<p>Conheça nossa história, nossos cursos, nossas idéias e venha fazer parte deste movimento. A <strong>Fundação de Educação Artística</strong> é um centro de experimentação, renovação e estímulo ao talento. Um espaço de encontros e socialização através da arte. A oportunidade para <strong>crianças</strong>, <strong>adolescentes</strong> e <strong>adultos</strong> viverem experiências decisivas no campo da música.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Arial; font-size: medium;"><a href="http://www.feabh.org.br/" target="_blank">www.feabh.org.br</a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Arial; font-size: medium;">Rua Gonçalves Dias, 320, Funcionários, <strong>3226 6866</strong></span></p>
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		<title>A Arte da Espreita</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 14:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castaneda e Don Juan]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte da espreita é um conjunto de procedimentos e atitudes que permitem à pessoa conseguir tirar o melhor proveito possível de qualquer situação concebível. Espreitar é uma arte aplicável a tudo, e há quatro passos para aprendê-la: implacabilidade com delicadeza, esperteza com generosidade, paciência com atenção e doçura com determinação. Esses quatro passos devem ser praticados e aperfeiçoados até que estejam tão suaves que passem despercebidos. Seja implacável mas encantador, seja esperto mas simpático, seja paciente mas ativo, seja doce &#8230; mas &#8230; fulminante! Para os feiticeiros, a espreita é o alicerce sobre o qual tudo o mais que fazem é construido. De modo muito sucinto, a espreita é a arte de usar o comportamento de maneiras novas para propósitos específicos. O comportamento humano normal no mundo da vida cotidiana é rotina. Qualquer comportamento que escape à rotina causa um efeito incomum em nosso ser total. Esses efeitos incomuns são a busca dos feiticeiros. Os feiticeiros videntes dos tempos antigos, através de sua visão, primeiro haviam notado que o comportamento incomum produzia um tremor no ponto de aglutinação. Breve descobriram que, se o comportamento incomum era praticado sistematicamente e dirigido com sabedoria, forçava no final o movimento do ponto de aglutinação. O desafio real para aqueles feiticeiros videntes era encontrar um sistema de comportamento que não fosse mesquinho nem caprichoso, mas que combinasse a moralidade e o senso de beleza que diferencia os videntes feiticeiros das bruxas comuns. Qualquer um que tenha sucesso em mover seu ponto de aglutinação para uma nova posição é um feiticeiro. E a partir dessa nova posição, pode fazer todos os tipos de coisas boas e más aos seus semelhantes. Ser um feiticeiro, portanto, pode ser o mesmo que ser um sapateiro, ou um padeiro. O objetivo dos feiticeiros videntes no entanto é ir além dessa posição. E o fazem com ética e encantamento. A Essência da Espreita Seria maravilhoso se você pudesse usar as quatro disposições da espreita como instrumento para levá-lo à recordação total. A implacabilidade, a esperteza, a paciência e a doçura são a essência da espreita. São o básico que com todas as suas ramificações precisa ser aprendido em passos cuidadosos e meticulosos. Aprender a espreitar é uma das coisas mais difíceis que os feiticeiros fazem, e a impecabilidade é que dita os seus atos. Um ponto muito importante a considerar é que, para um observador, o comportamento dos feiticeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/arte-espreita.jpg"><img class="size-medium wp-image-6609 aligncenter" title="arte espreita" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/arte-espreita-490x400.jpg" alt="" width="490" height="400" /></a></p>
<p>A arte da espreita é um conjunto de procedimentos e atitudes que permitem à pessoa conseguir tirar o melhor proveito possível de qualquer situação concebível. Espreitar é uma arte aplicável a tudo, e há quatro passos para aprendê-la: implacabilidade com delicadeza, esperteza com generosidade, paciência com atenção e doçura com determinação. Esses quatro passos devem ser praticados e aperfeiçoados até que estejam tão suaves que passem despercebidos. Seja implacável mas encantador, seja esperto mas simpático, seja paciente mas ativo, seja doce &#8230; mas &#8230; fulminante!</p>
<p>Para os feiticeiros, a espreita é o alicerce sobre o qual tudo o mais que fazem é construido. De modo muito sucinto, a espreita é a arte de usar o comportamento de maneiras novas para propósitos específicos. O comportamento humano normal no mundo da vida cotidiana é rotina. Qualquer comportamento que escape à rotina causa um efeito incomum em nosso ser total. Esses efeitos incomuns são a busca dos feiticeiros.</p>
<p>Os feiticeiros videntes dos tempos antigos, através de sua visão, primeiro haviam notado que o comportamento incomum produzia um tremor no ponto de aglutinação. Breve descobriram que, se o comportamento incomum era praticado sistematicamente e dirigido com sabedoria, forçava no final o movimento do ponto de aglutinação.</p>
<p>O desafio real para aqueles feiticeiros videntes era encontrar um sistema de comportamento que não fosse mesquinho nem caprichoso, mas que combinasse a moralidade e o senso de beleza que diferencia os videntes feiticeiros das bruxas comuns.</p>
<p>Qualquer um que tenha sucesso em mover seu ponto de aglutinação para uma nova posição é um feiticeiro. E a partir dessa nova posição, pode fazer todos os tipos de coisas boas e más aos seus semelhantes. Ser um feiticeiro, portanto, pode ser o mesmo que ser um sapateiro, ou um padeiro. O objetivo dos feiticeiros videntes no entanto é ir além dessa posição. E o fazem com ética e encantamento.</p>
<p><strong>A </strong><strong>Essência da Espreita</strong></p>
<p>Seria maravilhoso se você pudesse usar as quatro disposições da espreita como instrumento para levá-lo à recordação total. A implacabilidade, a esperteza, a paciência e a doçura são a essência da espreita. São o básico que com todas as suas ramificações precisa ser aprendido em passos cuidadosos e meticulosos.</p>
<p>Aprender a espreitar é uma das coisas mais difíceis que os feiticeiros fazem, e a impecabilidade é que dita os seus atos. Um ponto muito importante a considerar é que, para um observador, o comportamento dos feiticeiros pode parecer malicioso, quando na realidade seu comportamento é sempre impecável.</p>
<p>Atos maliciosos são executados por pessoas pelo ganho pessoal. Os feiticeiros, no entanto, têm um propósito superior para seus atos, que nada tem a ver com ganho pessoal. O fato de que se divertem com seus atos não conta como ganho. Antes, trata-se de uma condição de seu caráter. O homem comum age apenas se há oportunidade de lucro. Os guerreiros agem não pelo lucro mas pelo espírito de justiça.</p>
<p>As palavras são muito poderosas e importantes e são a propriedade mágica de quem quer que as tenha. Os feiticeiros têm uma regra básica: dizem que quanto mais se move o ponto de aglutinação maior a sensação de conhecimento do indivíduo, mas sem as palavras para explicá-lo. Às vezes o ponto de aglutinação de pessoas comuns pode mover-se sem uma causa conhecida e sem eles estarem conscientes disso, exceto que ficam com a língua presa, confusos e evasivos.</p>
<p>O primeiro princípio da espreita é que um guerreiro espreita a si mesmo implacavelmente, com esperteza, paciência e doçura.</p>
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		<title>O Nagual</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 14:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castaneda e Don Juan]]></category>

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		<description><![CDATA[A mente, a alma, os pensamentos, um estado de graça, o céu, o intelecto puro, a psique, energia, força vital, imortalidade, o princípio da vida, o Ser Supremo&#8230; Tudo é tonal, até Deus. Deus é parte do nosso tonal pessoal e do tonal dos tempos. O tonal, como já disse, é tudo o que pensamos que compõe o mundo, inclusive Deus, é claro. Deus não tem outra importância a não ser a de ser parte do tonal de nosso tempo. Deus é apenas tudo em que você pode pensar, e portanto, a bem dizer, é apenas mais um artigo na ilha. Deus não pode ser visto à vontade, só pode ser mencionado. O nagual, ao contrário, está às ordens do guerreiro. Pode ser visto, mas não pode ser mencionado. O nagual está ali, onde paira o poder, rodeando a ilha. Sentimos, desde o momento em que nascemos, que existem duas partes em nós. No momento do nascimento, e durante algum tempo depois, somos todos nagual. Depois sentimos que, a fim de funcionar, precisamos de um complemento ao que temos. Falta o tonal e isso nos dá, desde início, uma sensação de deficiência. Aí o tonal começa a se desenvolver e torna-se muito importante para o nosso funcionamento, tão importante que ofusca o brilho do nagual, dominando-o. Desde o momento em que nos tornamos completamente tonal, não fazemos outra coisa senão incrementar aquele antigo sentimento de deficiência que nos acompanha desde o momento de nosso nascimento, e que nos diz incessantemente que há uma outra parte para completar-nos. Desde o momento em que nos tornamos completamente tonal, começamos a fazer pares. Sentimos nossos dois lados, mas sempre os representamos com elementos do tonal. Dizemos que nossas duas partes são a alma e o corpo. Ou o espírito e a matéria. Ou o bem e o mal. Deus e Satanás. Nunca compreendemos, porém, que estamos apenas juntando as coisas na ilha, assim como se junta café e chá, ou pão e torradas, ou pimenta e mostarda. Estou lhe dizendo, somos uns bichos estranhos. Somos transportados e em nossa loucura acreditamos que estamos fazendo sentido. Explicar tudo isso não é assim tão simples. Por mais espertos que sejam os pontos de verificação do tonal, o fato é que o nagual vem à tona. Sua emersão, porém, é sempre inadvertida. A grande arte do tonal é reprimir qualquer manifestação do nagual de tal modo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/nagual.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6548" title="nagual" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/nagual-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A mente, a alma, os pensamentos, um estado de graça, o céu, o intelecto puro, a psique, energia, força vital, imortalidade, o princípio da vida, o Ser Supremo&#8230; Tudo é tonal, até Deus. Deus é parte do nosso tonal pessoal e do tonal dos tempos. O tonal, como já disse, é tudo o que pensamos que compõe o mundo, inclusive Deus, é claro. Deus não tem outra importância a não ser a de ser parte do tonal de nosso tempo.</p>
<p>Deus é apenas tudo em que você pode pensar, e portanto, a bem dizer, é apenas mais um artigo na ilha. Deus não pode ser visto à vontade, só pode ser mencionado. O nagual, ao contrário, está às ordens do guerreiro. Pode ser visto, mas não pode ser mencionado.</p>
<p>O nagual está ali, onde paira o poder, rodeando a ilha. Sentimos, desde o momento em que nascemos, que existem duas partes em nós. No momento do nascimento, e durante algum tempo depois, somos todos nagual. Depois sentimos que, a fim de funcionar, precisamos de um complemento ao que temos. Falta o tonal e isso nos dá, desde início, uma sensação de deficiência. Aí o tonal começa a se desenvolver e torna-se muito importante para o nosso funcionamento, tão importante que ofusca o brilho do nagual, dominando-o.</p>
<p>Desde o momento em que nos tornamos completamente tonal, não fazemos outra coisa senão incrementar aquele antigo sentimento de deficiência que nos acompanha desde o momento de nosso nascimento, e que nos diz incessantemente que há uma outra parte para completar-nos. Desde o momento em que nos tornamos completamente tonal, começamos a fazer pares. Sentimos nossos dois lados, mas sempre os representamos com elementos do tonal. Dizemos que nossas duas partes são a alma e o corpo. Ou o espírito e a matéria. Ou o bem e o mal. Deus e Satanás. Nunca compreendemos, porém, que estamos apenas juntando as coisas na ilha, assim como se junta café e chá, ou pão e torradas, ou pimenta e mostarda. Estou lhe dizendo, somos uns bichos estranhos. Somos transportados e em nossa loucura acreditamos que estamos fazendo sentido.</p>
<p>Explicar tudo isso não é assim tão simples. Por mais espertos que sejam os pontos de verificação do tonal, o fato é que o nagual vem à tona. Sua emersão, porém, é sempre inadvertida. A grande arte do tonal é reprimir qualquer manifestação do nagual de tal modo que, mesmo que sua presença seja a coisa mais óbvia do mundo, não seja notada pelo tonal dos outros.</p>
<p>O meu tonal se está utilizando a fim de compreender a informação que quero que fique clara para o seu tonal. Digamos que o tonal, como sabe bem como é difícil falar de si, criou os termos eu, eu mesmo, e assim por diante, como equilíbrio, e graças a eles pode conversar com outros tonais, ou consigo mesmo, sobre si mesmo. Ora, quando digo que o tonal nos obriga a fazer alguma coisa, não estou afirmando que aí existe uma terceira parte. Obviamente, ele se obriga a obedecer às suas próprias opiniões. Em certas ocasiões, porém, ou em circunstâncias especiais, algo no próprio tonal toma consciência de que há mais alguma coisa em nós. É como uma voz que vem das profundezas, a voz do nagual.</p>
<p>Entenda, a totalidade de nós é uma condição natural que o tonal não consegue obliterar completamente, e há momentos, especialmente na vida de um guerreiro, em que a totalidade se torna aparente. Nesses momentos, pode-se supor e avaliar o que se é, realmente. Nesses momentos, o nagual toma consciência da totalidade do ser. É sempre um choque porque essa consciência perturba a calma.</p>
<p>Chamo a isso a consciência de totalidade do ser que vai morrer. A idéia é que no momento da morte o outro membro do par verdadeiro, o nagual, se torna plenamente ativo e a consciência e as recordações e percepções guardadas em nossas pernas e coxas, nossas costas e nossos ombros e pescoço, começam a expandir-se e a desintegrar-se. Como as contas de um colar sem fim arrebentado, elas caem por todos os lados, sem a força aglutinante da vida.</p>
<p>O nagual é a parte de nós com a qual não lidamos de todo. É a parte de nós para a qual não existe descrição – nem palavras, nem nomes, sem sensações, nem conhecimento. O nagual não é experiência, nem intuição, nem consciência. Esses termos e tudo o mais que você possa dizer são apenas itens na ilha do tonal. O tonal começa ao nascer e termina na morte, mas o nagual nunca termina. O nagual não tem limites. Já disse que o nagual está onde paira o poder, isto foi apenas um meio de me referir ao assunto. Por causa de seu efeito, talvez o nagual possa ser mais bem compreendido em termos de poder.</p>
<p>As coisas do nagual só podem ser presenciadas pelo corpo energético, não pela razão. Essa é a nossa natureza, como seres luminosos. Quando o tonal se encolhe, coisas extraordinárias são possíveis. Mas só são extraordinárias para o tonal. Para o nagual é uma coisa à-toa.</p>
<p>Pode-se dizer que o nagual explica a criatividade. O nagual é a única parte de nós que consegue criar. O nagual é capaz de feitos inconcebíveis. Digamos que um guerreiro aprende a sintonizar sua vontade, a dirigí-la para um certo ponto, a focalizá-la onde quer. É como se sua vontade, que vem da parte média de seu corpo, fosse uma única fibra luminosa, fibra que ele pode apontar para qualquer lugar concebível. Aquela fibra é o caminho para o nagual. Ou então eu poderia dizer que o guerreiro se afunda dentro do nagual por aquela única fibra. Uma vez afundado, a expressão do nagual é coisa de seu temperamento pessoal.</p>
<p>O nagual, depois que aprende a emergir, pode causar grandes danos ao tonal, aparecendo sem qualquer controle. Aqui temos uma pergunta estranha. O que está sendo conduzido ao nagual pela fibra luminosa? A resposta é: A percepção!</p>
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		<title>Chico Lobo em “Canto &amp; Viola”</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 16:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[06 de janeiro 2011 &#8211; 20h Entrada Franca &#8211; Doe 1kg de Alimento Não Perecível SESC-MG – LACES Rua dos Caetés, 603 – 3º andar &#8211; Centro &#8211; BH Tel.: 31-3272-0150 O violeiro Chico Lobo foi escolhido para abrir a edição 2012 do “Canto &#38; Viola”, no dia 06 de janeiro, Dia de Santos Reis, por ser hoje o violeiro brasileiro mais ligado às tradições da cultura popular brasileira. Durante o show haverá o lançamento do CD “Canto &#38; Viola”, que conta com a participação dos 10 violeiros que abrilhantaram o projeto em 2011. O CD será distribuído para jornais e emissoras de Rádio e TV e para os principais jornalistas brasileiros da área cultural. “Um dos mais ativos e efetivos violeiros no processo de valorização, popularização da tradição musical mineira e divulgação da viola caipira no cenário brasileiro e mundial, Chico Lobo orgulha-se de ser compositor e cantador caipira, e encara a viola com respeito de solista virtuose. Mineiro natural de São João Del Rei (eleita capital brasileira da cultura 2007), radicado em Belo Horizonte, apresenta o Programa televisivo &#8220;Viola Brasil&#8221; (por ele idealizado), na TV Horizonte, e o programa “O Canto da Viola”, na Rádio Inconfidência. O artista já tem diversos CDs lançados, com a grande maioria de composições próprias. Carismático, sua carreira no palco já o levou à Itália, Chile, Canadá e várias vezes a Portugal, onde gravou um CD com o violeiro português Pedro Mestre. Junto com o Pedro Mestre, o Chico Lobo fez vários shows em Portugal e no Brasil. Voltou recentemente da China, onde fez diversos shows em Xangai. Além de inúmeros teatros brasileiros (como Canecão (RJ), Grande Teatro do Palácio das Artes (BH), Memorial da América Latina (SP), entre outros), onde sempre apresenta um espetáculo rico em causos, canções e solos de viola. Chico, nunca esquece de agradecer a São Gonçalo, o padroeiro dos violeiros&#8230;” declarou Mário de Aratanha (em apresentação do artista no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, em março/2002). O crítico Marco Frenette, da Revista Bravo, o considerou criador de obras que destroem qualquer preconceito musical (Jan/2003). E o crítico Tárik de Souza (Jornal do Brasil que esse ano o destacou em página inteira), o ressalta como: “violeiro de estirpe, mestre das notas choradas do instrumento”. Chico Lobo foi o primeiro violeiro brasileiro a lançar um DVD, que foi prestigiado pelo público e pela crítica. Durante quase 10 anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>06 de janeiro 2011 &#8211; 20h<br />
Entrada Franca &#8211; Doe 1kg de Alimento Não Perecível<br />
SESC-MG – LACES Rua dos Caetés, 603 – 3º andar &#8211; Centro &#8211; BH<br />
Tel.: 31-3272-0150</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/chico-lobo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6534" title="chico lobo" src="http://www.metro.org.br/wp-content/uploads/2012/01/chico-lobo.jpg" alt="" width="269" height="235" /></a></strong></p>
<p>O violeiro <strong>Chico Lobo</strong> foi escolhido para abrir a edição 2012 do “<strong>Canto &amp; Viola</strong>”, no dia 06 de janeiro, Dia de Santos Reis, por ser hoje o violeiro brasileiro mais ligado às tradições da cultura popular brasileira. Durante o show haverá o lançamento do CD “Canto &amp; Viola”, que conta com a participação dos 10 violeiros que abrilhantaram o projeto em 2011. O CD será distribuído para jornais e emissoras de Rádio e TV e para os principais jornalistas brasileiros da área cultural.</p>
<p>“Um dos mais ativos e efetivos violeiros no processo de valorização, popularização da tradição musical mineira e divulgação da viola caipira no cenário brasileiro e mundial, <strong>Chico Lobo</strong> orgulha-se de ser compositor e cantador caipira, e encara a viola com respeito de solista virtuose. Mineiro natural de São João Del Rei (eleita capital brasileira da cultura 2007), radicado em Belo Horizonte, apresenta o Programa televisivo &#8220;Viola Brasil&#8221; (por ele idealizado), na TV Horizonte, e o programa “O Canto da Viola”, na Rádio Inconfidência.</p>
<p>O artista já tem diversos CDs lançados, com a grande maioria de composições próprias. Carismático, sua carreira no palco já o levou à Itália, Chile, Canadá e várias vezes a Portugal, onde gravou um CD com o violeiro português Pedro Mestre. Junto com o Pedro Mestre, o Chico Lobo fez vários shows em Portugal e no Brasil. Voltou recentemente da China, onde fez diversos shows em Xangai.</p>
<p>Além de inúmeros teatros brasileiros (como Canecão (RJ), Grande Teatro do Palácio das Artes (BH), Memorial da América Latina (SP), entre outros), onde sempre apresenta um espetáculo rico em causos, canções e solos de viola.</p>
<p>Chico, nunca esquece de agradecer a São Gonçalo, o padroeiro dos violeiros&#8230;” declarou Mário de Aratanha (em apresentação do artista no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, em março/2002). O crítico Marco Frenette, da Revista Bravo, o considerou criador de obras que destroem qualquer preconceito musical (Jan/2003). E o crítico Tárik de Souza (Jornal do Brasil que esse ano o destacou em página inteira), o ressalta como: “violeiro de estirpe, mestre das notas choradas do instrumento”.</p>
<p>Chico Lobo foi o primeiro violeiro brasileiro a lançar um DVD, que foi prestigiado pelo público e pela crítica. Durante quase 10 anos, junto com o parceiro e amigo Pena Branca, falecido em fevereiro de 2010, Chico percorreu o Brasil com o inesquecível show “Encontro de Raízes”.</p>
<p>Atualmente, além dos vários shows pelo Brasil e outros países, ele percorre Minas Gerais com o projeto “Causos e Violas das Gerais”, do SESC-MG.</p>
<p>Produção Cultural: Luiz Trópia e Tadeu Martins</p>
<p><a title="sescmg" href="http://www.sescmg.com.br">www.sescmg.com.br</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
</strong></p>
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